Programa na tradução. Texto em vermelho sublinhado




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los resultados de tais ações. Os psicanalistas chamaram "narcisismo" a esse estadio elemental da afetividade, mas terá que compreender muito bem que se trata de um narcisismo sin Narcisista, quer dizer, sem consciência pessoal propriamente dita.

Com o desenvolvimento da inteligência, em troca, com a elaboração de um universo exterior que ese desenvolvo faz possível, e principalmente com a construção do esquema do "objeto, aparece" um terceiro nível da afetividade: está caracterizado precisamente, para empregar el vocabulario do psicanálise, pela "eleição do objeto", quer dizer, pela objetivação de los sentimientos e sua projeção em outras atividades que não são só as do eu. Assinalemos, ante todo, que com o progresso das condutas inteligentes, os sentimentos relacionados com la propia atividade se diferenciam e se multiplicam: alegrias e tristezas relacionadas com o êxito e el fracaso dos atos intencionais, esforços e interesses ou cansaços e faltas de interesse, etc.

Mas esses estados afetivos permanecem durante muito tempo ligados, como os afectos perceptivos, unicamente às ações do sujeito, sem delimitação concreta entre o que le pertenece especificamente e o que é atribuível ao mundo exterior, quer dizer, a outras fuentes posibles de atividade e de casualidade. Em troca, quando do quadro global e indiferenciado de as ações e percepções primitivas destacam cada vez mais claramente uma série de "objetos" concebidos como exteriores ao eu e independentes dele, a consciência do "eu"

começa a afirmar-se a título de pólo interior da realidade, oposto a esse outro pólo externo u objetivo. Mas, por outra parte, os objetos são concebidos, por analogia com este eu, como activos, vivos e conscientes: isso ocorre particularmente com esses objetos excepcionalmente imprevistos e interessantes que são as pessoas. Os sentimentos elementares de alegria y tristeza, de êxito e fracasso, etc., terão que ser então experimentados em função precisamente dessa objetivação das coisas e as pessoas; daí o início de los sentimientos interindividuales. A "eleição (afetiva) do objeto", que o psicanálise opõe al narcisismo, é, pois, correlativa com respeito à construção intelectual do objeto, ao igual que o era o narcisismo com respeito à indiferenciación entre o mundo exterior. Esta "eleição do objeto" recai, primeiro, na pessoa da mãe, logo (em 10 negativo como en lo positivo) na do pai e outros seres próximos: este é o princípio das simpatias y las antipatias que terão que ter tão amplo desenvolvimento no transcurso do período seguinte'
II. A PRIMEIRA INFÂNCIA DOS DOIS Aos SETE ANOS

Com a aparição da linguagem, as condutas resultam profundamente modificadas, tanto em su aspecto afetivo como em seu aspecto intelectual. além de todas as ações reais o materiales que segue sendo capaz de realizar como durante o período anterior, o niño adquiere, graças à linguagem, a capacidade de reconstruir suas ações passadas em forma de relato e de antecipar suas ações futuras mediante a representação verbal. Isso tem tres consecuencias essenciais para o desenvolvimento mental: um intercâmbio possível entre indivíduos, es decir, o início da socialização da ação; uma interiorización da palavra, quer dizer, la aparición do pensamento propriamente dito, que tem como suporta a linguagem interior e el sistema dos signos; e, por último, e sobre tudo, uma interiorización da ação como tal, la cual, de puramente perceptiva e motriz que era até esse momento, pode agora reconstruirse en o plano intuitivo das imagens e das "experiências mentais". Do ponto de vista afectivo, isto traz consigo uma série de transformações paralelas: desenvolvimento de los sentimientos interindividuales (simpatias e antipatias, respeito, etc.) e de uma afetividade interior que se organiza de forma mais estável que durante os primeiros estádios.

vamos examinar primeiro Sucessivamente estas três modificações gerais da conducta (socialização, pensamento e intuição), e logo suas repercussões afetivas. Mas, para comprender o detalhe destas múltiplos manifestações novas, é preciso insistir em su continuidad relativa com respeito às condutas anteriores. Quando intervém a aparição del lenguaje, o menino se vê enfrentado, não já só com o universo físico como antes, a não ser com dos mundos novos e por outra parte estreitamente solidários: o mundo social e o mundo de las representaciones interiores. Agora bem, recorde-se que, por isso faz aos objetos materiales ou corpos, o lactante começou com uma atitude egocêntrica, para a qual la incorporación das coisas à atividade própria era mais importante que a acomodação, e que sólo pouco a pouco conseguiu situar-se em um universo objetivado (no que a assimilação al sujeto e a acomodação ao real se harmonizam entre si): da mesma forma, o menino reaccionará al principio com respeito às relações sociais e ao pensamento incipiente com un egocentrismo inconsciente, que é uma prolongação da atitude do bebê, e sólo progresivamente conseguirá adaptar-se segundo umas leis de equilíbrio análogas, se bien traspuestas em função das novas realidades. Hei aqui por que, durante toda a primera infancia, observa-se uma repetição parcial, a níveis diferentes, da evolução já realizada por el lactante no plano elementar das adaptações práticas. Esta espécie de repeticiones, con a defasagem de um plano inferior a outros planos superiores, são extremamente reveladoras de os mecanismos íntimos da evolução mental
A. A socialização da ação

