Resumen: El artículo se refiere a la reflexión sobre los orígenes y los destinos que han tenido las psicoterapias humanistas existenciales, especialmente la Abordagem Centrada en la Persona.




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fecha de publicación04.02.2016
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ORIGENS E DESTINOS DAS PSICOTERAPIAS HUMANISTAS: O CASO DA A.C.P.

Origins and destinations of humane psychotherapy:  A.C.P.

Origen y Destinos de la Psicología Humanista: A.C.P.

Ana Maria Monte Coelho Frota

Resumo: Este artigo trata de reflexões acerca das origens e dos destinos que vêm se delineando para as psicoterapias humanistas existenciais, em especial a abordagem centrada na pessoa. Para tanto, discute os paradigmas que sustentaram o surgimento da teoria rogeriana, a partir de um contexto histórico determinado pelo projeto modernista. Analisa o surgimento da Psicologia Humanista como a terceira força, contrapondo-a ao Behaviorismo e Psicanálise. A seguir, passeia um pouco sobre a teoria rogeriana, discutindo seus conceitos fundamentais, que atravessam pelas diferentes fases do trabalho de Rogers. Finalmente, faz um apanhado teórico das aproximações possíveis entre a ACP e alguns filósofos fenomenólogos, escolhidos Husserl, Merleau Ponty e Heidegger, tal como têm sido trabalhado por alguns estudiosos. Deixa clara a dúvida sobre a possibilidade da continuação da ACP a partir destes encontros, colocando a possibilidade de se estar construindo algo tão novo, que não se possa colocar alinhado com a Abordagem Centrada na Pessoa.

Palavras-chave: Abordagem Centrada na Pessoa; Psicologia Humanista; Fenomenologia; Fenomenologia Existencial

Abstract: This article refers to the reflection on the origins and destinations which humanistic existencial psychotherapies , especially the Person Centered Study has offered. This paper discusses the paradigms that support the emergence of the Rogerian theory from the historical context of the modernist project. It makes the analysis of the emergence of humanistic psychology as a third force as opposed to Behaviorism and Psychoanalysis. It presents Rogers´ theory and its fundamental concepts in the different stages of the work of Rogers. Finally, it presents some possible approaches between the Person Centered Study and some phenomenological philosophers- Hussert, Merleau Ponty e HIeidegger,as they have been presented by some theorists. The work raises doubt about the possibility of continuing the Person Centered Study theory and presents the possibility that what is being constructed is so new that it cannot be aligned with the Person Centered Study.

Key words: Person Centered Study; Humanistic Psychology; Phenomenology Existential; Phenomenology

Resumen: El artículo se refiere a la reflexión sobre los orígenes y los destinos que han tenido las psicoterapias humanistas existenciales, especialmente la Abordagem Centrada en la Persona. Así el trabajo discute los paradigmas que dan sustentación al surgimiento de la teoria rogeriana, a partir del contexto histórico determinado por el proyecto modernista. Hace el análisis del surgimiento de la Psicología Humanista como la tercera fuerza, en contraposición al Behaviorismo y al Psicoanalisis. Después aborda la teoría rogeriana y sus conceptos fundamentales, en las diferentes etapas del trabajo de Rogers. Al final, presenta algunas aproximaciones posibles entre la ACP y algunos filósofos fenomelógicos – Husserl, Merleau Ponty e Heidegger, como han sido trabajados por algunos teóricos. El trabajo pone de manifesto la duda sobre la posibilidad de continuación de la ACP de estas reuniones teóricas, y presenta la posibilidad de que se está construyndo alguna cosa tan nueva que no se puede alinear com la ACP.

Palabras-Clave: Abordagen Centrada em la Persona; Psicología Humanista; Fenomenología, Fenomenología Existencial.

A ciência moderna e a psicologia

Os paradigmas clássicos do método científico influenciaram fortemente as idéias e práticas de uma época. Ofereciam ao mundo uma certeza extremamente ansiada de progresso, respostas objetivas, ordem, liberdade e justiça social. Segundo Dahlberg; Moss; Pence (2003), o projeto sustentado e defendido pela modernidade, berço do surgimento da ciência clássica, compreende o ser humano totalmente realizado, maduro, independente, autônomo, livre e racional. Ressaltam: “... o projeto da modernidade tinha objetivos ambiciosos: progresso, linear e contínuo; verdade, como a revelação de um mundo “conhecível”, emancipação e liberdade para o indivíduo – social, política e culturalmente” (p. 33).

