Grupo de estudo das obras de andré luiz e




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10. O assédio da paciente invigilante - Largo foi o seu trânsito no mundo espiritual, entre remorsos sinceros e dores acerbas, até que nova oportunidade lhe foi concedida, através da faculdade mediúnica, cujo objetivo era ensejar-lhe o apaziguamento com muitos daqueles a quem prejudicara e que não conseguiram perdoá-lo. Graças à conduta irregular na área sexual, que o corrompera antes, renasceu com dificuldades e limites genésicos, que respondiam pelos tormentos atuais. Freqüentemente, ao adormecer, assomavam do seu inconsciente profundo as cenas do passado, as quais lhe produziam pesadelos cruéis que o atormentavam, levando-o a reviver o clima de morbidez que o intoxicara antes. Nesses dias, as aflições tornavam-se-lhe ásperas, levando-o à depressão, à insegurança, ao sofrimento. Naturalmente, cultivando esses sentimentos, sintonizava com os adversários, experimentando angústias de alto porte. Sua problemática sexual expressava-se em forma de timidez, insegurança, complexo de inferioridade... Ninguém lhe conhecia a identidade interior, que resguardava com dignidade, com pudor. Tivera então oportunidade de iniciar-se na tribuna espírita com muito equilíbrio, sendo a sua palavra inspirada recebida com avidez pelo público que acorria a escutá-lo com freqüência; contudo, à medida que se tornava conhecido, mais pesado ônus íntimo lhe era exigido. Reconhecendo as próprias deficiências, Francisco recolhia-se, evitava o tumulto, as rodas excitantes da frivolidade, acautelava-se. A pouco e pouco, sua pessoa passou a merecer destaque no Grupo, o que provocou, por outro lado, a reação dos adversários desencarnados, em especial dos inimigos do Bem. Convidado a atender enfermos e obsidiados, o médium entregou-se ao labor com espírito de serviço, com a pureza de sentimento exigível. Apesar disso, gentil senhora que lhe recebia a assistência espiritual e a bioenergia, frustrada nas ambições conjugais e insatisfeita consigo mesma, acostumada a uma conduta permissiva, então em moda, começou a afeiçoar-se ao jovem trabalhador e, sem policiar a distonia moral, terminou por apaixonar-se, tornando a sua vida um verdadeiro pandemônio. Ela telefonava-lhe insistentemente, adoecia com o objetivo de ter-lhe a presença, cultivava idéias perturbadoras, envolvia-o com vibrações e pensamentos de lascívia. A princípio, Francisco escusou-se, procurou esclarecê-la, apelou para os deveres familiares a que ela se prendia, mas em vão. A verdade é que, dando campo a vinculações psíquicas levianas, tornou-se ela tormento incessante para o jovem médium. (Vidas em Perigo, pp. 187 e 188.)
