De Allan Kardec, tradução de Júlio Abreu Filho, publicada pela edicel




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Revista Espírita de 1858
201. A Revista apresenta nova comunicação de Mehemet-Ali, antigo paxá do Egito, que nos traz diversos ensinamentos interessantes. Um deles é sobre as pirâmides, um misto de sepulcros e templos. (P. 316)

202. Os egípcios imaginavam que o Espírito voltava ao corpo que havia animado; daí a idéia de mumificação dos cadáveres. (P. 317)

203. Evocado a conselho do sr. Jobard, o doutor Muhr, desencarnado no Cairo a 4-6-1857, era médico homeopata, ciência sobre a qual deu o seguinte depoimento como Espírito: "A homeopatia é o começo da descoberta dos fluidos latentes. Muitas outras descobertas igualmente preciosas serão feitas e virão formar um todo harmonioso, que conduzirá vosso globo à perfeição". (PP. 318 e 319)

204. A Revista consigna uma comunicação espontânea dada pelo Espírito de Madame de Stäel, na qual ela associa o Espiritismo a uma nova religião. (P. 319)

205. Madame de Stäel é rigorosa com respeito à sua obra: "se eu voltasse e pudesse recomeçar, modificaria dois terços e conservaria apenas um". (P. 321)

206. A Revista transcreve do "Spiritualist", de Nova Orléans, notícia a respeito do médium Sr. Rogers, residente em Columbus, que consegue fazer retratos de pessoas mortas e que jamais havia visto. (P. 322)

207. Kardec escreve sobre as faculdades da Sra. Roger, sonâmbula, que consegue ver a distância pessoas e objetos desaparecidos. (PP. 326 e 327)

208. Diz o codificador que a clarividência sonambúlica nem sempre é reflexo de um pensamento estranho: o sonâmbulo pode ter uma lucidez própria, absolutamente independente. (P. 328)

209. A Revista transcreve um conto de Frédéric Soulié, "Uma Noite Esquecida", psicografado por Caroline Baudin, médium do gênero absolutamente passivo, que não tinha a menor consciência do que escrevia. Primeiro, ela valeu-se da cesta de bico; depois serviu-se da psicografia direta. (P. 329)

210. Kardec diz que a Gazette de Cologne publicou a história da aparição do General Marceau, que muitas pessoas alegam ter visto à noite, montado num cavalo, com seu manto branco dos caçadores franceses. (P. 333)

211. Falando sobre aparições, Kardec lembra que o Espírito está unido ao corpo por uma substância semimaterial, chamada perispírito. Tem ele, pois, dois envoltórios: o corpo destrutível e o corpo etéreo, vaporoso, indestrutível -- o perispírito. (P. 335)

212. O perispírito é invisível, mas pode tornar-se visível. Uma outra propriedade dele é a penetrabilidade. Nenhuma matéria lhe oferece obstáculo: ele as atravessa a todos, como a luz atravessa os corpos transparentes. (P. 336)

213. Kardec diz conhecer uma jovem senhora que muitas vezes via em sua casa e no seu quarto homens que aí entravam e saíam, embora estivessem fechadas as portas. (P. 337)

214. Kardec fala sobre o sr. Adrien, destacando que de todas as suas faculdades como médium a mais notável é a vidência. (P. 339)

215. Colocamos o sr. Adrien -- diz o codificador -- entre os mais notáveis médiuns e na primeira fila daqueles que nos forneceram os mais preciosos elementos para o conhecimento do mundo espírita. (P. 340)

216. Com o sr. Adrien, Kardec esteve em teatros, bailes, hospitais, cemitérios e Igrejas, e assistiu a enterros, casamentos, batizados e sermões, em toda parte observando os Espíritos que ali estavam. (P. 340)

217. Kardec relata o caso da morte de um amigo do sr. Adrien, vitimado por um ataque de apoplexia. Horas depois da morte, o vidente viu o Espírito do defunto, com a mesma aparência de antes, a andar de um lado para outro, sem compreender o que se passava. (P. 341)

218. No dia seguinte, o médium viu o Espírito vagando ao lado do caixão, mas estava agora envolto numa espécie de túnica. O sr. Adrien conversou com ele e viu que ele ignorava a sua morte. (P. 341)

