I – Histórico da disciplina no Ensino Médio o que é Sociologia




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fecha de publicación27.10.2015
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SILVA, Ileizi L. F. Sociologia: Conteúdos e Metodologias de Ensino. (Proposta Preliminar Para Discussão Na Semana Pedagógica Do Núcleo De Educação De Londrina – 2003/2004). Londrina: Laboratório de Ensino de Sociologia; Depto. Ciências Sociais da UEL, 2003, mimeo 12pp







LABORATÓRIO DE ENSINO DE SOCIOLOGIA - UEL
SOCIOLOGIA: CONTEÚDOS E METODOLOGIAS DE ENSINO

(PROPOSTA PRELIMINAR PARA DISCUSSÃO NA SEMANA PEDAGÓGICA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO DE LONDRINA – 2003/2004)
Prof.ª Ileizi Fiorelli Silva

Depto. Ciências Sociais da UEL

Pretendo com esse pequeno texto contribuir com as discussões sobre o ensino de Sociologia no processo de planejamento das atividades do ano de 2004, no Núcleo de Educação de Londrina. Está aberto às críticas e as sugestões, que poderão ajudar a avançar a elaboração coletiva de uma proposta de conteúdos e metodologias de ensino de Sociologia. É uma proposta inacabada e provisória, portanto, cheia de imprecisões e defeitos. Entretanto, ela é resultado do trabalho nos estágios e no Laboratório de Ensino de Sociologia, da UEL, nestes últimos sete anos, que partilho com vocês neste momento.

I – Histórico da disciplina no Ensino Médio




O que é Sociologia


Tendo como referência os autores clássicos e os contemporâneos a Sociologia se propõe a interpretador o mundo, em suas mais diversas faces.

Nesse sentido a Sociologia não é uma ciência inocente, neutra, pois, ao estudar os homens e o mundo que eles criam ao longo da história, ela se posiciona, influencia posições e ações.
Os fenômenos sociais, tais como, instituições sociais, grupos sociais, classes sociais, ideologias, estado, religião, guerra, desigualdades sociais, educação, mudança e conservação, mundialização, modernidade e pós-modernidade, entre outros, são objetos de estudo da Sociologia.
História da intermitência da disciplina Sociologia nos currículos no Brasil

1890 - Por influência de Benjamim Constant a sociologia foi incluída nos cursos superiores e secundários, porém devido a sua morte na época da implantação dos currículos a Sociologia foi deixada de lado.

1925 – A Reforma Rocha Vaz, a Sociologia foi introduzida nas escolas secundárias do Brasil.

1928 - A sociologia passa a ser ministrada nas Escolas de formação de professores, a Escola Normal, atualmente Magistério.

1931 – Reforma Francisco Campos ratifica a permanência da disciplina no Ensino Médio, fazendo com que ela fique no currículo até 1942.

1933 – Criação da Escola de Sociologia e Política em São Paulo

1934 – Criação do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo.

1942 – Reforma Capanema retirou a obrigatoriedade do ensino da Sociologia nas escolas secundárias

1961 – Lei n.º 4.024, a Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional garante o retorno da Sociologia nos cursos secundários regulares (científico ou clássico)

1971 – Lei n.º 5.692, a Sociologia deixa de ser disciplina obrigatória e passa a figurar entre um rol de 104 disciplinas optativas. O ensino secundário transforma-se em ensino profissionalizante, deixando pouco espaço para as ciências sociais, a sociologia praticamente desaparece das escolas.

1982 – Lei n.º 7.044, altera aspectos da legislação anterior, relativizando o caráter de profissionalização do ensino de 2.º Grau, abrindo mais espaço para as Ciências Humanas.

1996 – Lei n.º 9.493 de 20/12, a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, anuncia no artigo 36, parágrafo 1.º, inciso III, que os alunos, ao final do Ensino Médio deverão ter domínio dos conhecimentos de Sociologia e Filosofia.

1997 – Londrina inicia a discussão da proposta curricular, em consonância com as diretrizes curriculares em nível nacional.

1998 – Londrina elabora seus currículos, a partir da proposta construída em 1997, em que a Sociologia e a Filosofia figuravam como disciplinas obrigatórias. Todas as Escolas incluíram a Sociologia e a Filosofia nos currículos, variando apenas a quantidade horas/aula e a série.