11. Na raiz de todo problema encontramos o passado - De tal forma a dama se entregou ao cultivo dos caprichos lúbricos, que acabou atraindo terrível obsessor, vinculado ao Soberano das Trevas, o qual passou a telecomandá-la, tendo em mente levar adiante a programação daquele Espírito terrível que, através da mulher invigilante, pretendia gerar tumulto e desconcerto no Grupo dirigido espiritualmente pelo irmão Vicente. Sentindo-se repelida e aspirando os fluidos tóxicos do comparsa espiritual, a mulher transformou a paixão vulgar em meta essencial da existência, chantageando o homem correto, que a recusava. Altas horas da noite telefonava-lhe, ameaçando narrar o que dizia ser seu sofrimento ao marido, suicidando-se depois e inculpando-o. Aturdido, Francisco resolveu expor o problema ao dirigente da Casa, o irmão Almiro, a fim de receber a orientação da sua experiência, o conselho hábil para solucionar o problema em agravamento. (Quando os indivíduos se buscarem com respeito e confiança, apoiando-se uns aos outros, abrindo o coração, muitos desaires e tragédias poderão ser evitados, ampliando os horizontes da lídima fraternidade, especialmente quando os membros de um mesmo ideal recorrem ao amparo e à inspiração recíproca sob o apoio divino. Certamente foi por essa razão que Jesus recomendou: Confessai-vos uns aos outros.) Almiro escutou, emocionado e atento, toda a narração, envolvendo em simpatia e ternura o consulente e companheiro de atividades espíritas. Depois de deixá-lo exteriorizar as aflições em catarse feliz, o dirigente, devidamente inspirado pelo Mentor do Grupo, elucidou: “Na raiz de todo problema encontramos a presença do passado. No ontem situam-se as causas, como sabemos, positivas ou perturbadoras da nossa caminhada no rumo do progresso. Equivocados e renitentes, os devedores nos apresentamos jungidos à canga dos débitos que a imprevidência e a presunção nos levaram a contrair. Particularmente, na área dos conflitos sexuais, assim como da insegurança pessoal com todo o seu séquito de tormentos, enfrentamos o ressumar da intemperança e dos abusos de vária ordem, que volvem do pretérito espiritual. O apóstolo Paulo, escrevendo aos gálatas, refere que ‘Tudo o que o homem semear, isso também ceifará’, demonstrando a excelência da Justiça Divina. Daí resulta que a existência física é uma oportunidade feliz de recomposição, em que o endividado se reedifica interiormente mediante o aproveitamento das horas. Aqueles que se consideram estigmatizados por esta ou aquela limitação sexual, estão sob a disciplina retificadora dos excessos que antes se exigiram, impondo-se-lhes a necessidade de recuperação do equilíbrio”. (Vidas em Perigo, pp. 188 a 191.)
12. Ninguém consegue transitar no mundo sem os desafios e as aflições - Prosseguindo em sua análise, o senhor Almiro aduziu: “Alguns psicoterapeutas, vinculados ao pensamento freudiano, recomendariam de imediato a sua entrega ao prazer, à liberação da libido, ao comércio alucinante do sexo nos intercâmbios heterodoxos ora em voga... Não nos cumpre, porém, censurar-lhes a óptica de observação e avaliação do comportamento do homem, que reduzem à simples expressão de animal sexual. Considerando, no entanto, o ser, na sua totalidade, imortal na sua essência, a visão dos problemas que lhe dizem respeito sofre profunda alteração. É certo que a imposição de uma conduta castradora, coibitiva das funções genésicas, atenta contra a própria fisiopsicologia do indivíduo. De acordo com o tipo de cada problemática, é indispensável uma solução específica, equivalente, que lhe corresponda. Assim, no campo das funções reprodutoras, a eleição do parceiro pelo amor representa valiosa decisão, que lhe faculta o núcleo familial no qual se caldearão as expressões da conduta, surgindo o equilíbrio mediante a entrega ao dever, ao amor... Noutras expressões da manifestação sexual derivadas do ontem, certamente essas solicitarão a canalização condizente, dirigindo as energias genésicas para os objetivos da beleza, da cultura, da fé religiosa, da ciência, da tecnologia, que também proporcionam a plenitude. A liberação ampla, que facilmente se transforma em comportamento promíscuo, mais aflige e complica o quadro do portador dos conflitos. Examinem-se os campeões do prazer, e ver-se-á como se apresentam instáveis, atribulados, insatisfeitos, derrapando nos abismos das drogas, das alucinações variadas... É claro que não pretendemos recorrer a imposições puritanistas que ficaram nos dias idos. Somos de parecer que a abstinência, a conduta saudável, mental e física, será sempre o melhor processo psicoterapêutico para a recomposição das paisagens emocionais e morais...” Focalizando, em seguida, diretamente o caso do amigo, o senhor Almiro acrescentou: “Eis por que, nas dificuldades em que você se vê envolvido, as atividades bem orientadas têm-lhe constituído meio seguro de auto-realização. Como ninguém consegue transitar, no mundo, em clima de harmonia plena, isto é, sem a presença dos desafios e das aflições, ditosos são aqueles que podem olhar para trás sem anotar deslizes que tornariam a própria situação mais conflitiva, mais tormentosa”. “Dessa forma, através da reflexão, você identificará os fatores de perturbação que o aturdem e prosseguirá conduzindo o barco somático de forma equilibrada, embora alguma carência que venha a registrar. A mediunidade é-lhe campo formoso de experiências iluminativas, em cujo aprimoramento suas energias criadoras são utilizadas de maneira eficiente, tranqüilizando-o.” (Vidas em Perigo, pp. 191 e 192.)