219. A seguir, o médium o viu aproximar-se do filho que chorava. Curvou-se sobre ele, ficou uns momentos nessa posição, depois partiu rapidamente. O médium notou, então, que o que ele dizia chegava ao coração do filho. (P. 342)

220. A Revista trata do tema bicorporeidade e cita os casos de Santo Afonso de Liguori, canonizado antes do tempo exigido, por se haver mostrado simultaneamente em dois lugares, e de Santo Antônio de Pádua, que pregava na Espanha quando foi visto em Pádua. (P. 344)

221. Evocado, Afonso de Liguori confirma o fato que lhe foi atribuído e explica o seu mecanismo. (P. 344)

222. Kardec faz um estudo sobre as sensações dos Espíritos, procurando explicar como é a dor sentida pelos Espíritos. (PP. 347 e 348)

223. A conclusão parece clara: os sofrimentos que o Espírito padece são sempre conseqüência da maneira por que viveu na Terra. (P. 351)

224. Um Espírito ensina que o sono liberta inteiramente a alma do corpo: quando dormimos ficamos momentaneamente no estado em que, de maneira definitiva, nos encontraremos depois da morte. (P. 353)

225. O sonho -- diz ele -- é a lembrança daquilo que o vosso Espírito viu durante o sono; notai, porém, que não sonhais sempre, porque nem sempre vos lembrais daquilo que vistes ou de tudo quanto vistes. (P. 354)

Revista Espírita de 1858
226. Kardec escreve sobre a mulher e lhe faz um elogio inusitado: "A mulher é delineada mais finamente que o homem, o que indica, naturalmente, uma alma mais delicada. E' assim que nos meios semelhantes, em todos os mun­dos, a mãe será mais bela que o pai, por ser a que a criança vê primeiro". (P. 357)

227. "Mulheres! Não temais deslumbrar os homens pela vossa beleza, por vossas graças, por vossa superioridade -- diz Kardec. -- Saibam, porém, os homens que, para se tornarem dignos de vós, devem ser tão grandes quanto sois belas, tão sábios quanto sois boas, tão instruídos quanto sois originais e simples." (P. 357)

228. Kardec evoca uma viúva de Malabar, uma dessas mulheres da Índia, sujeitas ao costume de queimar-se sobre o cadáver do marido. Evidentemente, ela disse que preferia ter-se casado com outro homem, ao invés de ser queimada. (P. 361)

229. Evocada, Luísa Charly, chamada Labé, cognominada "A Bela Cordo­eira", explica que, embora tenha sido feliz na Terra, a felicidade do Céu é coisa muito diferente. Por Céu, ela diz referir-se a outros mundos. (P. 363)

230. Luísa confirma que Júpiter é um mundo feliz, mas adverte que ele não é o único favorecido por Deus. Os mundos felizes são tão numerosos quanto os grãos de areia do oceano. (P. 363)

231. O Sr. Ch. Renard, assinante da Revista, residente em Rambouillet, conta em carta escrita a Kardec sobre suas experiências com os fenômenos espíritas, muito antes do advento das mesas girantes, e fala sobre as experiências da família Fox e dos trabalhos de Davis, considerados por Conan Doyle os principais precursores do Espiritismo. (P. 366)

232. Fechando o ano de 1858, Kardec diz, feliz, que doravante a existência da Revista se acha assegurada por um número de assinantes que aumenta dia a dia, e afirma que o Espiritismo marcha a passos gigantescos pelo mundo inteiro. (PP. 367 e 368)

233. Refere Kardec que os Espíritos então lhe disseram: "Este é o primeiro período; em breve passará, para dar lugar a idéias mais elevadas. Novos fatos revelar-se-ão, marcando um novo período -- o filosófico -- e a doutrina crescerá em pouco tempo, como a criança que deixa o seu berço". (P. 368)
Revista Espírita de 1859
De Allan Kardec, tradução de Júlio Abreu Filho, publicada pela EDICEL
1. Nos fenômenos espíritas agimos sobre inteligências que dispõem do livre arbítrio e não se submetem à nossa vontade. Eis por que a ciência vulgar é incompetente para os julgar. (P. 2)

