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Situação Missionária



Por Atividade Missionária, queremos significar aqui todo o trabalho apostólico dirigido a pessoas e grupos que ainda não conhecem Jesus Cristo ou não acreditam n’Ele, entre os quais a Igreja não lançou raízes ou cuja cultura não foi tocada pelo Cristianismo.
Importam tomar consciência de que entre os povos a serem evangelizados existem grandes diferenças, a nível de cultura, de educação e de condições sociais. Mesmo dentro das fronteiras de uma nação, podemos encontrar cidades muito povoadas e comunidades rurais dispersas. Haverá certamente diferenças entre ricos e pobres, entre pessoas de elevada cultura e analfabetos, entre raças e línguas.
O número global das pessoas que não conhecem Jesus Cristo cresce mais rapidamente que o número de crentes.
É neste vasto campo que atua o missionário – sacerdote, religioso ou leigo. Vindo de fora, é brecado na sua ação pela diferença de raça, de língua e de cultura. A experiência e a preparação podem facilitar o trabalho, mas dificilmente remover os obstáculos.
Num território aberto pela primeira vez ao trabalho apostólico, a sua tarefa consiste em fundar comunidades cristãs locais que, depois de crescerem e de se tornarem Igrejas auto-suficientes, se convertam em centros de irradiação missionária.
Inicialmente, o missionário procurará criar rapidamente uma rede de contatos e de amigos. Onde for possível, há de estabelecer os serviços necessários – escolas, clínicas médicas, etc. – para testemunhar a fé cristã e facilitar os contatos. Entre os convertidos, selecionará os catequistas e outro pessoal da Igreja.
O missionário e o catequista local podem instruir apenas aqueles que desejarem ser instruídos. Criar este desejo é, propriamente falando, converter. Abaixo de Deus, este desejo surge

[Capítulo 40 Ide por Todo o Mundo e Pregai o Evangelho página 320]
normalmente do contato com um leigo católico, e, mais tarde, com o sacerdote. É um crescimento gradual na amizade e confiança. “Venho falar com Vossa Rev.ma porque conheço um católico”, costumam dizer, os interessados, ao sacerdote.
Ao missionário aflito, a Legião oferece-se como instrumento provado para cativar convertidos e garantir a sua perseverança. Membros de uma comunidade local, tendo inicialmente o missionário como Diretor Espiritual, os legionários instruirão, formarão e levarão os neo-convertidos a evangelizar contínua e metodicamente. Não vêm de fora, como o missionário. Vivem no local para, com a devida formação, atuarem como luz, sal e fermento da comunidade, como os primeiros cristãos.

Desenvolvimento da Legião



À medida em que o número e a qualidade dos legionários crescerem, será necessário, para garantir o treino conveniente, aumentar o número de Praesidia. Talvez cada um dos sacerdotes possa assumir a direção espiritual de mais de um grupo. Lance-se mão, se possível, de catequistas e outras pessoas com experiência, como presidentes, para treinar e animar os Praesidia. Cada novo Praesidium serão mais dez a vinte soldados da fé em ação.
O bom êxito de semelhante política de multiplicação dos Praesidia fará, com o tempo, que cada sacerdote possa organizar as atividades de numerosos trabalhadores apostólicos. Cada pároco desempenhará então, no campo que lhe foi confiado, funções semelhantes às do Bispo na sua diocese. Quanto ao bispo, estará na posse de uma numerosíssima e irresistível fileira de trabalhadores pela fé. Com eles e através deles poderá pregar o Evangelho a todas e cada uma das pessoas do território de que é responsável.
O que aqui se propõe não é um plano imaginário, mas o fruto de numerosos anos de frutuosas experiências de evangelização nas terras de missão, sob as mais variadas condições.

Um dever concreto para cada legionário



A todo legionário se dará uma tarefa bem definida. Examine-se o conjunto da tarefa a ser realizada e então dividam-se as tarefas e responsabilidades. Cada um terá a sua e será responsável por seu cumprimento. Faça-se compreender aos legionários que, na realização dos seus trabalhos apostólicos, se colocam ao

[Capítulo 40 Ide por Todo o Mundo e Pregai o Evangelho página 321]
serviço do sacerdote. Através deste, estão em comunhão com a Igreja. Um dos principais objetivos do sistema da Legião será convencer cada legionário desta responsabilidade e prepará-lo para a cumprir honrosamente.
Entre os trabalhos que os legionários podem convenientemente assumir nas situações missionárias, assinalemos os seguintes:

a) preparar as visitas periódicas do missionário a postos isolados;

b) instruir os catecúmenos, procurar novos candidatos e animá-los a uma assistência regular;

c) estimular os católicos descuidados e os indecisos a voltarem à perfeita prática da fé;
d) orientar as funções paralitúrgicas;

e) atuar como Ministros Extraordinários (da Eucaristia, etc.);
f) cuidar das necessidades espirituais dos moribundos e do seu posterior funeral cristão. As necessidades locais hão de sugerir outros exemplos de obras de misericórdia espirituais e corporais.

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