13. Dentre todas as paixões, os apetites sexuais constituem o maior verdugo - Estimulando o companheiro a prosseguir nas suas tarefas, superando-se e transformando lubricidade em afeto, sofreguidão em paz, vício em virtude, o irmão Almiro lembrou-lhe que as comunicações mediúnicas exigem o combustível das forças físicas e psíquicas do instrumento, e que, não raro, o problema apresentado tinha vinculações com os hábitos mentais incorretos, que desarticulam a emoção. Corrigindo-se o centro de posicionamento das idéias, estas fluirão em harmonia e em paz. Quanto à senhora enferma e obsidiada, faziam-se necessárias redobrada vigilância, oração e decisão imediata de interromper o nefasto processo. “Sem dúvida -- esclareceu o dirigente --, nossa infeliz cliente se encontra sob indução espiritual perversa. Utilizando-se dos seus hábitos mentais e morais licenciosos, adversários dela como de nós outros açulam-lhe os apetites sexuais, alucinando-a. Porque se permite cultivar as idéias e as aspirações subalternas, encontra-se em faixa psíquica inferior, sendo estimulada à perversão que a pouco e pouco a desarvora.” Enquanto não nos conscientizarmos de que a mente é dínamo gerador de forças, e que, de acordo com a qualidade da onda emitida, nessa freqüência nos sentiremos, o problema em pauta se transformará em tragédia do cotidiano, cada dia mais cruel. Esse desbordamento das paixões, durante as horas de lucidez, arquiva no subconsciente os clichês dos desejos não fruídos, que ressurgem à hora do repouso físico como sonhos perturbadores, nos quais intercambiamos com os obsessores. “Dentre as paixões primitivas que remanescem na criatura humana, os apetites sexuais -- afirmou o irmão dirigente -- se tornam os mais terríveis verdugos, cedendo espaço para as fugas espetaculares em variada expressão de vícios. O plasma psíquico do sexo da pessoa cobiçada atormenta o inquieto e inconseqüente, levando-o à desarmonia e à loucura. Somente a decisão forte e consciente para a libertação rompe esse círculo apertado de desejo e insatisfação, de gozo e sede...” Como se procurasse escutar, nos refolhos da alma, a palavra do irmão Vicente, que lhe dominava a mente, o senhor Almiro finalizou: “Encerre imediatamente esse capítulo triste da sua existência que você não está a desenhar. Colhido pela irmã em desalinho, a quem busca ajudar, use de franqueza sem agressividade, e não volte a vê-la”. Colhido pelo conselho claro e direto, Francisco perguntou: “E se, induzida pelo mal que nela reside e pela Entidade má com a qual se homizia psiquicamente, ela vier a suicidar-se?” Almiro meditou e, muito calmo, redargüiu: “Seria profundamente lamentável essa ocorrência inditosa para ela, como também para nós todos. No entanto, a opção é dela. A pretexto de auxiliá-la, sem que ela deseje ajudar-se, não é lícito que você se perca e se desequilibre, sabendo, conforme cremos, que você é somente um capricho a mais, um brinquedo nas mãos levianas de uma pessoa inconseqüente, bem como de Entidades vingativas”. (Vidas em Perigo, pp. 192 a 194.)