1999 – O MEC publica os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio – PCEM, propondo uma organização curricular por áreas, incluindo a Sociologia e a Filosofia na Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

1999 - Em Londrina-PR as escolas públicas implantam o novo currículo, e as disciplinas de Sociologia e Filosofia.

1999 - O Projeto de Lei do Deputado Padre Roque, que obriga a inclusão da Sociologia e da Filosofia em todos as escolas do país é aprovado na Câmara Federal.

2.000 – a Universidade Estadual de Londrina aprovou novo formato de vestibular para julho de 2.002. No novo formato as provas serão elaboradas pela própria UEL e serão organizadas por áreas de conhecimentos requeridas pelos cursos de graduação, adaptando-se, dessa forma a LDB e aos Parâmetros Curriculares Nacionais.

  • A Sociologia e a Filosofia foram incluídas na prova de conhecimentos gerais, que será aplicada no primeiro dia do vestibular..

  • Onze cursos incluíram a Sociologia como prova específica, a saber: Pedagogia, Serviço Social, Secretariado Executivo, Direito, Administração de Empresas, Enfermagem, Biblioteconomia, Arquivologia, Desenho Industrial, Estilismo em Moda, mais, é claro, Ciências Sociais. No caso dos cursos de Direito, Serviço Social, Biblioteconomia e Estilismo em Moda o terceiro dia de prova consistirá em 20 questões de Filosofia e 20 questões de Sociologia.

2001 – O presidente Fernando Henrique Cardoso veta a lei que obrigaria as escolas a incluírem as disciplinas SOC e Fil como obrigatórias, conforme projeto proposto pelo Deputado Federal Padre Roque e aprovado na Câmara e no Senado.

2003 – O novo vestibular da UEL é implementado.


II – Especificidades e problemas do Ensino de Sociologia nas Escolas



Em função de sua história como disciplina escolar, a Sociologia tem encontrado dificuldade em desenvolver uma tradição pedagógica, ou seja, a produção do saber pedagógico sobre a ciência de referência (a Sociologia) ocorre de modo fragmentário e esparso ao longo do tempo e do espaço. As reflexões sobre como se deve ensinar os conceitos sociológicos e a criação de recursos para isso, tais como, livros didáticos e materiais de apoio não conseguem ter uma continuidade e acumular reflexões que possibilitem a melhoria do ensino desta disciplina.
Consolidá-la de uma vez por todas nas grades curriculares possibilitaria a ampliação e o aprofundamento de uma tradição de ensino, como existe em outras áreas do conhecimento. A disciplina precisaria estar sempre nos currículos para que os formados em Ciências Sociais pudessem ingressar nas escolas, ter estímulo para continuar sua formação voltada para a educação. As Ciências Sociais e os sociólogos foram sendo expulsos das Escolas nas décadas de 1970 a 1990. Isso repercutiu nas licenciaturas que tiveram pouco investimento material e humano nesse período.
Tais fatores tendem à agravar os problemas inerentes ao ensino de Sociologia, como por exemplo, a compreensão da natureza dessa ciência. O raciocínio sociológico tem suas peculiaridades e difere do raciocínio típico das Ciências Naturais e Exatas. Os conceitos sociológicos possuem diferentes significados partindo das diferentes tradições teóricas. Exemplificando: o conceito de Sociedade e Classe Social têm significados distintos no positivismo de Auguste Comte, funcionalismo de E. Durkheim, no materialismo Histórico de Marx e Engels e na sociologia compreensiva de Max Weber, para ficar só nos clássicos fundadores. Como ensinar, então, tais conceitos? Muitas vezes os alunos desejam uma definição objetiva e clara, assim, como eles obtêm nas outras disciplinas. O conceito de Função na Matemática é o mesmo para a maioria dos matemáticos, o professor não precisa dizer “Olha função para fulano é isso, mas, já para beltrano é aquilo, etc.” Os conceitos de biologia, química, física, etc, também são mais precisos e há um certo acordo entre os cientistas sobre a nomenclatura e o conteúdo.
No caso da Sociologia, não é possível ensinar da mesma maneira e talvez por isso muitos professores passam a ensinar o senso comum nesta disciplina. Atormentados pelos diferentes paradigmas, preferem optar por um caminho mais fácil.