2. Um bom médium é o que simpatiza com os bons Espíritos e não recebe senão boas comunicações. (P. 3)

3. O Espiritismo é o mais poderoso auxiliar das idéias religiosas: ele dá religião aos que não a possuem; fortifica-a nos que a têm vacilante; consola pela certeza do futuro, faz suportar com paciência e resignação as tribulações desta vida e desvia o pensamento do suicídio. (P. 5)

4. O perispírito, cuja natureza é essencialmente flexível, se presta a todas as modificações que lhe queira dar o Espírito. Em seu estado normal, o invólucro etéreo tem uma forma humana. (P. 8)

5. A visão do Espírito pelo médium se realiza por uma espécie de radiação fluídica, que parte do Espírito e se dirige ao médium. (P. 10)

6. Kardec refere o caso "O duende de Bayonne", em que um Espírito com a fisionomia de menino de 10 a 12 anos aparecia para sua irmãzinha. (P. 17)

7. O Espírito de Diógenes se comunica e diz que depois de sua existência em Atenas só reencarnou em outros mundos. (P. 21)

8. Os Espíritos de São Luís e de Santo Agostinho dizem que os Espíritos podem influenciar-nos mesmo estando a milhões de quilômetros de nós, e que cada anjo da guarda tem o seu protegido, sobre o qual vela como um pai sobre o filho. (PP. 22 e 23)

9. Os Espíritos bons, mas ignorantes -- diz Kardec --, confessam sua insuficiência a respeito daquilo que não sabem; os maus dizem que sabem tudo. Lá e cá, a bazófia é sempre sinal de mediocridade. (PP. 28 e 29)

10. O dom da mediunidade depende de causas ainda imperfeitamente conhe­cidas, nas quais parece que o físico tem uma grande parte. (N.R.: Hoje não há qualquer dúvida de que a mediunidade está radicada no organismo.) (P. 31)

11. O pensamento é o laço que nos une aos Espíritos; é pelo pensamento que atraímos os que simpatizam com nossas idéias e inclinações. (P. 32)

12. Os Espíritos superiores não escolhem, para transmitir instruções sérias, um médium que tem familiaridade com Espíritos levianos, a menos que não encontrem outros médium e haja necessidade. (P. 33)

Revista Espírita de 1859
13. As boas intenções e a própria moralidade dos médiuns nem sempre bastam para evitar a intromissão dos Espíritos levianos, mentirosos ou pseudo-sábios nas comunicações. Se não quisermos ser vítima deles, é preciso julgá-los por sua linguagem, passando pelo crivo da lógica e do bom-senso tudo quanto eles dizem . (PP. 34 e 35)

14. De todas as disposições morais, a que maior entrada oferece aos Espíritos imperfeitos é o orgulho, que muitas vezes se desenvolve no médium à medida que cresce a sua faculdade, pois esta lhe dá importância. (P. 36)

15. As demais imperfeições morais são outras tantas portas abertas aos Espíritos imperfeitos, ou, pelo menos, causas de fraqueza. Para repelir tais Espíritos, não basta dizer-lhes que saiam; é preciso fechar-lhes a porta e os ouvidos, provando-lhes que somos mais fortes -- o que seremos pelo amor do bem, pela caridade, pela doçura, pela modéstia, pelo desinteresse. (P. 37)

16. Seria injusto, porém, atribuir todas as comunicações más à conta do médium, pois o meio é muito importante. E' regra geral que as melhores comunicações ocorrem num círculo concentrado e homogêneo. (P. 38)

17. Os agêneres não revelam a sua natureza e, aos nossos olhos, não passam de um homem comum; sua aparição corpórea pode ter, pois, longa duração, conforme a necessidade do Espírito. (P. 41)

18. Não se devem confundir os fatos da bicorporeidade com os agêneres. Estes não possuem corpo vivo na Terra; apenas seu perispírito faz-se palpável. (P. 43)

19. Kardec admite ter uma aparência de frieza, mesmo de muito frieza; pelo menos é o que os amigos achavam e por isso o censuravam. (P. 43)

20. Kardec transcreve a história fantástica de Hermann, publicada no Journal des Débats, de 26-11-1858, e diz que não passa de uma lenda sem fundo de verdade, visto que uma alma não pode animar dois corpos. (P. 48)

