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C

oncurso Público


Edital n° 01/2003

27/11/2003

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS


Assistente Social





INSTRUÇÕES

1. Aguarde autorização para abrir o caderno de provas.
2. Confira seu número de inscrição, turma e nome. Assine no local indicado.
3. A interpretação das questões é parte do processo de avaliação, não sendo permitidas perguntas aos Aplicadores de Prova.
4. Nesta prova, as questões são de múltipla escolha, com cinco alternativas cada uma, sempre na seqüência a, b, c, d, e, das quais somente uma é correta.
5. Ao receber o cartão-resposta, examine-o e verifique se o nome nele impresso corresponde ao seu. Caso haja irregularidade, comunique-a imediatamente ao Aplicador de Prova.
6. Transcreva para o cartão-resposta a opção que julgar correta em cada questão, preenchendo o círculo correspondente com caneta de tinta preta. Não ultrapasse o limite do espaço destinado para cada marcação.
7. Não haverá substituição do cartão-resposta por erro de preenchimento ou por rasuras feitas pelo candidato. A marcação de mais de uma alternativa em uma mesma questão resultará na anulação da questão.
8. Não serão permitidas consultas, empréstimos e comunicação entre candidatos, bem como o uso de livros, apontamentos e equipamentos (eletrônicos ou não), inclusive relógio. O não-cumprimento dessas exigências implicará a exclusão do candidato deste concurso.
9. Ao concluir as provas, permaneça em seu lugar e comunique ao Aplicador de Prova. Aguarde autorização para devolver o cartão-resposta, devidamente assinado. Não há necessidade de devolver o caderno de provas.
10. O tempo para o preenchimento do cartão-resposta está contido na duração desta prova.

DURAÇÃO DESTA PROVA: 3 HORAS




Português

Conhecimentos

Específicos

Ética

Profissional






INSCRIÇÃO





TURMA





NOME DO CANDIDATO





ASSINATURA DO CANDIDATO

Divulgação do gabarito provisório: 19/01/2004, no site www.nc.ufpr.br ou www.curitiba.pr.gov.br

PORTUGUÊS

As questões 01 a 03 referem-se ao texto abaixo.
A clonagem tem sido cercada pelo deslumbramento dirigido aos grandes feitos da ciência. No entanto, de modo ambivalente, vem também carregada de preocupações e temores. É possível estudar as peculiaridades desse processo – que desperta tanta polêmica – a partir dos lugares comuns recorrentes nas representações sobre o mesmo. O escândalo moral diante da clonagem decorre do núcleo ideológico da cultura ocidental. É importante ressaltar que esse processo jamais despertou controvérsia entre o grande público enquanto era realizado em animais bem diferentes do ser humano, como anfíbios. O advento de Dolly mudou a situação. Para os geneticistas, a clonagem de um mamífero totalmente formado significou apenas a possibilidade de reprogramar o DNA maduro para que funcionasse como DNA embrionário.

Para os leigos, porém, Dolly representou a ameaça de utilização dessa técnica de clonagem de um mamífero adulto para “copiar” um ser humano. Os debates sobre o tema não condenam o avanço científico – este não é considerado bom nem mau em si mesmo. O imperativo da ciência de aliar progresso e responsabilidade, porém, vem acompanhado da percepção de que formar um clone humano é algo inevitável, porque a ciência, obtidos os meios, não se furtaria à sua aplicação, mesmo que danosa.

Nesse contexto, surgem as acusações contra Antinori e Zavos: tais médicos seriam pseudocientistas, que planejariam criar monstros, como o doutor Frankenstein do livro de Mary Shelley. Isso porque a prática da clonagem humana sugere pesadelos totalitários, como a reencenação do nazismo e das experiências de Josef Mengele (representadas no filme Os meninos do Brasil pela criação de um exército de cópias de Adolf Hitler) ou a concretização do “admirável mundo novo” do romance de Aldous Huxley, com a produção de seres humanos não reconhecidos como tais – idéia também presente no filme Blade Runner, o caçador de andróides. Reagindo às críticas, Antinori pretende colocar-se no papel de Galileu Galilei, dizendo ser, como este, um cientista perseguido por interesses obscurantistas.

(Ciência Hoje 176, out. 2001.)

01 - A ambivalência mencionada no início do texto diz respeito:
a) à dúvida entre reconhecer ou não a clonagem como um avanço científico.

b) ao escândalo provocado pela clonagem de um mamífero, com técnica que abre a possibilidade da clonagem humana.

c) à polêmica gerada pela divulgação da clonagem da ovelha Dolly.

*d) à oposição entre o deslumbramento e os temores provocados pela clonagem.

  1. às diferentes reações do público diante de animais muito diferentes do ser humano e de um mamífero.



02 - Para o autor do texto, os médicos Antinori e Zavos:
a) se inspiram no doutor Frankenstein, personagem criado por Mary Shelley, e pretendem criar monstros.