Realmente não é tarefa fácil ensinar uma disciplina nova, sem tradição pedagógica e que possui inúmeras vertentes e abordagens para os mesmos fenômenos. Contudo, se quisermos consolidá-la nas escolas, legitimando seu saber entre os alunos, precisamos encontrar maneiras de ensinar os conceitos a partir do conhecimento acumulado que se encontra sobretudo nos clássicos, fundadores dessa ciência. Não podemos abandonar a ciência existente em nome de um ensino rasteiro que não desestabiliza o conhecimento do senso comum dos alunos.

O léxico, as palavras, os conceitos, as teorias sociais devem ser ensinados assim como as outras áreas o fazem com suas terminologias. Nenhum professor de Biologia vai inventar outro nome para os ossos porque são difíceis de ser memorizados. Os alunos são instados à memorizar e a compreender tais conceitos. Por que no ensino de Sociologia seria diferente? Por que qualquer assunto, problema social é considerado conteúdo da Sociologia?
Porque se disseminou esse “senso comum” nas escolas, ou seja, que a Sociologia qualquer um pode ensinar, pois, trata-se de formar o cidadão e para formá-lo temos que debater com os alunos os problemas políticos, da sociedade, da família, etc. Pergunto: o que é formar o cidadão? O que são problemas sociais? Existe um conhecimento acumulado sobre os problemas sociais? Ou o que se discute nos jornais e revistas é suficiente para as aulas de Sociologia?
III - Tendências no Ensino de Sociologia nas Escolas
Diante dos problemas colocados acima, identificamos algumas tendências no ensino de Sociologia nos últimos seis anos, a saber:

A primeira tendência majoritária é aquela em que o professor não define claramente um programa baseado na ciência e vai montando suas aulas a partir da conjuntura social e política, utilizando-se de jornais e revistas. Assim, a disciplina fica parecida com algo próxima a atualidades, em que os debates nas salas de aulas não ultrapassam o senso comum sobre as instituições sociais e os problemas sociológicos. Muitas vezes busca-se o desenvolvimento apenas de atributos de personalidade em detrimento dos atributos cognitivos.
A segunda tendência também recorrente, às vezes associada à primeira, compondo um misto entre atualidades e conjuntura com algum livro didático. Em Londrina e região predomina o livro do Pérsio Santos de Oliveira, intitulado “Introdução à Sociologia”, da editora Ática. A principal característica desse livro é também a fragmentação dos temas e conceitos, apresentados desconectados das teorias clássicas, em alguns casos não problematizando os conceitos como é o caso dos capítulos 2 e 3, sobre conceitos básicos, apresentados numa abordagem já bastante ultrapassada no âmbito das Ciências Sociais. Este livro influenciou bastante os professores da rede, que por falta de opção e/ou de conhecimento se apegaram a sua proposta de organização dos conteúdos de Sociologia.
A terceira tendência é a que, também, sem um planejamento claro e objetivo sobre o que se pretende ensinar foca suas energias nos recursos metodológicos, tais como: dinâmicas de grupos, discussões sobre filmes, músicas, etc. sem uma associação clara com os conteúdos científicos. Neste caso, os alunos se evolvem com a disciplina, mas não chegam a compreender seus fundamentos. Aqui também a ênfase recai no desenvolvimento apenas de atributos de personalidade em detrimento dos atributos cognitivos.

A quarta tendência é aquela em que os professores têm um planejamento claro da disciplina e elegem Temas e Conceitos que consideram relevantes. A partir dos pressupostos científicos, criam metodologias e recursos apropriados para cada conteúdo. Assim, a metodologia nasce da necessidade de tornar um conteúdo claro para o aluno. A forma de ensinar está subordinada ao conteúdo que será ensinado. Neste caso é comum que os professores não sigam apenas um livro didático, mas compõem vários textos de vários autores. Nesta tendência predomina o livro didático organizado por Nelson Tomazi intitulado “Iniciação à Sociologia” da Editora Atual e o livro da Cristina Costa intitulado, “Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade” da editora Moderna, além de outros inúmeros textos e livros mais atuais. Procura-se desenvolver também os atributos cognitivos, ou seja, o raciocínio típico dessa ciência.
Ressalta-se que essas tendências não são “puras”, ou seja, pode haver outras formas de ensinar que já estejam emergindo, bem como essas quatro formas podem ocorrer se mesclando.