14. Os médiuns não são criaturas especiais - Finda a entrevista com Almiro, Francisco recuperou a serenidade e retornou ao lar, meditando a respeito da conduta que lhe foi proposta. Portador de grande sensibilidade, embora confiasse na ajuda divina que nunca nos falta, receava um desfecho trágico, quando tomasse a iniciativa de interromper o intercâmbio nefasto. Valendo-se de um momento disponível nas atividades do irmão Vicente, Miranda perguntou-lhe por que os médiuns normalmente se apresentam portando problemas graves, como acontecia a Francisco. Respondeu-lhe o Mentor: “Não são os médiuns, conforme sabemos, criaturas especiais, destinados à galeria espiritual dos eleitos, como seres venerandos. Normalmente são Espíritos muito comprometidos que dispõem das faculdades medianímicas para mais servir, reequilibrando o psiquismo desarmonizado ao impacto das ações incorretas. Vitimados pela consciência culpada, experimentam os conflitos que defluem das atitudes exorbitantes que se permitiram. A faculdade propicia-lhes ajudar aqueles a quem ofenderam e se demoram em aflição, assim como a socorrer indiscriminadamente a todos que ourvir-lhe de disciplina corretora. Como a mediunidade exterioriza energias específicas, que se caracterizam por ondas de simpatia, qual ocorre em diversas áreas humanas -- a vinculação do paciente com o seu terapeuta, do cliente com o seu advogado, do servidor com o seu administrador --, o que é quase normal, muitas vezes degenera em uniões conflitivas, extraconjugais, sem sentido, produzindo despertamento, após passadas as labaredas da paixão, da dependência emocional, em situações inamistosas, quando não em tragédias lamentáveis. “Nosso Francisco -- acrescentou o Mentor -- deverá permanecer com o seu espinho na carne, transformando as energias criadoras do sexo em construções do Bem e da Caridade.” (Ocorrência Grave, pp. 195 e 196.)
15. Quem deseje ascender, recebe ajuda para isso - Depois de afirmar que não havia, necessariamente, vínculo entre a senhora obsidiada e Francisco, Vicente explicou que toda ação se direciona ao equilíbrio cósmico, mantendo-o ou desarticulando-o. Assim, a recuperação dá-se em relação às Leis da Vida e não particularmente a cada indivíduo que se sente prejudicado. É por isso que o perdão oferecido pela vítima proporciona a ela mesma maior bem, enquanto o ofensor, embora desculpado, permanece devedor, até o momento em que resgate o mal que praticou. “Nossa irmã -- informou Vicente -- é acidente natural de percurso, utilizada por mentes desencarnadas, que a manipulam nos quadros da sua leviandade e que pretendem dificultar o ministério do médium criando perturbação e desídia em nossa Casa, fiéis ao programa de desafio e agressão a que se propõe o Chefe, como sabemos. Indiretamente ela se elege cobradora, desnecessária à lei de harmonia, tornando-se, por sua vez, vítima da própria luxúria. Se se mantivesse em outro campo de conduta moral, provavelmente se sentiria tocada pela simpatia do jovem, transformando-a em amizade enriquecedora ao invés de aflição degenerativa, o que lhe faculta sintonizar com o comparsa desencarnado.” Miranda indagou se haveria perigo de uma ocorrência suicidaacilmente recebe ajuda para erguer-se; da mesma forma, aquele que prefere os pauis, com igual liberdade ali se demora. A decisão, portanto, é de cada pessoa, conforme as luzes do discernimento que possua.” ( Nesse ponto, Vicente convidou Miranda a visitar, com ele, a médium Raulinda, em cujo quarto eles depararam com uma cena inesperada. Tomada de compulsivo pranto, a jovem apresentava-se agitada e envolta em densas vibrações de sensualidade, enquanto seu adversário desencarnado agredia-a com inusitada violência, blasfemando e acusando-a.) Vicente esclareceu que Raulinda se debatia no conflito em torno da sua problemática de saúde, buscando entender-lhe a gênese. Tratando-se com um esculápio de formação moral vulgar, este incutiu-lhe na mente que sua enfermidade possuía raízes histéricas e que somente através do relacionamento sexual poderia ser solucionada. (Ocorrência Grave, pp. 197 e 198.)