O resultado mais claro da aparição da linguagem é que permite um intercâmbio e una comunicación contínua entre os indivíduos. Essas relações interindividuales sem dúvida existem ya en germe desde a segunda metade do primeiro ano mercê à imitação, cujos progressos están en estreita conexão com o desenvolvimento sensorial-motriz. Sabido é, em efeito, que o lactante aprende pouco a pouco a imitar sem que exista uma técnica hereditária da imitação: ao principio, simple excitação, pelos gestos análogos de outros, dos movimentos visíveis do cuerpo (e, sobre tudo, das mãos), que o menino sabe executar espontaneamente; logo, a imitación sensorio-motriz se converte em uma cópia cada vez mais fiel de movimentos que recuerdan otros movimentos já conhecidos; finalmente, o menino reproduz os movimentos novos más complejos (os modelos mais difíceis são os que interessam às partes não visíveis do propio cuerpo, tais como a cara e a cabeça). A imitação dos sons segue um caminho parecido, y quando estão associados a determinadas ações, este caminho se prolonga até chegar por fin a a aquisição da linguagem propriamente dita (palavras-frases elementares, logo sustantivos y verbos diferenciados e, por último, frases completas). Enquanto a linguagem não se ha adquirido de forma definida, as relações interindividuales se limitam por conseguinte a la imitación de gestos corporais e exteriores, assim como a uma relação afetiva global sin comunicaciones diferenciadas. Com a palavra, em troca, compartilha-se a vida interior como tal y, além disso, constrói-se conscientemente na mesma medida em que começa a poder comunicarse.

Agora bem, no que consistem as funções elementares da linguagem? É interessante, a este propósito, registrar integralmente, em meninos de dois a sete anos, tudo o que dizem e hacen durante várias horas, a intervalos regulares, e analisar estas amostras de linguagem espontânea o provocado, do ponto de vista das relações sociais fundamentais. Desta forma, pueden ficar de manifesto três grandes categorias de feitos.

Estão em primeiro lugar os fatos de subordinação e as relações de pressão espiritual ejercida por o adulto sobre o menino. Com a linguagem, o menino descobre, em efeito, as riquezas insospechadas de realidades superiores a ele: seus pais e os adultos que lhe rodeiam-se le antojaban já seres grandes e fortes, fonte de atividades imprevistas e freqüentemente misteriosas, pero agora estes mesmos seres revelam seus pensamentos e suas vontades, e este universo nuevo começa a impor-se com uma incomparável auréola de sedução e de prestígio. Un "eu ideal", como disse Baldwin, propõe-se assim ao eu do menino e os exemplos que lhe vêm de arriba são outros tantos modelos que terá que tentar copiar ou igualar. O que lhe dá, en especial, são ordens e ordens, e, como indicou Bovet, o respeito do pequeno pelo mayor es o que as faz aceitar e as converte em obrigatórias. Mas inclusive fora desses núcleos concretos de obediência, desenvolve-se toda uma submissão inconsciente, intelectual e afectiva, debida à pressão espiritual exercida pelo adulto.

Em segundo lugar, estão todos os fatos de intercâmbio, com o próprio adulto ou com os demás niños, e essas intercomunicações desempenham igualmente um papel decisivo nos progresos de a ação. Na medida em que conduzem a formular a ação própria e a relatar as acciones pasadas, transformam as condutas materiais em pensamento. Como disse Janet, a memoria está ligada ao relato, a reflexão à discussão, a crença ao compromisso ou à promessa, e o pensamento inteiro à linguagem exterior ou interior. Somente que - e aí é onde aparecem los desfases de que mais acima falávamos -, sabe o menino em seguida comunicar inteiramente su pensamiento, e entrar totalmente no ponto de vista de outros, ou é necessário un aprendizaje da socialização para chegar a uma cooperação real? A este propósito, o análisis de as funções da linguagem espontânea é profundamente instrutiva. É fácil, em efecto, comprobar quão rudimentares som as conversações entre meninos e quão ligadas a acción material propriamente dita. Até ao redor dos sete anos, os meninos não sabem discutir entre sí e se limitam a confrontar suas afirmações contrárias. Quando tratam de dar-se explicaciones unos a outros, custa-lhes colocar-se no lugar de que ignora do que se trata, e falam como para si mesmos. E, sobre tudo, acontece-lhes que, trabalhando em uma mesma habitação ou sentados a a mesma mesa, falam cada um para si e, entretanto, acreditam que se escutam e se comprenden uns aos outros, sendo assim que esse "monólogo coletivo" consiste mas bem en excitarse mutuamente à ação que em intercambiar pensamentos reais. Señalemos, finalmente, que os caracteres desta linguagem entre meninos se encontram também nos juegos colectivos ou jogos com regulamento: em uma partida de boliches, por exemplo, os maiores se someten às mesmas regras e ajustam exatamente seus jogos individuais uns a otros, mientras que os pequenos jogam cada um por sua conta, sem ocupar-se das regras del vecino.