IV – Pressupostos epistemológicos para o Ensino de Sociologia



O que defendemos como pressupostos para o ensino de Sociologia?

Primeiro, consideramos que a natureza dessa ciência nos informa como deve ser o seu ensino. Essa ciência têm teorias e métodos investigativos que lhe permitiram acumular reflexões, interpretações e dados sobre os mais variados fenômenos sociais. Há um acúmulo de pesquisas em Sociologia no mundo todo. Obviamente, para o ensino no nível Médio, com adolescentes e jovens, apenas vamos introduzí-los nessa área, o que torna nossa responsabilidade ainda maior. Introduzir e colocar para os alunos os fundamentos de uma ciência de tal modo que eles possam se beneficiar dos seus conhecimentos para o resto da vida é uma responsabilidade social que temos com os alunos.
Vejam, quando cursamos o Ensino Médio (antigo 2.º Grau), nos anos de 1970, não havia emergido com força a discussão dos transgênicos, então não estudamos esse conteúdo colocado com essa terminologia- Transgenia. Contudo, quando lemos, hoje, reportagens sobre esse problema conseguimos compreender perfeitamente do que se trata, assim como do que se trata na clonagem. Isso ocorre porque aprendemos os fundamentos da genética nas aulas de Biologia.

Assim, na Sociologia o ideal seria ensinar conceitos chaves com os quais os alunos poderão operar para o resto das suas vidas, mesmo quando surjam fenômenos sociais e culturais novos.
É aqui que reside a dificuldade: qual sociologia quero ensinar? O que pretendo com essa disciplina? O que a escola pretende com essa disciplina?

A disciplina tem que fazer parte de um projeto maior de sociedade e de homem que se pretende com a educação. Quando insistimos que a Sociologia é importante para a formação dos jovens brasileiros, estamos pensando em um tipo de sociedade, de homem e de sociologia que poderá ajudar a formar o que sonhamos.
Defendemos a Sociologia Crítica, proposta por Florestan Fernandes. O ensino dessa sociologia pensa na transformação da sociedade capitalista brasileira, formada a partir de bases societárias agrárias e escravocrata, que dá a feição mais visível do nosso país: as desigualdades sociais e econômicas seculares. Assim, compreender essa sociedade requer se apropriar da tradição teórica da sociologia, sobretudo de Durkheim, Marx, Weber, Manheim, Mills, entre outros. No Brasil, contamos com o próprio Florestan Fernandes, Antonio Candido, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, etc.
É sociologia crítica porque seus pressupostos fundamentam-se no materialismo-histórico e não no positivismo conservador. Contudo, isso não significa um curso baseado apenas em K. Marx. A perspectiva crítica se efetiva se colocarmos para os alunos uma gama maior de interpretações sobre os fenômenos sociais.

As teorias seriam como “lentes de óculos” que nós colocamos para ver a realidade. Quando colocamos um óculos com lente marrom ou verde veremos a mesma paisagem com contornos e luzes diferentes. Assim, também ocorre com as teorias. Se olhamos a sociedade capitalista pelas “lentes” de Durkheim, vemo-la como progresso e solidariedade social; já com as “lentes” de Marx, vemo-la como conflito e lutas de classes sociais.

Os alunos precisam se apropriar dessas lentes. Só assim conseguirão elaborar uma visão de mundo com base em princípios científicos, superando o senso comum do seu cotidiano.
Com isso, insistimos que o ensino de sociologia necessita partir do conhecimento historicamente acumulado e que parte das Teorias Sociais Clássicas e Contemporâneas. Cada conceito e tema precisa ser abordado de acordo com várias “lentes”, com várias abordagens. Isso dá trabalho? Muito!!! É muito trabalhoso construir os conceitos em diferentes abordagens, mas só assim a Sociologia fará sentido para os alunos.

O sentido do ensino de sociologia deve se dar no desenvolvimento dos atributos cognitivos, ou seja, o eixo principal são os fundamentos da ciência que munirão os alunos de instrumentos nas suas ações e comportamentos. A personalidade que se pretende construir é a mais racional possível, que tem a democracia como valor e igualdade social como meta constante. A sociologia seria a autoconsciência da realidade social, como defende Florestan Fernandes.