Nesta direção, a busca da razão constitui-se no caminho da busca da essência humana e das verdades da natureza. Assim, o progresso e a tecnologia caminham de mãos dadas em direção à prometida felicidade. A partir destas reflexões torna-se muito claro a grande aceitação e difusão do projeto da ciência moderna, uma vez que trazia embutida no seu paradigma, uma promessa de desenvolvimento, ordem e progresso social.

Com a modernidade, incrementada que foi pela invenção da imprensa, pelas conquistas das grandes navegações, pela revolução industrial, pela transformação social e familiar, pelas mudanças do sistema econômico mundial, dentre outras, ofereceu-se ao mundo a promessa da produção de um saber construído a partir de uma metodologia objetiva, quantificável, infalível. Ora, esta promessa encheu os olhos e aqueceu o coração de todos aqueles que desejavam respostas para suas questões. A sociedade sonhava com o dia em que pudesse resolver seus problemas mais urgentes como a cura de doenças, a produção de alimentos suficiente para todos, a busca de uma justiça social e, principalmente, a superação das crenças religiosas que, por muito tempo dominaram as mentes humanas, impedindo-as ou dificultando na produção de um saber que se sustentasse em si mesmo. A criação de um método científico foi extremamente bem vindo na sociedade da época.

O método científico, foi profundamente marcada pela filosofia de Descartes - penso, logo existo; pela metodologia científica de Bacon e pela teoria matemática de Newton. Para Descartes, o mundo material deveria ser estudado com absoluta objetividade, criando, a partir de então, a necessidade de neutralidade do pesquisador. As idéias de Bacon, sugeriram um método de busca de saber, ou seja de produção de conhecimento, que seguisse uma metodologia objetiva, passível de ser repetida, testada e generalizada, crível, infalível. Newton, com seu modelo matemático e uma postura reducionista, sugeriu que o todo pode ser conhecido através da soma de suas partes. Seu modelo também sugere uma temporalidade linear, uma relação absoluta de causa e efeito, de determinismo e do primado da matéria. Então, o modelo mecanicista dominou o pensamento científico até a bem pouco tempo. A ciência foi aceita como a via de acesso a todo e qualquer conhecimento, passando a desvalorizar qualquer saber produzido por outras vias. A crença existente era a de que o método científico descrevia corretamente a realidade, sendo adotada como modelo pelos saberes que se pretendessem científicos.

Para Feijoo (2000), a racionalidade deveria superar qualquer paixão na busca dos saberes científicos a partir dos paradigmas clássicos da ciência moderna. Além disso, perseguindo a herança newtoniana, o mundo deveria ser compreendido como um grande complexo, formado por partes contínuas, que somadas resultariam numa totalidade. Para atingir uma compreensão e, posterior, domínio do todo, seria necessário desmembrá-lo em partes, cognoscíveis através de um método objetivo, seguido por cientistas neutros e racionais. Tal busca seria possível uma vez que as leis do universo seguiriam uma causalidade mecanicista, e seriam regidas por uma temporalidade linear - com presente, passado e futuro bem marcados - autônomo e independente do observador; assim como por um espaço constante e em repouso. Uma figura metafórica que seria, como descreve a autora, “a imagem do universo seria comparada a um grande relógio gigantesco, inteiramente determinístico” (p. 19).

A busca de verdades pela ciência moderna é marcada pelo estatuto de cientificidade, sendo garantida pela construção de conceitos logicamente parametrados e ausência de intimidade entre homens e mundo. O modo técnico pelo qual o homem moderno habita o mundo tem estreita relação, denuncia Critelli (1996), com sua necessidade de superar a insegurança do seu ser ou, senão, esconder esta condição. Porém, não é porque os homens criaram método, técnicas e processos que nos permitem controlar alguns fenômenos e criar outros, que se alterou a condição ontológica de inospitalidade no mundo e de liberdade humana. Pelo contrário, talvez tenha sido para esconder isso que a ciência moderna tenha se lançado “sobre o conhecimento e o controle do mundo, transformando-os em coisa objetiva, e (que) tenha se afastado cada vez mais, de qualquer tentativa de compreensão de sentido da vida” (p. 21).

O modelo de pensamento e produção de conhecimentos marcou profundamente a sociedade ocidental desde o século XVIII até meados do século XX. A partir daí, o projeto da modernidade vem sofrendo grandes abalos na sua tão propagada pretensão da busca de verdades universais. Aos poucos a humanidade foi se dando conta de que a ciência moderna não seria capaz de compreender e acomodar a diversidade e a complexidade da experiência humana concreta. Na verdade, “o projeto da modernidade de controle através do conhecimento, a avidez por certeza, implodiu” (DAHLBERG; MOSS; PENCE, 2003, p. 36).

