Grupo de estudo das obras de andré luiz e




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(Fonte: capítulos 21 a 25.)
1. Um Centro não se resume às paredes físicas - Após a reunião, Artêmis e Hermelinda puderam compreender por que a hanseníase lhes arrancara do lar o esposo e irmão querido, sempre atormentado pela irascibilidade e prepotência que trazia na alma rude desde antes. A história pungente contada por Ju­les (vítima de Rafael no passado) sensibilizara-lhes o es­pírito. Sua re­ação era perfeitamente compreensível e perdoável. Feliz­mente, a palavra de amor e luz lhe chegara à sensibilidade, e a interfe­rência da esposa do passado o alcançara a tempo de diminuir a inclemên­cia persistente da sua maceração íntima. Retornando a casa, logo se ser­viram de frugal ali­mentação e adormeceram com o espírito dulcificado, reconhecido. Natér­cio, o incansável dirigente espiritual da equipe me­diúnica, organizara para aquela noite o prosseguimento da tarefa de as­sistência e socorro. Por isso, à medida que as horas se acentuavam na noite plena, trabalhadores desencarnados, adrede convocados, passaram a atuar, conduzindo as personagens envolvi­das naqueles dramas até o re­cinto consagrado à atividade mediúnica, no Centro Espírita. Como se sabe, a Casa Espírita dedicada ao ministério do esclarecimento, conforme as finalidades superiores da Doutrina Espírita, não se resume às paredes físicas. Antes que se consolidassem os planos para a edificação material daquela Instituição, Natércio providenciara as primeiras diretrizes so­bre as quais fundamentaria a Obra. Profundo admi­rador e discípulo de São Francisco Xavier, que foi na Terra incansável propagandista da fé cristã, no século XVI, recorreu ao fiel Apóstolo de Jesus, suplicando seu patrocínio espiritual para a Casa que pretendia erguer e cuja fina­lidade seria a divulgação do Cristianismo na sua pureza primitiva. (Cap. 21, págs. 195 e 196)
2. O espírito é nossa meta primacial - Recebido pelo Mensageiro do Cristo, cuja vida fora dedicada à cultura e à expansão da Doutrina de Jesus, expôs o programa que, com hu­mildade, objetivava realizar. Incre­mentaria entre os homens o ardor da fé e a pureza dos princípios morais, conforme as regras simples dos "seguidores do Caminho", sem os atavios do dogmatismo, da aparência, dos formalismos. Seu desejo era trazer de volta aos corações os postulados cristãos que pudessem abrasar os espí­ritos e refundi-los na forja da ca­ridade, preparando o advento dos Novos Tempos, de que Kardec fora o re­cente precursor. Por isso, ele rogava o beneplácito da proteção e guarda para os empreendimentos em pauta, con­siderando o seu carinho por aqueles que ignoravam, no passado, a mensa­gem libertadora. Depois de expor seu programa e relatar as dificuldades vigentes em nossa época, em que a li­cenciosidade, o egoísmo e o materia­lismo reinam soberanos, Natércio re­cebeu o aval do insigne missionário, sob a condição de ali se primar pela preservação do Evangelho em suas linhas puras e simples, num clima de austeridade moral e disciplinados serviços iluminativos, com os re­sultantes dispositivos para a caridade nas suas múltiplas expressões, tendo-se porém em vista que os socorros materiais seriam decorrência na­tural do serviço espiritual, prioritário, imediato, e não os preferen­ciais... Não deveriam esquecer-se de que a maior carência ainda é a do pão de luz da consolação moral, que o Livro da Vida propicia farta­mente... A orientação era sábia, porque muitas ve­zes se substituem os deveres primeiros e mais urgentes -- os da alma -- por outros de caráter secundário, referentes ao corpo. Evidentemente, alguém em aturdimento por falta de pão ou de saúde, sob dores e espícu­los venenosos, não sabe nem consegue ouvir a palavra de vida eterna, e até se rebela, quando a es­cuta. Todavia, a pretexto de atender-se à aflição, à fome, à enfermidade e à dor, muitos cristãos se detêm na te­rapia externa, sem averiguarem as nascentes do mal, a fim de o estancar nas suas origens, impedindo-lhe o crescimento e o contágio. Pensa-se muito em estômagos a saciar, corpos a cobrir, doenças a curar... Sem me­nosprezar-lhes a urgência, o Consolador tem por meta primacial o espí­rito, o ser em sua realidade imortal, donde procedem todas as conjuntu­ras e situações que se exteriorizam pelo corpo e pelos contingentes hu­manos e sociais da Terra... (Cap. 21, págs. 197 e 198)