21. Reportando-se aos fenômenos de batidas e movimento de objetos ocorridos na aldeia de Coujet, no departamento de Lot, Kardec lembra que os Espíritos superiores não se prestam a tais fenômenos: só os Espíritos de uma ordem muito inferior se dedicam a isso. (P. 49)

22. Em geral não há razão para nos amedrontarmos com esses fatos; a presença desses Espíritos pode ser importuna, mas não é perigosa, e é sempre útil procurar saber o que eles querem com tais fenômenos. (P. 50)

23. Um Espírito diz que as crianças são os seres que Deus envia a novas existências, aos quais dá toda a aparência de inocência, para que ninguém possa queixar-se de sua grande severidade. Quando não mais necessitam dessa proteção, o caráter real delas aparece em toda a sua nudez. (P. 42)

24. Os Espíritos só entram na vida corpórea para o seu aperfeiçoamento; a fraqueza da infância os torna flexíveis e acessíveis aos conselhos da experiência; é então que seu caráter pode ser reformado, pela repressão de suas más inclinações. Tal o dever que Deus confia aos pais. (P. 53)

25. Dr. Morhéry diz a Kardec que o célebre professor Gay-Lussac ensinava em seu curso, a respeito dos corpos imponderáveis e invisíveis, que estas eram expressões inexatas; mais lógico chamá-los imponderados. (P. 54)

26. Todos, diz Kardec, são mais ou menos médiuns, mas convencionou-se dar esse nome aos que apresentam manifestações patentes e, por assim dizer, facultativas. (P. 61)

27. De todos os gêneros de mediunidade, a mais comum e a mais fácil de se adquirir pelo exercício é a psicografia. (P. 61)

28. O papel do médium intuitivo é o mesmo de um intérprete entre nós e o Espírito, e a dificuldade está em se distinguir os pensamentos do médium daqueles que lhe são sugeridos. (P. 62)

29. Longe de nós -- assevera São Luís -- desprezar os médiuns de efei­tos físicos. Têm eles a sua razão de ser e o seu fim providencial e prestam incontestáveis serviços à Ciência Espírita; mas quando um médium possui uma faculdade que o põe em contato com seres superiores, não compreendemos que dela abdique, ou que deseje outras, a não ser por ignorância. (P. 64)

30. A mediunidade é uma faculdade dada para o bem e os bons Espíritos se afastam de quem quer que pretenda transformá-la em escada para outros fins que não correspondam aos desígnios da Providência. (P. 65)

31. Em Saint-Etienne uma moça conseguia tomar os traços, a voz e os gestos de parentes mortos que nem chegou a conhecer. Evocado, São Luís explica que, na transfiguração, o corpo nunca muda, mas reveste aparências diversas e sofre uma espécie de oclusão, encoberto pelo perispírito. (P. 68)

32. O homem -- diz Kardec -- se avilta pela inveja, pelo ódio, pelo ciúme e por todas as paixões mesquinhas, mas se eleva pelo esquecimento das ofensas; eis a moral espírita. (P. 72)

33. O Espírito de Paul Gaimard, ex-médico da Marinha, fala da importância dos esforços morais que o homem faça em sua vida. (P. 73)

34. Diz ele que na erraticidade o Espírito é mais senhor de si, tem mais consciência de sua força; a carne pesa, obscurece e entrava. (P. 74)

Revista Espírita de 1859
35. Todos os Espíritos -- lembra Kardec -- dizem que no estado de erraticidade pesquisam, estudam, observam, a fim de fazer a escolha. (P. 75)

36. O Espírito da Sra. Reynaud, que fora notável sonâmbula lúcida, diz que sua lucidez não tinha a prontidão e a justeza que possui agora. (P. 77)

37. A cadeia das existências, diz ela, é formada de anéis seguidos e contínuos, e nenhuma interrupção lhe suspende o curso: a vida terrena é a continuação da vida celeste precedente e o prelúdio da próxima. (P. 77)

38. A Sra. Reynaud diz ainda que é possível ser bom sonâmbulo sem possuir um Espírito de ordem elevada. (P. 78)

39. Dizendo que é o Espírito quem vê, a Sra. Reynaud informa que agora vê melhor do que quando em estado sonambúlico, pois pode ver o homem por dentro, inclusive na obscuridade. (P. 79)