*b) são comparados pelos leigos às personagens de ficção criadas por Mary Shelley ou Aldous Huxley.

c) não são cientistas verdadeiros, mas médicos perigosos, que pretendem reproduzir as experiências nazistas.

d) são tão nocivos à humanidade quanto os personagens criados por Mary Shelley ou Aldous Huxley.

e) são cientistas que, como Galileu Galilei, são perseguidos por interesses contrários ao desenvolvimento da ciência.

03 - “Nesse contexto, surgem as acusações contra Antinori e Zavos: tais médicos seriam pseudocientistas, que planejariam criar monstros, como o doutor Frankenstein do livro de Mary Shelley.” Assinale a alternativa em que a mudança na pontuação foi feita segundo as normas da escrita e não altera o sentido do texto.
*a) Nesse contexto surgem as acusações contra Antinori e Zavos; tais médicos seriam pseudocientistas, que planejariam criar monstros, como o doutor Frankenstein, do livro de Mary Shelley.

b) Nesse contexto surgem as acusações, contra Antinori e Zavos. Tais médicos, seriam pseudocientistas que, planejariam criar monstros, como o doutor Frankenstein do livro de Mary Shelley.

c) Nesse contexto, surgem as acusações contra Antinori e Zavos – tais médicos seriam pseudocientistas – que planejariam criar monstros, como o doutor Frankenstein do livro de Mary Shelley.

d) Nesse contexto surgem as acusações contra Antinori e Zavos (tais médicos seriam pseudocientistas) que planejariam criar monstros – como o doutor Frankenstein do livro de Mary Shelley.

  1. Nesse contexto surgem as acusações contra Antinori e Zavos: tais médicos seriam pseudocientistas que planejariam criar monstros como o doutor Frankenstein do livro de Mary Shelley.



04 - Assinale a alternativa em que todas as palavras recebem acento gráfico a partir da mesma regra de acentuação dos itens “ciência” e “núcleo”.
a) paranóia – idéia – tramóia

b) provável – repórter – versátil

*c) anfíbio – violência – emissário

d) filósofo – múltiplo – farmacêutico

e) evoluído – países – caído

As questões 05 a 08 referem-se ao texto abaixo.
A síndrome de Odorico Paraguaçu, imortal criação de Dias Gomes em “O Bem-Amado” (1973), voltou a contagiar Brasília. O neologismo reapareceu na boca de políticos durante os dias mais tensos que cercaram a novela da CPI da corrupção. Falou-se muito pelos corredores do poder em “coesionar” a base sem jamais perder o “bocão”. (...)

Neologismos enriquecem a língua, mas, no caso, estão enriquecendo pessoas”, diz sobre o “bocão” o líder do PDT, Miro Teixeira (RJ). Em vez de “coesionar”, ele propõe “coisionar”: “transformar votos em coisas”. Já Delfim Neto (PPB-SP), apesar de dizer que o “bocão” está mais para “garganta profunda”, acha “coesionar” um “verbo muito interessante, que só enriquece o vernáculo”.

Embora efêmeros, os neologismos são muito úteis, porque representam uma cultura”, diz Delfim. “A oposição reclama porque desejaria o apoio do governo na CPI, o que é um oxímoro”, afirma, recorrendo a um preciosismo – oxímoro é uma figura de retórica que reúne, no mesmo conceito, palavras de sentido contraditório. José Genoíno (PT-SP) não entra na brincadeira. “Isso é coisa de um universo fechado, uma criação verbal de um mundo à parte, uma redoma onde os políticos estão afastados do povo”, diz. “E ‘bocão’ é de um mau gosto horrível”.

Sim, há bom e mau gosto, mas ninguém é dono da língua”, diz o professor de Lingüística Aplicada da Unicamp John Robert Schmitz. “Se Guimarães Rosa criava neologismos, todo mundo pode criar. Nada contra o verbo ‘coesionar’”, diz. O lingüista, porém, diz que o verbo poderia ser substituído facilmente por “unificar”, sem perda de seu significado. “Unificar existe no dicionário e quer dizer “fazer convergir para um só fim”, perfeito para o caso. “Bocão” tampouco aparece nos compêndios da língua. Mas, entre suas mais de 20 acepções para a palavra “boca”, da qual o neologismo seria aumentativo, o dicionário Aurélio traz essa: “garganta que dá acesso a um planalto”. Faz todo sentido.

(Cynara Menezes, Folha de S. Paulo, 1° abr. 2001, A-8.)
05 - A partir das informações do texto, a expressão “‘coesionar’ a base sem jamais perder o ‘bocão’” tem o mesmo sentido que:
a) fazer a base convergir para um mesmo objetivo, sem que os parlamentares deixem de manifestar suas opiniões.

b) manter a base unida para conseguir bons resultados nas votações.

c) pressionar a base para obter benefícios do executivo.

*d) unificar a base sem abrir mão das vantagens concedidas pelo governo.

e) manter a base isolada das pressões populares, sem deixar de pressionar o governo.
06 - A autora cita a seguinte acepção de “boca”, a partir do dicionário Aurélio: “garganta que dá acesso a um planalto”. Essa definição é considerada por ela adequada ao contexto em que o neologismo “bocão” circula entre os parlamentares (CPI da corrupção) uma vez que:
a) põe em evidência a associação entre “bocão” (neologismo) e “garganta”.