3. Como deve ser a assistência social espírita - A assistência social no Espiritismo é valiosa, no entanto, precatem-se os "trabalhadores da úl­tima hora" contra os excessos, para que a exaustão com os labores exter­nos não exaura as forças do entu­siasmo nem derrube as fortalezas da fé, ao peso da extenuação e do de­sencanto nos serviços de fora. Evangelizar, instruir, guiar, colocando o azeite na lâmpada do coração, para que a claridade do espírito luza na noite do sofrimento, são tarefas urgentes, basilares, na reconstrução do Cristianismo. Os compromissos materiais de assistência social podem di­ficultar a livre ação moral de muitos traba­lhadores honestos, que se vêem obrigados a fazer concessões doutrinárias e morais, para não perde­rem ajudas, valores, bens transitórios que pro­duzem rendas e facultam socorros... Sem dúvida, a caridade material me­rece consideração e ca­rinho, dedicação e esforço de todos nós, mas a ca­ridade moral, de pro­fundidade, a tarefa do socorro espiritual, não con­tabilizada, nem difun­dida, é urgentíssima, impondo-nos a necessidade de atenção e zelo. Mul­tiplicam-se admiráveis locais de socorro humano, ma­terial, iniciados a expensas do Consolador, onde a técnica vem substi­tuindo o amor, com a saturação do serviço pelo excesso e repetição ge­rando irritação e mal-estar e fazendo que se falhe nas horas do socorro moral, nos atos da pa­ciência e humildade, nos ministérios espirituais da palavra esclarece­dora, do passe reconfortante... Em muitas instituições, não existe lugar nem tempo para Jesus ou para os obsidiados, os ignoran­tes do espírito e os impertinentes, tais as preocupações, os compromis­sos sociais, as cam­panhas e movimentos pela aquisição argentária... Por isso, sem qualquer restrição à prática da caridade material, a caridade moral e a caridade espiritual, que beneficiam o paciente e edificam o benfeitor, fortale­cendo-os e alegrando-os no Senhor, constituem-se em imperativo primor­dial e insubstituível. Foi o que Francisco Xavier soli­citou a Natércio: no exercício da caridade, dar preferência aos enfermos do espírito, par­ticularmente os obsidiados, em cujo ministério se deve­ria cuidar com acendrado carinho dos perseguidores desencarnados. Eis assim o programa da Sociedade Espírita em que Epifânia servia, canali­zando suas forças para a desobsessão, a pregação e a mensagem psicogra­fada, com vistas à iluminação das criaturas. (Cap. 21, págs. 198 a 200)
4. O Centro Espírita "Francisco Xavier" - Quando a Casa foi erguida, ob­servaram-se na sua construção os cuidados com a aeração, o conforto sem excesso, a simplicidade e a total ausência de objetos e enfeites fora os indispensáveis ao seu funciona­mento. Todavia, nos departamentos reserva­dos à câmara de passes, ao re­cinto mediúnico e à sala de exposições dou­trinárias, foram providencia­das, no plano espiritual, aparelhagens com­plexas e apropriadas às suas finalidades específicas. Espíritos especia­lizados em impregnação magné­tica do ambiente foram requisitados para a criação de uma psicofera sa­lutar e, ulteriormente, ficaram destacados alguns obreiros para o tra­balho permanente de preservação e renovação, instalando-se também recur­sos de defesas, a fim de se resguardarem a Casa e seus freqüentadores das nocivas investidas das hordas de saltea­dores e vagabundos desencar­nados, como também para se fazer a triagem dos que, situados na errati­cidade, poderiam penetrar-lhes o recinto... Natércio, que no século XVII, seguindo o mestre de Navarra, se dedicara ao apostolado no Oriente, tendo-se entregue ao martírio nas terras chi­nesas do Norte, en­sinara, em sucessivas instruções aos companheiros en­carnados, como deve­riam estes comportar-se e preservar o recinto quanto às conversações frívolas e vulgares, responsáveis pela sintonia com Es­píritos ociosos e malévolos, que se insinuam através das mentes invigi­lantes e, não raro, se introduzem em locais que lhes são vedados, por perturbação nas defe­sas, em virtude das urdiduras e responsabilidades dos médiuns e direto­res invigilantes. Hospital-Escola para os que so­frem, o Centro Espírita é templo de recolhimento e oração, onde se esta­belecem, se fixam e por onde transitam as forças da comunhão entre o ho­mem e Deus. Em face disso, tendo em vista as relevantes tarefas que nele se realizam, no Centro Espírita não podem coexistir a leviandade e a honradez, a chufa e o verbo edificante, a esperança e a revolta... Dife­rença psíquica signi­ficativa tem que apresentar a Casa Espírita em rela­ção a outros recintos de qualquer natureza, atestando, dessa forma, a qualidade dos seus tra­balhadores espirituais e o tipo de finalidades a que se destina... Era exatamente esse o caso do Centro Espírita "Francisco Xavier" onde, na­quela noite, os Ferguson teriam um novo en­contro com comparsas e adver­sários do pretérito. (Cap. 21, págs. 200 a 203).