Chamou-se de saber pós-moderno aquele estado da cultura construído após as transformações que afetaram as regras do jogo da ciência, da literatura e das artes a partir do século XIX (LYOTARD, 1989). Seu saber não se propõe a ser um instrumentalizador de poderes. Ele refina a sensibilidade para o diferente e para suportar o incomensurável. Sob uma perspectiva pós-moderna, não existe conhecimento absoluto, realidade cristalizada esperando pra ser conhecida e domado; um ensinamento universal, que se faça fora da história ou da sociedade (FROTA, 2007). No lugar disso, seu projeto propõe que o mundo e o conhecimento sejam vistos como socialmente construídos. Isso significa pensar que todos nós estamos engajados na construção de significados, em vez de engajados na descoberta de verdades. Torna-se possível afirmar, deste modo, que não existe somente uma realidade, mas várias. O conhecimento não é único, e sim múltiplo, variável, fragmentado e mutável, inscrito nas relações de poder, que lhes determinam o que deve ser considerado como verdade e falsidade. A verdade é compreendida como uma correspondência da verdade, uma representação falseada, mas que, como tal deve ser tomada. Enquanto a verdade para a ciência moderna é compreendida como veritas, verdade; a fenomenologia, a compreende como aletheia, desvelamento, deixando clara a diferença de paradigma entre elas. A verdade para a fenomenologia sabe-se transitória, parcial e incompleta. Assim, muito menos pretensiosa.

Na origem das psicologias existe uma tendência a atuar como se os saberes psicológicos fossem “grandes narrativas”, e, como tal, representassem o modelo essencialista da natureza humana. As grandes teorias psicológicas, encarnadas por seus seguidores, assumem seus saberes como se eles fossem “os verdadeiros” e representassem “o modelo correto” da realidade. Contudo como alertam Dahlberg; Moss; Pence (2003), “em vez de serem vistas como representações socialmente construídas de uma realidade complexa, uma maneira selecionada de como descrever o mundo, essas teorias parecem se tornar o próprio território” (p.54). O risco daí advindo é esquecermos a contextualização histórica do saber ou, ainda, perdermos de vista a subjetividade concreta do humano. Perderíamos de vista o homem ficando dele somente sua re-presentação, falseada, que é, via teoria. Além deste risco, não podemos esquecer que as grandes narrativas contam as histórias dos saberes como se fossem únicos e universais, já repudiadas pelo estatuto pós-modernista, por representarem perspectivas teóricas descoladas da realidade e por representarem empecilhos para a compreensão dos sujeitos reais em situações históricas concretas.

Vivendo numa condição pós-moderna, o conhecimento e os diversos saberes solicitam que abandonemos as grandes narrativas teóricas e nos contentemos com objetivos locais e mais práticos. Para Heywood (2004), isso significa abandonar as esperanças mais profundas do pensamento iluminista: que o que está para ser descoberto seria, de fato, um mundo ordeiro e sistemático, idêntico para cada um de nós, sendo possível estabelecer um acordo universal com a natureza. O que fica, então, é a busca de conhecer verdades, multiplicidades de narrativas, saberes construídos na e pela realidade social concreta.

Muito bem. A partir destas reflexões, pensemos no que isso interfere nos nossos pensares e fazeres psicológicos, para nos achegarmos na nossa questão maior: origens e destinos das psicoterapias humanistas.

Também para a Psicologia foi importante o método científico, como possibilidade de se fazer aceita e receber o estatuto de ciência, é o que afirma Capra (1983). Deste modo, a adaptação do objeto de estudo da psicologia, o psiquismo humano, aos princípios da mecânica clássica de Newton fizeram-se no sentido de busca de cientificidade. É, assim, que a Psicanálise de Freud e o Behaviorismo de Skinner se enquadram no mecanicismo da ciência positivista.

Capra tem razão ao dizer que a primeira tópica de Freud seguia um modelo mecanicista. Como o próprio Freud afirma no seu Projeto de uma psicologia científica, sua intenção era representar os processos psíquicos como estados, quantitativamente determinados. Deste modo, pelo menos de princípio, é lícito afirmar que Freud parece respeitar e seguir os princípios apregoados pela ciência moderna, os quais, certamente, lhe garantiram respeitabilidade e divulgação. Nelson Coelho (2005) também aponta a origem mecanicista dos trabalhos de Freud, frisando o contexto histórico deste início. Deixa claro, nesta e em obras posteriores, a evolução histórica da metapsicologia e da psicanálise, estudando os caminhos trilhados por seus seguidores, e seu distanciamento, cada vez mais nítido, da herança cientificista.

