Primeira parte Hipnotismo 62




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César Lombroso
Hipnotismo e Mediunidade
Título original em Italiano

César Lombroso - Fenomeni Ipnotici e Spiritice

Roma (1909)

Franz Anton Mesmer


Conteúdo resumido
César Lombroso, esse eminente sábio italiano, detentor de grande acervo de trabalhos na área da Psiquiatria e da Antropologia Criminal, relata suas pesquisas com fenômenos de natureza hipnótica e espírita, visando a comprovação da comunicação entre os mundos espiritual e físico.

Cita experiências com Eusápia Paladino, com a qual, sob fiscalização rigorosa, desenrolaram-se fenômenos de transportes de objetos, materializações parciais, tiptologia, etc., e assuntos como casas mal-assombradas, estigmas e levitação de santos, premonição, telepatia e outros temas para análise de estudiosos.

O autor faz uma análise científica e filosófica, afastando qualquer teoria preconcebida e firmando-se em uma autoridade científica e em concordância com o consenso geral dos povos.
Sumário

Traços biográficos do Autor 5

O homem e sua missão 47

Prefácio 60

Primeira parte

Hipnotismo 62


Alguns fenômenos hipnóticos e histéricos 62

1

Transposição dos sentidos
com os histéricos hipnotizados 62

2

Transmissão do pensamento 68

3

Premonições por histéricos e epilépticos 76

4

Lucidez e profecia no sonho. – Estudos de Myers 81

5

Fenômenos físicos e psíquicos com os hipnotizados 88

6

Polarização e despolarização psíquica 104

Segunda parte

Espiritismo 111


Capítulo I

Fenômenos espiríticos com Eusápia 111

Capítulo II

Resumo dos fenômenos mediúnicos de Eusápia 137

Capítulo III

Fisiopatologia de Eusápia.
– Influência e ação dos médiuns 145

Capítulo IV

Condições e influências dos médiuns 153

Capítulo V

Médiuns e magos entre os
selvagens e os povos antigos 162

Capítulo VI

Limites à influência do médium 232

Capítulo VII

Experiências fisiológicas com os médiuns 250

Capítulo VIII

Fantasmas e aparições de mortos 263

Capítulo IX

Fotografias transcendentais 275

Capítulo X

Identificação de fantasmas 290

Capítulo XI

Duplos 308

Capítulo XII

Casas assombradas 319

Capítulo XIII

A crença nos Espíritos dos mortos
entre os selvagens e os bárbaros 353

Epílogo 372

Capítulo I

Esboço de uma biologia dos Espíritos 372

Capítulo II

Truques inconscientes e telepáticos 389



Traços biográficos do Autor 1

Nascimento, estudos e tendências


César Lombroso nasceu em Verona (Itália), a 6 de novembro de 1835, descendente, pelo lado paterno, de judeus espanhóis expulsos de sua pátria pelos reis católicos, em 1492.

Sua primeira infância transcorreu tranquila e feliz, desfrutando a família de elevados recursos pecuniários e boa situação na sociedade. Isso não durou muito tempo. Numa dessas reviravoltas do destino, foi o lar de Lombroso mergulhado em relativa pobreza, o que, entretanto, não impediu continuassem ali reinantes a paz e a união.

Educado nas ideias e crenças da religião judaica, bem cedo começou a frequentar os centros de instrução de sua cidade natal.

Tanto no curso primário quanto no curso secundário, deu ele mostras de extraordinária aplicação e amor ao trabalho e aos estudos, revelando, malgrado sua timidez, uma inteligência bastante precoce. Menino ainda, tornara-se amante da natureza e dos bons livros.

Seu tio materno, David Levi, que ocupa lugar honroso na literatura italiana, ambientou-lhe o gosto para a poesia, para a história e a literatura em geral, especialmente a clássica. Com seis anos apenas, Lombroso já se deleitava ouvindo os versos de Dante. Lucrécio, Tácito e Tito Lívio o haviam fascinado, e na idade de doze anos escreveu, com períodos verdadeiramente clássicos, o trabalho Saggio sulla grandezza e sulla decadenza di Roma.

Contudo, um acontecimento inesperado veio decidir para sempre a vocação científica e consequente posição futura do nosso biografado.

Em 1850 saía a público o primeiro volume dos Monumenti storici rivelati dall’analisi della parola, de autoria do ilustre médico, historiador e linguista italiano Paulo Marzolo. Os jornais elogiaram e encorajaram o autor, mas Marzolo percebeu que as críticas eram por demais benévolas e... incompetentes. Certo dia, lendo um diário de Verona, entusiasmou-se com um artigo que inteligentemente discorria sobre o seu livro e desejou imediatamente conhecer-lhe o autor.

“Foi esta a primeira e mais cara emoção que ele sentiu – escreveu Ceccarel em sua Vita di Marzolo –, a primeira compensação a tantas vigílias em estudos ingratos e tristes, a tantos pensamentos e meditações incansáveis. Paulo Marzolo pensava que o articulista fosse um homem provecto na ciência, um pensador solitário, que vivesse na obscuridade por circunstâncias fortuitas ou por caprichos da sorte. O autor do artigo, que pouco depois visitava Marzolo em Treviso, era um jovenzinho de quinze anos, César Lombroso, que na Itália foi o primeiro a perceber o gênio de Marzolo. Ante este, Lombroso se apresentou com o afeto de um filho e com a veneração de um discípulo.”

Marzolo criou tal amizade pelo seu jovem admirador, que, desde então, passou a ser o verdadeiro orientador do genial rapazinho, iniciando-o no cultivo de todas as ciências e de todas as artes, pondo-o em guarda contra o unilateralismo da cultura. Sob a sua direção o nosso biografado aprendeu o caldaico, o chinês, o hebreu e algumas línguas modernas; sob a sua palavra persuasiva, decidiu-se a estudar Medicina e a entregar-se a estudos naturalísticos, não obstante a sua inclinação para o Direito e as Letras.

Marzolo foi também quem primeiro inspirou a Lombroso o estudo da Antropologia e, além de ter exercido influência sobre a sua moral, sobre a sua maneira de conceber e de agir na vida, nele incutiu para sempre o extremado amor da verdade, em cuja procura Lombroso foi incansável a vida inteira.

Nas lutas unificadoras da Itália, em fins do século XIX, a Igreja tentara por todos os meios reter os seus Estados Papais, afirmando seus direitos ao poder temporal, fulminando anátemas contra aqueles que queriam privá-la de seus domínios em prol de uma Itália unida e, posteriormente, recusando qualquer contato com o governo, por lhe terem sido tomadas as terras. Lombroso, patriota ardente, foi por isso levado a professar a fé socialista, intensificada na última fase de sua vida, acreditando que só com uma completa reforma social se poderia abater a força do clericalismo e seus prejuízos, e com esse objetivo, pela tribuna e pela imprensa, buscou, durante a vida, ajudar a todas as escolas e instituições que concorressem para diminuir entre o povo o número de analfabetos, e resultassem, em consequência, na derrubada das forças dogmáticas, freio do progresso e da liberdade.
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