5. Enfermidade cármica - Ali chegaram e foram instalados: Rafael, assis­tido por Cândido e pelo Dr. Armando Passos; Hermelinda e Artêmis, ampa­radas por Adelaide; Lisandra e Gilberto, assistidos por enfermeiros es­pecializados do plano espiritual; Jules, amparado por Louise-Caroline, e, por fim, Ermínio Lo­pez, que se debatia na contenção fluídica a que estava submetido pelos técnicos em desobsessão encarregados de controlá-lo. A médium Epifânia movimentava-se com facilidade e conversava, tranqüila, com outros mé­diuns que foram convidados ao prosseguimento do mi­nistério. Dentre os encarnados era a única a exteriorizar suave clari­dade que a emoldurava com expressiva beleza espiritual. Seu ministério de abnegação e anoni­mato, de constante dedicação ao bem de todos, fi­zera-a granjear, além do respeito natural e da afeição de que desfru­tava, os títulos de enobreci­mento pessoal com que se depurava, aclima­tando-se desde logo, enquanto no corpo físico, aos empreendimentos transcendentes na outra esfera da vida. O caso Rafael-Lisandra chamou a atenção de Manoel Philomeno pela conjugação da enfermidade (hanseníase) com a obsessão. Natér­cio lhe explicaria, mais tarde, que os impositivos cármicos de ambos insculpiram nos seus perispíritos as matrizes para o desenvolvimento e a cultura do "mal da Hansen", que eclodiu em momento próprio como compul­sória expiatória, cuja liberação lograriam ou não, de acordo com o com­portamento moral e espiritual que se impusessem. Ade­mais, a pressão ob­sessiva pela vinculação direta com os desafetos do passado lhes subtraí­ram forças e resistências orgânicas, fazendo a ma­quinaria física sucum­bir à virulência do bacilo, quando saído da incuba­ção. Lisandra, sob a técnica fluidoterápica de Cândido, conseguira apressar a "cura clínica", em face, também, da assistência médica espe­cializada e, simultaneamente, como concessão à interferência de Ade­laide, que sabia que a jovem não poderia atravessar com êxito aquela jornada, quando o processo mental adicionasse maior soma de desequilí­brios à sua existência. Eis pois a razão de lhe ter sido atenuado o carma, em procedimento de misericórdia, que a jovem auto-obsidiada por pouco não interrompera com a tentativa de suicídio. (Cap. 22, págs. 205 a 207)
6. O encontro na noite - Diferente era a situação de Rafael, cuja soma de deslizes mo­rais e comprometimentos espirituais se fazia maior. Apesar do programa de renovação íntima que então se impunha, não conseguira ainda liberação da enfermidade, por serem débeis os lucilares do senti­mento nobre de sua alma, que saía das furnas do egoísmo, recém-atraída para o Sol da soli­dariedade. Sua quota de amor ainda era insuficiente para cobrir-lhe a "multidão dos pecados"... A reunião programada desti­nava-se, assim, ao exame das vinculações geratrizes das obsessões. Se na primeira opor­tunidade, fora estudado o problema direto de Rafael, seria agora Lisan­dra a merecer maior quota de atenções. Estando todos a pos­tos, Natércio procedeu a rápidas informações sobre o que se iria reali­zar e orou, hu­milde, rogando ao "Senhor dos sofredores" o amparo espiri­tual para a ta­refa. Finda a oração, que colheu a todos orvalhados por lá­grimas de confiança e consolo, Natércio acercou-se de Ermínio Lopez, que acompanhava os preparativos da reunião sem compreender o que ocor­ria, e falou-lhe com meiguice e energia: "Apresentamo-nos para ajudar-te. No entanto, pretendemos auxiliar também os que se acumpliciaram para a tua desdita. Não somos partidários de uns em detrimento de outros, an­tes procuramos ser amigos, irmãos de todos que nos encontramos vincula­dos pelos liames amorosos de Nosso Pai..." Ermínio interrompeu-o di­zendo: "Sou, porém, a vítima..." O dirigente espiritual respondeu-lhe que ali ninguém se dispunha a julgar, mas a servir, e que ele soubesse que seus movimentos e atitudes estariam controlados por atentos enfer­meiros daquela Instituição. A Entidade infeliz possuía um aspecto cons­trangedor. A fácies patibular apresentava-se desfigurada, horrenda, e ele falava com arrogância e desprezo, destilando ódio mortal. (Cap. 22, págs. 207 a 209)