Diante disso como elaborar programas, selecionar conteúdos e metodologias?


V – Conteúdos Relevantes


Essas indicações são baseadas nos pressupostos que mencionamos acima, nos programas cobrados em vestibulares, como os da UFU e da UEL, nas discussões feitas no Laboratório de Ensino. Procurou-se elencar os temas e teorias clássicos na Sociologia e nas Ciências Sociais como um todo. Assim, outros recortes podem ser feitos em cada item, bem como alguns podem ser articulados entre si.
1. A sociologia como ciência explicativa da sociedade. Introduzir a história da disciplina. O contexto histórico que a tornou possível e necessária. Mostrar como ela se estruturou no final do século XIX e início do século XX. Exemplificar com pesquisas feitas, um exemplo interessante é a pesquisa de Durkheim sobre o suicídio, na França; outro exemplo pesquisas do Florestan Fernandes sobre Folclore, os negros no Brasil, etc. Mostrar o que é explicar a sociedade a partir do senso comum, dos mitos, da religião e da ciência. Indicar as principais correntes teóricas que fundaram a Sociologia: iluminismo, positivismo, marxismo e a sociologia compreensiva (Rosseuau/Montesquieu, Comte, Durkheim, Marx e Weber)
2. A formação da sociedade capitalista e do modo burguês de vida.

a) O Positivismo/Funcionalismo de E. Durkheim (1858-1917) e as explicações sobre a sociedade capitalista:fato social, consciência coletiva, ordem, progresso, trabalho e divisão do trabalho social, patologia social e anomia. A noção de corpo social e a funcionalidade das instituições sociais. A Influência dessa visão social no Brasil. As explicações sobre o capitalismo brasileiro a partir do positivismo/funcionalismo.
b) O Materialismo Histórico de K. Marx (1818-1883) e seus estudos sobre o capitalismo: dialética, trabalho, classe social, alienação, divisão do trabalho, acumulação, mais-valia, lucro, exploração, transformação social, revolução política, super e infraestrutura, etc. O raciocínio dialético e a reprodução/produção das instituições sociais. A Influência dessa visão no Brasil. Explicações sobre o capitalismo brasileiro a partir de Marx.
d) A Sociologia compreensiva de Max Weber (1864-1820) e seus estudos sobre o capitalismo: os sentidos e os significados das ações sociais que moldaram um tipo de sociedade como a capitalista, os nexos entre religião e economia, burocracia e política, a racionalização das ações sociais, os tipos de ações sociais, a autonomização das instituições sociais a partir da racionalização capitalista, etc. A influência dessa visão no Brasil. Explicações sobre o capitalismo brasileiro a parti de Weber.
e) As explicações atuais sobre as mudanças no capitalismo, sobretudo a partir de 1970. A intensificação do processo de mundialização/globalização. Sociólogos brasileiros e estrangeiros (vários, pode selecionar sobretudo que tenham coerência com a proposta da sociologia crítica)
3. Política, Estado e Movimentos Sociais. Os conceitos. A formação do Estado Moderno. O Estado Nacional no mundo contemporâneo. Os movimentos sociais, os direitos civis, políticos, sociais. A democracia e a cidadania. Esses fenômenos no Brasil.
4. Cultura e Diversidade Cultural. Conceito antropológico de cultura, o etnocentrismo, a alteridade. As diferentes formas de organização cultural e social, com suas lógicas, valores, dinâmicas específicas. As relações de dominação e a hierarquização entre as culturas. As visões evolucionista, culturalista, estruturalista e dialética nos estudos sobre os povos indígenas e africanos no Brasil.
5. Indústria Cultural e Ideologia. Os Meios de Comunicação e massificação cultural. O universo da propaganda. Os diversos sentidos de ideologia. Ideologia e classes sociais. As mudanças na indústria cultural brasileira. As ideologias no Brasil.