Desde aí uma terceira categoria de feitos: o menino pequeno não fala tão somente com outros, sino que se fala com si mesmo constantemente mediante monólogos variados que acompanham sus juegos e sua ação. Apesar de ser comparáveis ao que será mais tarde a linguagem interior continuo do adulto ou do adolescente, tais solilóquios se distinguem daquele pelo fato de que são pronunciados em voz alta e por seu caráter de auxiliares da ação imediata. Estos auténticos monólogos, ao igual aos monólogos coletivos, constituem mais da tercera parte da linguagem espontânea entre meninos de três e até quatro anos, e vão disminuyendo regularmente até os sete anos.

Em uma palavra, o exame da linguagem espontânea entre meninos, quão mesmo o exame del comportamiento dos pequenos nos jogos coletivos, demonstra que as primeras conductas sociais estão a meio caminho da socialização verdadeira: em lugar de sair de su propio ponto de vista para coordená-lo com o de outros, o indivíduo sigue inconscientemente centrado em si mesmo, e este egocentrismo com respeito ao grupo social reproduce e prolonga o que já assinalamos no lactante com relação ao universo físico; se trata em ambos os casos de uma indiferenciación entre o eu e a realidade exterior, representada aquí por outros indivíduos e não já unicamente pelos objetos, e em ambos os casos esta especie de confusão inicial desemboca na primazia do ponto de vista próprio. Assim que a las relacione entre o menino pequeno e o adulto, é evidente que a pressão espiritual (e, a fortiori, material) exercida pelo segundo sobre o primeiro não exclui para nada ese egocentrismo a que nos referimos: apesar de submeter-se ao adulto e situá-lo muito por encima dele, o menino pequeno o reduz freqüentemente a sua própria escala, à maneira de ciertos creyentes ingênuos com respeito à divindade, e desta forma chega mais que a una coordinación bem diferenciada, a um compromisso entre o ponto de vista superior e o suyo propio.
B. A gênese do pensamento

Em função destas modificações gerais da ação, assistimos durante a primeira infancia a uma transformação da inteligência que, de simplesmente sensorial-motriz ou prática que era al principio, prolonga-se agora em pensamento propriamente dito, sob a dobro influencia del lenguaje e da socialização. A linguagem, acima de tudo, dado que permite ao sujeito o relato de sus actos, procura-lhe de uma vez o poder de reconstruir o passado, e por conseguinte de evocá-lo en ausencia dos objetos a que se referiam as condutas anteriores, e o de antecipar os actos futuros, ainda não executados, até substitui-los às vezes pela só palavra, sem jamais realizarlos este é o ponto de partida do pensamento. Mas imediatamente deve acrescentar se o hecho de que, como a linguagem conduz à socialização dos atos, aqueles que, graças a él, dan lugar a atos de pensamento, não pertencem exclusivamente ao eu que os engendra y quedan de rondón situados em um plano de comunicação que decuplica seu alcance. Em efecto, el linguagem propriamente dito é o veículo dos conceitos e as noções que pertencem a todo o mundo e que reforçam o pensamento individual com um amplo sistema de pensamiento colectivo. E nele é onde fica virtualmente submerso o menino logo que dirige la palabra.

Mas ocorre com o pensamento o que com toda a conduta em geral: em lugar de adaptarse inmediatamente às realidades novas que descobre e que constrói pouco a pouco, o sujeto tiene que começar com uma incorporação laboriosa dos dados a seu eu e a sua atividade, y esta assimilação egocêntrica caracteriza os julgamentos do pensamento do menino, assim como os de su socialización. Para ser mais exatos, é preciso dizer que, dos dois aos sete anos, se dan todas as transições entre duas formas extremas de pensamento, representadas em cada una de as etapas percorridas nesse período, a segunda das quais vai pouco a poco imponiéndose à primeira. A primeira de sortes formas é a do pensamento por mera incorporación ou assimilação, cujo egocentrismo exclui por conseguinte toda objetividade. La segunda é a do pensamento que se adapta a outros e à realidade, preparando assim el pensamiento lógico. Entre ambas se acham compreendidos quase todos os atos do
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