7. O caso Ermínio Lopez - Enquanto Natércio se dirigia a Ermínio, dois enfermeiros espi­rituais acercaram-se de Rafael e aplicaram-lhe recursos magnéticos por meio de passes, despertando-o para o momento. O hanse­niano despertou com vagar e, dando-se conta do lugar em que se encon­trava, saudou Cândido com real alegria, ao mesmo tempo em que viu o Dr. Armando Passos, igual­mente lúcido. Nesse momento, Ermínio, gritando o nome de Annette, enca­minhou-se em direção à jovem Lisandra, que desper­tou em sobressalto e, vendo o interlocutor, pôs-se a tremer, tombando vencida por uma convul­são epiléptica violenta. Os enfermeiros auxilia­ram-na com energias cal­mantes, enquanto ela balbuciava em estertores: "Ermínio, deixa-me... Tu morreste... Larga-me, infeliz". A atormentada Entidade, vendo-a debater-se, pôs-se a gargalhar, chocante, afligindo-a com verbetes depreciativos e agredindo-a verbalmente. A custo, Lisandra recompôs-se e foi novamente acomodada; então, em vez do terror, ela transfigurou-se, iniciando-se entre os comparsas do triste drama o se­guinte diálogo: "Descobri-te e não te deixarei, enquanto não seque a fonte do meu ódio, fazendo-a ver­ter lágrimas de fogo com que me acalma­rei, vendo-te arder", disse-lhe Ermínio. "Não me fugirás mais..." Lisan­dra respondeu-lhe: "Não sou cul­pada..." "Sim, tu o és, desgraçada!" -- replicou Ermínio. "Eu o odeio também. Ele, no entanto, estava no seu pa­pel de marido traído. Tu, não, pois que me dizias amar..." Lisandra afirmou que o amava... "E mataste-me para preservar a honra que não pos­suías", considerou Ermínio, que acrescentou: "Esperei tua intervenção que nunca me chegou, desgra­çada..." (Cap. 22, págs. 209 e 210)
8. O caso Annette - Lisandra (Annette à época dos fatos) disse, então, à Entidade que ela não era culpada de nada. O culpado fora Georges -- e apontou para Rafael, que, ouvindo seu antigo nome ser chamado, indagou: "Quem me chama?" Ato contínuo, ele levantou-se com dificuldade e se aproximou dos contendentes, informando: "Sou Georges, o senhor de Dax..." O encon­tro dos três personagens do lamentável drama ocorrido em terras da França foi altamente constrangedor. De início, Georges não re­conheceu nenhum dos dois. Depois, ela apontou Ermínio e informou que ele era Er­mínio Lopez, seu amante espanhol, a quem ele matara. As três Enti­dades dre­navam as excruciantes perturbações que sofriam, como se esti­vessem num cenário dantesco. Transfiguradas, exteriorizavam-se através de gestos algo burlescos e, pela ideoplastia, reviviam os acontecimen­tos, reves­tindo-se dos trajos que usavam no dia trágico... "Lembro-me, sim, de ti. O espanhol que se atreveu macular-me a honra...", disse Ra­fael. "Ora, quem fala em honra... O falcão, que despedaçou vítimas ino­centes e se locupletou, depois, na pele de chacal, com os restos que en­controu no abandono... Imundo, por isso és leproso...", replicou Ermí­nio. O diálogo entre os dois prosseguiu acidamente. Ermínio relatou que ele é que fora seduzido por Annette, e não foi o primeiro, porquanto, cansada do es­poso, ela costumava refugiar-se em braços mais jovens... Georges pediu a Annette que negasse tal acusação, mas ela a confirmou, acrescentando que ele a deixara muitas vezes nas termas ou no chateau, supondo-a de aço, abandonada, enquanto explorava o povo e destroçava dignidades. Annette confessou então a Georges ter feito tudo aquilo para vingar-se dele e das pessoas sórdidas que ela desprezava, porque, conhe­cendo as fraquezas morais dela, eles as expunham nas tascas e nos está­bulos. E confessou: "Soube vingar-me ao menos desse reles espanhol des­prezível, a quem mata­mos juntos, e de Rondelet, nosso cavalariço..." O crime de Rondelet, se­gundo relatou, fora levado, na época, à conta de suicídio. "Matei-o... Não foi suicídio", informou Annette. "Assassinei-o com veneno. Rose, minha camareira fiel, contou-me que o infame se gabava entre os servos abjetos... Silenciei e aguardei... Numa das vezes em que viajaste a Biar­ritz, concertei com ele um encontro noturno na terra de nossa proprie­dade e o induzi a ingerir uma taça de vinho, adrede envene­nado... Quando o vi morrer, calmamente arrastei-o até o rio e empurrei-o pela riban­ceira às  águas do Adour, retornando ao castelo e ao silên­cio..." (Cap. 22, págs. 211 a 213)
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