40. O fluido magnético -- diz o mesmo Espírito -- emana do sistema nervoso, mas o sistema nervoso o tira da atmosfera, sua fonte principal. O poder magnético do magnetizador depende não só de sua constituição física, mas muito do seu caráter. (P. 80)

41. Por isso, as qualidades mais essenciais para o magnetizador são o coração, as boas intenções sempre firmes, o desinteresse. (P. 80)

42. A Revista transcreve o famoso caso do espectro de Atenas, que apareceu para o filósofo Atenodoro, narrado por Plínio, o Moço. (P. 87)

43. Evocado por Kardec, Plínio diz que o desinteresse aqui é coisa rara: "Em cada duzentos homens encontrareis apenas um ou dois realmente desinteressados". Kardec concordou. (P. 90)

44. Costuma-se dizer que ninguém dos que morreram voltou para nos dar informações. Kardec diz que isso é um erro, e a missão do Espiritismo é precisamente esclarecer-nos sobre esse futuro, fazendo-nos tocá-lo e vê-lo, não mais pelo raciocínio, mas pelos fatos. (P. 92)

45. O Espírito vê sem auxílio de nossa luz e ouve sem necessidade das vibrações do ar; eis por que para ele não há obscuridade. (P. 93)

46. As sensações permanentes e indefinidas, por mais agradáveis que sejam, se tornariam com o tempo fatigantes, se não lhe fosse possível subtrair-se a elas; por isso tem ele a faculdade de as suspender. (P. 94)

47. O Espírito pode, pois, deixar de ver, de ouvir, de sentir tais ou quais coisas, conforme a sua vontade, mas na razão de sua superioridade, porque há coisas que os Espíritos inferiores não podem evitar. (P. 94)

48. Como os Espíritos não necessitam de vibrações sonoras para lhes ferir os ouvidos, compreendem-se pela simples transmissão do pensamento, assim como por vezes nos entendemos pelo simples olhar. (PP. 94 e 95)

49. Ao entrar em sua nova vida o Espírito precisa de algum tempo para se reconhecer, porque tudo ali lhe parece estranho e desconhecido. (P. 95)

50. E' um erro pensar que a vida espírita seja uma vida ociosa; ao contrário, ela é essencialmente ativa e todos têm ali ocupações. (P. 97)

51. Uma coisa notável é que, mesmo entre os Espíritos mais comuns, de um modo geral os sentimentos são mais puros como Espíritos do que como homens. A vida espírita os esclarece quanto aos seus defeitos e, salvo poucas exceções, lamentam eles amargamente o mal que fizeram. (P. 99)

52. Há, porém, o que se pode chamar de escória do mundo espírita, constituída dos Espíritos impuros, cuja preocupação única é o mal. (P. 100)

53. Para prevenir a fraude nas reuniões espíritas é preciso observar atentamente as circunstâncias e, sobretudo, levar em consideração o caráter e a condição das pessoas, seus objetivos e interesses. (P. 102)

54. Há certas posições sociais -- diz um assinante da Revista -- que apresentam invencíveis obstáculos ao progresso espiritual, como os magarefes nos matadouros e os carrascos. E indaga: Qual a necessidade dessas profissões em nosso estado social? (P. 104)

55. Kardec responde dizendo que só gradativamente pode o Espírito progredir: deve ele passar sucessivamente por todos os graus, de modo que cada passo à frente seja uma base para assentar novo progresso. Ninguém pode transpor de um salto a distância entre a barbárie e a civilização. (P. 104)

56. Os empreendimentos que Deus abençoa, sejam quais forem as suas proporções, são os que correspondem aos seus desígnios, trazendo seu concurso à obra coletiva. (P. 106)

57. Prova a experiência que a aptidão de um médium para tal ou qual trabalho depende da flexibilidade que apresenta ao Espírito. (P. 111)

58. O conhecimento do ofício e os meios materiais de execução não constituem o talento, mas é evidente que em um médium assim encontre o Espírito menos dificuldade mecânica a vencer. (PP. 111 e 112)

59. Comentando um diálogo mantido com o Espírito de Poitevin, ex-aeronauta, Kardec diz que os homens que na Terra tiveram uma especialidade nem sempre são os mais adequados ao nosso esclarecimento. (P. 118)
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