VI – Metodologias de Ensino



Para cada conteúdo pode-se criar metodologias diferentes. O importante é tentar problematizar sempre. O que significa isso? Partindo de situações problemas construir as aulas, os materiais, os recursos. São cinco passos: prática social inicial; problematização; instrumentalização, catarse, prática social final. Para melhor compreender, recomendamos a leitura do livro GASPARIN, João Luiz. Uma Didática para a Pedagogia Histórico-crítica. Autores Associados, 2002. Neste livro encontramos uma forma de instrumentalizar a pedagogia histórico-crítica que se adequa mais à proposta da sociologia crítica. Neste livro, sobretudo nos anexos, há uma síntese de como poderemos operacionalizar o ensino de qualquer disciplina, no caso nos interessa o ensino de sociologia.

Partimos da idéia de professor-artesão, que dia-a-dia cria suas aulas, instrumentos de trabalho e revê a ciência e a disciplina de sua formação. Assim, metodologias não são receitas aplicáveis à qualquer conteúdo e em qualquer escola e turmas. Cada escola, cada turma, cada conteúdo exigirá um esforço de elaboração metodológica. As concepções metodológicas de pesquisa da sociologia são fontes importantes de inspiração para as metodologias de ensino.

De forma sintética podemos sugerir que para cada conteúdo o professor eleja textos para uso próprio e para uso do aluno; recursos audiovisuais, como filmes, fotografias, slides, transparências, cartazes, músicas, etc; dinâmicas de grupos; trabalhos como resultado final da aprendizagem, pesquisas no bairro da escola, em instituições sociais, sobre a mídia (TV e rádio), etc; dissertações que reflitam os textos trabalhados, etc.

VII – Avaliação



A avaliação é uma prática social presente em atitudes cotidianas, informalmente e em ações organizadas, normatizadas pelas diferentes instituições sociais, formalmente.

Exemplos:

  1. Atitudes cotidianas: quando escolhemos uma alimento, uma roupa, um objeto qualquer de uso pessoal, uma profissão, um (a) namorado (a), um (a) amigo (a), etc. Nestas escolhas, nós costumamos avaliar sob critérios e valores que apreendemos ao longo da nossa educação, sobretudo a educação familiar e religiosa.

  2. Ações organizadas: quando as diferentes instituições implementam formas de admitir o ingresso e o progresso dos indivíduos nas suas hierarquias. Através de critérios e normas públicas indica-se quem poderá fazer parte da instituição e como ela poderá ascender nos níveis hierárquicos. Os critérios podem variar muito de instituição para instituição. Igrejas, Famílias, Associações, Empresas Privadas, Empresas Públicas, Grupos de Status, Partidos Políticos, Escolas e Universidades estabelecem suas formas de avaliar quem poderá ingressar e como irá ascender nas suas hierarquias.

Assim, avaliar é uma prática social presente em todos os contextos históricos. E não é só a escola que possui rituais de avaliação, mas sim todos os grupos sociais. É verdade que a escola possui uma forma de avaliar mais explícita e, talvez, por isso ganhe uma dimensão tão ampla na vida dos estudantes e dos professores.

Mas, como organizar as práticas de avaliação no processo de ensino-aprendizagem, de maneira que a avaliação não seja um fim em si mesma, mas um meio de aperfeiçoar a educação?

Alguns eixos podem nos ajudar a pensar e organizar métodos de avaliação:

1.º A Avaliação só faz sentido dentro de um projeto social, educacional e humano, ou seja, avaliamos, a partir de um projeto e não, apenas, para verificar resultados

2.º Avaliar no processo educacional é diferente de avaliar no processo de produção ou na forma de organização empresarial, porque estamos lidando com a formação humana e não com a produção de objetos

3.º A avaliação deve ser diagnóstica e processual e não classificatória. Isto significa que avaliamos para detectar os problemas no processo educacional e subsidiar a nossa intervenção; não avaliamos para verificar quem é melhor ou pior; não avaliamos só para constatar que o aluno é fraco, é bom ou ótimo.

4.º A avaliação deve ser organizada, a partir de objetivos a longo, médio e curto prazo, e os critérios devem estar claros para os avaliadores e para os avaliados

5.º A avaliação não é o FIM, mas sim é o MEIO. Meio para aperfeiçoar a metodologia do professor e o desempenho do aluno. Neste sentido, a avaliação é do professor e do aluno, não só do aluno.

6.º A avaliação é um item de um programa maior, de um Plano de Curso, de Unidade, de Aula. É um mecanismo a serviço do desenvolvimento de um projeto de homem, de educação e de sociedade.