16. O livre-arbítrio é o excelente direcionador do destino - Acostumado à sedução, e percebendo a insegurança e a inquietação da cliente, o médico vinha encaminhando todas as conversações nesse sentido, candidatando-se ele próprio à solução. Casado e pai de família, mas leviano e inescrupuloso, hipnotizou-a com a orientação, e naquele dia mesmo, em pleno consultório, consumara a terapia aviltante. Passado, porém, o momento do enlevo e da sedução, Raulinda tomou consciência da invigilância e, embora tardiamente, arrependeu-se. “Como o caro Miranda se recorda -- explicou Vicente --, temos tentado auxiliá-la com esforço e intensidade de amor em várias oportunidades. O matrimônio estava na pauta da sua reencarnação, a fim de que o adversário desencarnado lhe voltasse aos braços na condição de filho, para que o amor santificado resgatasse a loucura do passado. Desatenta e apressada, resolveu aceitar as propostas infames do médico e, conforme o imperativo das Leis Soberanas, tornar-se-á mãe... Colhido pelo inesperado, e atraído pelo fenômeno biológico da fecundação, o seu inimigo percebe que se encontra imanado ao ovo, em razão de haver-se vinculado ao gameta masculino mediante o processo automático do renascimento. Essa a razão do seu desespero e agressividade ora exacerbados. Tombou nas malhas magnéticas da própria armadilha. O que aconteceria por amor, a imprevidência produziu pela violência.” Feitos esses esclarecimentos, o Mentor acrescentou: “Nossa presença aqui, neste momento, objetiva diminuir as cargas de perturbação, que poderão crescer, levando nossa Raulinda, desgostosa, a uma decisão mais hedionda, qual o suicídio, por dar-se conta da gravidade do acontecimento, não se encontrando com as resistências morais hábeis para suportar os efeitos do gesto impensado. Oremos”. (A irreflexão é responsável por muitos males que afligem o ser humano, que passa a sofrer danos que não se encontram programados na sua ficha cármica. Fatalmente destinado à plenitude, a sua jornada é feita, etapa a etapa, mediante o livre-arbítrio, que se torna o excelente direcionador do destino. Quando a opção é correta, acelera a marcha, e quando é equivocada retarda-a, aprendendo, pela metodologia da reeducação, a discernir o que deve fazer e como realizá-lo, passando a agir com acerto. Contudo, quando gera dificuldades para si mesmo, sofrendo-as com resignação e amor, elas se tornam elementos vitais para a libertação do indivíduo.) A jovem Raulinda, deixando-se fragilizar pela dúvida em torno das questões espirituais e estimulada pelo passado à preservação das paixões primitivas, permitiu-se tombar na cilada da insensatez. A ilusão do prazer sexual, sem, no entanto, o amor que lhe dá harmonia, é qual incêndio voraz, sempre fugaz e destruidor... O ser desperta dele insatisfeito, sob a carga dos efeitos que lhe cumpre conduzir, amargando reflexões e, às vezes, revolta contra si mesmo. O médico, certamente, jamais assumiria a paternidade, leviano que era, transferindo a responsabilidade para outrem, como de hábito acontece. É comum a queixa em torno da não proteção divina àqueles que sofrem. Esta, porém, jamais falta, chegando sempre antes da consumação do mal. Entretanto, quando a invigilância desencadeia o drama, torna-se mais difícil deter-lhe o volume, que é resultado das ações irregulares do início. O caso Raulinda encaixava-se perfeitamente nessa tese. (Ocorrência Grave, pp. 198 a 200.)

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