*b) explora a homonímia entre planalto (acidente geográfico) e Planalto (palácio presidencial).

c) demonstra que “bocão” não é um neologismo, mas um item dicionarizado.

d) mostra uma interpretação nova para a palavra “bocão”.

e) aponta a possibilidade de que a palavra “bocão” venha a ser usada em outros contextos.
07 - “Embora efêmeros, os neologismos são muito úteis, porque representam uma cultura”. Em que alternativa foram mantidas as relações de sentido expressas pelas conjunções na frase?
a) Os neologismos são muito úteis, mas efêmeros, pois representam uma cultura.

b) Se, por um lado, os neologismos são muito úteis, por outro, são efêmeros, e entretanto representam uma cultura.

c) Enquanto representam uma cultura, os neologismos são tão úteis quanto efêmeros.

d) Ainda que efêmeros, os neologismos são muito úteis e, portanto, representam uma cultura.

*e) Os neologismos são efêmeros, porém muito úteis, uma vez que representam uma cultura.
08 - A jornalista cita comentários de várias pessoas sobre o uso de neologismos. As informações dadas pelo texto permitem deduzir que:
a) a palavra “bocão” é muito vulgar, usada por pessoas pouco instruídas, não adequada ao vocabulário dos parlamentares.

b) a opinião de José Genoíno – referente ao “mau gosto” da palavra “bocão” – é compartilhada por vários políticos.

*c) o uso de “bocão” explicita o fisiologismo de alguns partidos, que negociam votos em troca de benefícios.

d) Guimarães Rosa criava neologismos que qualquer um poderia criar.

e) se a palavra “bocão” não for usada, o fato que essa palavra representa também deixará de existir.
09 - Assinale a alternativa em que a concordância foi feita conforme as normas do português escrito.
*a) A imensa maioria das pessoas concorda com a afirmação de que o tempo parece passar cada vez mais rapidamente.

b) Durante a votação da reforma da previdência, houveram muitas divergências entre os deputados.

c) Foi aprovado, em reunião do condomínio, a realização de uma ampla reforma na fachada do edifício.

d) Como é fanático por uma pescaria, Antônio e seu primo viaja para o Pantanal todos os anos.

e) Embora esperasse uma grande divergência com a direção da empresa, os funcionários apresentaram uma proposta de reestruturação administrativa da firma.
10 - Assinale a alternativa correta segundo as normas da escrita.
a) O filme que lemos a crítica no jornal deverá estrear na próxima semana.

b) O pesquisador discutiu com o autor cuja teoria ele se baseou para escrever seu trabalho.

c) Atualmente houve um aumento significativo na expectativa de vida, onde o avanço da medicina teve um papel relevante.

*d) Cada pessoa deve lutar pelas idéias em que acredita.

e) Os alunos apresentam melhores resultados com os professores que eles confiam.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

11 - A Norma Operacional Básica da Assistência Social (NOB-AS) objetiva disciplinar os procedimentos operacionais para a implementação da Política Nacional da Assistência Social. Com relação aos princípios que a fundamentam, considere as afirmativas a seguir:
I. As ações têm como foco central a família, para a concepção e implementação de benefícios, serviços, programas e projetos.

II. É de responsabilidade da sociedade civil, em especial das ONGs, a condução da política de assistência social, visando o enfrentamento da miséria, da pobreza e da exclusão.

III. Em cada esfera do governo haverá um comando único na gestão das ações sociais.

IV. A participação da população ocorre no momento da execução dos programas sociais.

V. Prevalecerá o principio da centralização político-administrativa no âmbito da União.
São verdadeiras:
*a) I e III apenas.

b) II, III e IV apenas.

c) I, III e V apenas.

d) II, IV e V apenas.

e) I e IV apenas.
12 - Os desafios decorrentes da exclusão e vulnerabilidade impõem à Assistência Social o desempenho de quatro funções distintas. Sobre essas funções, assinale a alternativa INCORRETA.
a) A função de inserção tem por objetivo propiciar aos destinatários da assistência social o acesso a bens, serviços e direitos usufruídos pelos demais segmentos da população.

b) A função de prevenção tem por objetivo evitar que o cidadão, nas situações circunstanciais de vulnerabilidade, resvale do patamar de renda alcançado ou perca o acesso que já possui aos bens e serviços, a despeito de estar acima da linha de pobreza e/ou atendido pelas políticas socioeconômicas setoriais.

*c) A função de inclusão tem por objetivo canalizar os esforços da assistência social para atender os segmentos populacionais voluntariamente excluídos das políticas sociais básicas.

d) A função de proteção tem por objetivo atender as populações excluídas e vulneráveis socialmente, garantindo seu acesso à renda e ao consumo de bens e serviços essenciais à vida.

e) A função de promoção tem por objetivo promover a cidadania, eliminando relações clientelistas que não se pautam por direitos e que submetem, fragmentam e desorganizam os destinatários da assistência social.
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