A Avaliação na disciplina de Sociologia no Ensino Médio

Como tem sido feita


Tendo em vista que a maioria dos professores não têm clareza sobre o quê e como ensinar, sobre o que pretendem com a educação, ou seja, as escolas não possuem projetos mais amplos sobre a sociedade e formação humana, a avaliação realizada na maioria das disciplinas, inclusive na sociologia, acaba por tornar-se um mecanismo vazio, que apenas cumpre um papel burocrático e funcional. Dessa forma, a avaliação tende a se restringir em questionários, trabalhos copiados, provas que exigem apenas memorização, entre outros.

Como poderia ser feita


A partir de uma definição clara pelo professor do quê e de como ele pretende ensinar, que tipo de homem pretende formar e através de quais abordagens ele tentará atingir seus objetivos, é que a avaliação deve ser pensada e organizada.

Dessa forma, as atividades de avaliação podem ser processuais, ou seja, a cada conteúdo trabalhado, estabelece quais práticas sociais quer desenvolver nos alunos. Assim, oralidade, escrita, capacidade de argumentação, capacidade de relacionar fenômenos-conceitos-teorias, capacidade de pesquisar, entre outras, podem ser trabalhadas e avaliadas.

No caso da Sociologia podemos diversificar as atividades de avaliação utilizando-se de: Textos, Filmes, Teatro, Pesquisas, Seminários, Provas dissertativas e objetivas, entre outras.

Cada atividade deve ser pensada em termos qualitativos e quantitativos, ou seja, é preciso elaborar fichas que contemplem os critérios e as competências que estão sendo avaliadas, além de atribuir pontos a cada “qualidade” avaliada. Por exemplo, num seminário você pode avaliar se os alunos compreenderam o conteúdo, se conseguiram explicar de maneira interessante, se consultaram mais bibliografia além da indicada pelo professor, a forma do trabalho escrito, a forma de apresentação, etc. A cada item você pode atribuir conceitos qualitativos (suficiente, excelente, insuficiente/ bom/regular/ótimo, claro/obscuro, etc.) e conceitos quantitativos ( de 0 a 10).

Estes critérios e conceitos devem ser discutidos com aos alunos previamente. Após a avaliação deve-se discutir com os alunos os resultados e as medidas a serem tomadas para o aperfeiçoamento do processo.

VIII – Bibliografia para o Professor (síntese)



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WEBER, Max. Os letrados Chineses. IN; Ensaios de Sociologia pp.471-501.

WEFFORT, F (org). Os Clássicos da Política. Volume 1 e Volume 2. São Paulo: Ática, 1994

Dicionários Especializados : Ciência Política, Sociologia, Antropologia, Economia, etc.

Coleção Primeiros Passos: diversos títulos ( mais-valia, dialética, positivismo, política, utopia, etc)

Materiais do Laboratório de Ensino de Sociologia-UEL




IX - Bibliografia para o Aluno (livros didáticos)



COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. 2.ª ed. São Paulo: Moderna, 1997

MARCONDES, Ciro. Ideologia. O que todo Cidadão precisa saber sobre ideologia. São Paulo: Global, 1985

MARTINS, Carlos B. O que é Sociologia. 7.ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1984

MEKSENAS, Paulo. Aprendendo Sociologia: a paixão de conhecer a vida. 4.ª ed. São Paulo: Loyola, 1987

MEKSENAS, Paulo. Sociologia da Educação: uma Introdução ao estudo da escola no processo de transformação social. São Paulo: Loyola, 1988

MEKSENAS, Paulo. Sociologia. 2.ªed. São Paulo: Cortez, 1994

OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução a Sociologia. 23a ed. São Paulo: Ática, 2000

QUINTANEIRO, Tania et all. Um Toque de Clássicos: Durkheim, Marx, Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1996.

RIDENTI, Marcelo. Política pra quê? São Paulo: 1992

SEVERINO, A J. Métodos de Estudo para o 2.º Grau. Campinas: Papirus, 1989

TOMAZI, N. D. Sociologia da Educação. São Paulo: Atual, 1997

TOMAZI, Nelson D. (org.). Iniciação à Sociologia. São Paulo: Atual, 1993

VIEIRA, Evaldo. Sociologia da Educação: Reproduzir e Transformar. São Paulo: FTD, 1994

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