Também o behaviorismo skineriano segue o modelo científico. Aliás, para ele, seu objeto de estudo era o comportamento, aquele que poderia ser observado e quantificado. A mente existia somente enquanto expressa pelo comportamento. Na verdade, o behaviorismo de Skinner parece se adequar completamente ao método experimental: a relação causa-efeito é inquestionável, as causas dos fenômenos psíquicos encontram-se no mundo externo, o tempo é linear, a força é sempre externa (SKINNER, 1985). Para os behavioristas, a objetividade é imprescindível e deve ser garantida pelo controle das condições que regem as relações sujeito – objeto. Por sua vez, as técnicas comportamentais clássicas “possuem um status físico para o qual as técnicas usuais da ciência são adequadas e permitem uma explicação dos comportamentos nos moldes da de outros objetos explicados pelas respectivas ciências” (p. 42).

A Psicanálise e o Behaviorismo formaram a primeira e segunda força dentro da psicologia. A terceira força, Psicologia Humanista, surgiu como reação ao panorama da psicologia norte-americana, dominado pela leitura mecanicista e determinística da Psicanálise e do Behaviorismo (BOAINAIN JR, 1998). Maslow, conforme narra o autor, foi um dos principais responsáveis pela criação de um movimento que pretendia, de início, unir tendências que se opusessem ao behaviorismo e psicanálise, a partir de elementos fundantes de sua identidade. A partir daí, torna-se clara a negação da perspectiva pessimista e psicopatologizante da metapsicologia freudiana. Além disso, a terceira força assume a perspectiva holística e organísmica do ser humano e adota uma perspectiva fenomenológica e existencial para a compreensão do homem. Assegura o autor:

Assim, a volta ao humano como objeto de estudo é uma das bandeiras do movimento, importante a ponto de fornecer-lhe o título designativo. Qualidades, e capacidades humanas por excelência, tais como valores, criatividade, sentimentos, identidade, vontade, coragem, liberdade, responsabilidade, auto-realização etc, fornecem temas de estudo típicos das abordagens humanistas (p. 31).

A Psicologia Humanista defende uma visão globalizante do ser humano, enfatizando a vivência das emoções, a subjetividade, a intuição e as potencialidades. Provavelmente como resultado da exacerbação do sentimento, da vivência e da experienciação, adotadas como métodos de trabalho, ela foi duramente acusada de irresponsável, de teoricamente vazia, de ter uma prática rasa em termos de fundamentação teórica e filosófica. Segundo Fonseca (1998), tais críticas acabaram sendo positivas, uma vez que geraram estudos dentro do movimento humanista, buscando esclarecer e fortalecer sua fundamentação e possíveis distorções.

O movimento humanista teve forte influência das filosofias existenciais e da fenomenologia. Assim, “assume e propõe a inevitabilidade da adoção de um modelo de homem, ou seja, uma concepção filosófica da natureza humana, como ponto de partida e princípio norteador de qualquer projeto de construção de psicologia” (BOAINAN Jr, 1998, p. 31). Além disso, prioriza o fenômeno, em detrimento das técnicas e teorias, centrando-se na “relação fenomenativa existencial atual entre seus agentes” (FONSECA, 1998, p. 12)

A prática humanista parece ter sido desvirtuada pelo laissez faire, pelo fetiche da vivência pura, caindo em descrédito na academia. Houve um tempo em que se denominar psicoterapeuta humanista era se dizer um romântico, um espertalhão, que pretendia se dar bem nos consultórios, às custas da credulidade alheia. Embora não concorde de todo com a crítica que Figueiredo (1991) faz à Psicologia Humanista, assim como a generalização que faz da prática dos psicoterapeutas de base humanista, ele tem razão ao inserir a psicologia humanista na matriz vitalista e naturista. Sua crítica dirige-se à ausência de um construto teórico epistemológico, contrabalançando razão e sentimento. Como resposta à esta falta, muitos profissionais com formação humanista iniciaram um período muito fértil de produção teórica, capaz de dar suporte à pratica psicoterápica, através de pesquisas com base fenomenológica e existencial. Tentando nos aproximar dos sentidos das psicologias humanistas/fenomenológicas-existencias, passaremos a discutir abordagem Centrada na Pessoa, uma das abordagens psicológicas que teve seu berço nas origens humanistas.
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