Tradução de ana paula cunha




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A elevação deliberada do Egito de sob as lamacentas águas, a evidência lingüística e os textos sumérios e bíblicos apóiam nossa conclusão que defende que as duas civilizações-satélites não se desenvolveram por acaso. Muito pelo contrário, foram planejadas e trazidas à luz do dia por decisão deliberada dos Nefilim.

Receando, evidentemente, os perigos de uma raça humana unificada na cultura e nos objetivos, os Nefilim adotaram a política imperial: "Divide e impera". Porque, enquanto a humanidade atingia níveis culturais que incluíam até mesmo tentativas de navegação aérea - depois do que "tudo o que eles planejarem, nada mais lhes será impossível realizar" -, os Nefilim eram uma espécie em declínio. Por volta do 3º. milênio a.C., os filhos e os netos, para não falar dos humanos com parentesco divino, ultrapassavam em número os grandes e vetustos deuses.

A acesa rivalidade entre Enlil e Enki foi herdada por seus filhos principais, e seguiram-se ferozes lutas pela supremacia. Até os filhos de Enlil, como vimos em capítulos anteriores, lutaram entre si, assim como o fizeram os filhos de Enki. Tal como aconteceu na história humana registrada, soberanos tentaram manter a paz entre seus filhos dividindo a terra entre os herdeiros. Em pelo menos uma circunstância conhecida, um filho (Ish­kur/Adad) foi deliberadamente enviado por Enlil para ser a principal deidade local na Terra da Montanha.

Com o correr dos tempos, os deuses tornaram-se soberanos, cada um guardando ciosamente o território, a indústria ou a profissão sobre o qual lhe fora concedido domínio. Reis humanos eram os intermediários entre os deuses e a humanidade que crescia e se alastrava. As afirmações de reis antigos, segundo as quais eles foram para a guerra, conquistaram novas terras, ou subjugaram povos longínquos "sob as ordens do meu deus", não devem ser tomadas levianamente. Textos e mais textos tornam bem claro que as coisas se passaram literalmente assim. Os deuses retinham os poderes de direção dos negócios estrangeiros, uma vez que estes negócios envolviam outros deuses noutros territórios. Assim, eram eles que possuíam a última palavra em assuntos de guerra e paz.

Com a proliferação de povos, Estados, cidades e vilas tornou-se necessário encontrar meios de relembrar ao povo quem era seu soberano particular, ou "o Supremo". O Antigo Testamento apresenta o problema de fazer o povo aderir ao seu deus e não "se aviltar atrás de outros deuses". A solução foi o estabelecimento de muitos locais de culto e a colocação dos símbolos e imagens dos deuses "corretos" em cada um desses locais.

Começava a idade do paganismo.
A seguir ao dilúvio, informam-nos os textos sumérios, os Nefilim organizaram longos conselhos tendo por tema o futuro de deuses e homens na Terra. Como resultado destas deliberações, "criaram as quatro regiões". Três delas - a Mesopotâmia, o vale do Nilo e o vale do Indo - foram fundadas pelo homem.

A quarta região era "sagrada", um termo cujo significado original literal era "dedicada, restrita". Dedicada unicamente aos deuses, era uma "terra pura", uma área à qual apenas se podia chegar com autorização; ultrapassá-la podia levar a uma rápida execução pelas "medonhas armas" brandidas por ferozes guardas. Esta terra ou região tinha o nome de TIL.MUN (literalmente, "o local dos mísseis"). Era a área restrita em que os Nefilim restabeleceram sua base espacial depois de a base de Sippar ter sido literalmente apagada do mapa pelas águas do dilúvio.

Uma vez mais, a área foi colocada sob as ordens de Utu/Shamash, o deus encarregado dos foguetes faiscantes. Antigos heróis como Gilgamesh empenharam-se em alcançar esta Terra de Vida, para serem levados por um shem ou uma Águia até o domicílio celestial dos deuses. Relembremos aqui a súplica de Gilgamesh a Shamash:
Deixa-me entrar na terra, deixa-me erguer o meu Shem...

Pela vida de minha deusa-mãe que me gerou,

Do fiel e puro rei, meu pai ­–

Que meus passos se encaminhem para a terra!
Antigos contos - e até mesmo a história registrada - evocam esforços incessantes do homem no sentido de "alcançar a terra", encontrar a "Planta da Vida" e adquirir a bênção eterna entre os deuses do céu e da terra. Esta ânsia é comum a todas as religiões cujas raízes profundas mergulham na terra da Suméria - todos viveram sempre na esperança de que a justiça e a integridade perseguidas na Terra fossem seguidas de uma "pós-vida” em algum lugar num domicílio divino celeste.

Mas onde ficaria esta inapreensível e etérea terra de divina união?

A resposta a esta questão pode ser dada. As pistas estão aí. Mas por detrás delas assomam outras questões. Os Nefilim foram encontrados desde então? E o que acontecerá quando eles forem de novo encontrados?

E se os Nefilim eram os "deuses" que "criaram" o homem na Terra, foi apenas a evolução que criou os Nefilim no Décimo Segundo Planeta?

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