Programa na tradução. Texto em vermelho sublinhado




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pensamiento infantil, que oscila entre estas direções contrárias.

O pensamento egocêntrico puro se apresenta nessa espécie de jogo que cabe chamar juego simbólico. Sabido é que o jogo constitui a forma de atividade inicial de quase toda tendencia, o pelo menos um exercício funcional dessa tendência que o ativa à margem de su aprendizaje propriamente dito e reage sobre este reforçando-o. Pode observar-se, pues, ya muito antes da linguagem, um jogo das funções sensorial-motrizes que é um jogo de puro exercício, sem intervenção do pensamento nem da vida social, já que não põe en acción mais que movimentos e percepções. Ao nível da vida coletiva (dos sete a los doce anos), em troca, começam a aparecer entre os meninos jogos com reglamento, caracterizados por certas obrigações comuns que são as regras do jogo. Entre ambas formas existe uma classe distinta de jogos, muito característica da primeira infância, que hace intervenir o pensamento, mas um pensamento individual quase puro, com o mínimo de elementos colectivos: é o jogo simbólico ou jogo de imaginação e de mutação. Há numerosos ejemplos: jogo de bonecas, comiditas, etc., etc. É fácil dar-se conta de que ditos juegos simbólicos constituem uma atividade real do pensamento, embora essencialmente egocêntrica, é mais, duplamente egocêntrica. Sua função consiste, efetivamente, em satisfazer ao eu mercê a una transformação do real em função dos desejos: o menino que joga a bonecas refaz su propia vida, mas corrigindo-a a sua maneira, revive todos seus prazeres ou todos seus conflictos, pero resolvendo-os e, sobre tudo, compensa e completa a realidade mediante a ficção. En resumen, o jogo simbólico não é um esforço de submissão do sujeito ao real, a não ser, por el contrario, uma assimilação deformadora do real ao eu. Por outra parte, inclusive cuando interviene a linguagem nesta espécie de pensamento imaginativo, são acima de tudo a imagem e el símbolo os que constituem seu instrumento. Agora bem, o símbolo é também um signo, lo mismo que a palavra ou signo verbal, mas é um signo individual, elaborado pelo indivíduo sin ayuda de outros e freqüentemente só por ele compreendido, já que a imagem se refere a recuerdos e estados vividos, muitas vezes íntimos e pessoais. Nesse dobro sentido, pois, el juego simbólico constitui o pólo egocêntrico do pensamento: pode dizer-se inclusive que é el pensamiento egocêntrico quase em estado puro, ultrapassado todo o mais pelo sonho e por los sonhos.

No extremo oposto, acha-se a forma de pensamento mais adaptada a quão real puede conocer a pequena infância, quer dizer, o que poderíamos chamar o pensamento intuitivo: se trata en certo modo da experiência e a coordenação sensorial-motrizes propriamente dichas, aunque reconstruídas ou antecipadas mercê à representação. Voltaremos sobre isso (en, ya C) que a intuição é em certo sentido a lógica da primeira infância.

Entre estas duas formas extremas, encontramos uma forma de pensamento simplesmente verbal, más séria que o jogo, embora mais afastada de quão real a intuição mesma. É o pensamiento corriente no menino de dois a sete anos, e é interessante observar até que ponto, de hecho, constituye uma prolongação dos mecanismos de assimilação e a construção da realidad, propios do período preverbal.

Para saber como pensa espontaneamente o menino pequeno, não há método tão instructivo como o de inventariar e analisar as perguntas que faz, às vezes profusamente, quase siempre que fala. As perguntas mais primitivas tendem simplesmente ou seja "onde" se acham los objetos desejados e como se chamam as coisas pouco conhecidas: "Isto o que é?" Mas a partir de los três anos, e às vezes antes, aparece uma forma essencial de perguntar que se multiplica hasta aproximadamente os sete anos: os famosos "por que dos pequenos, aos que tanto cuesta a vezes ao adulto responder. Qual é seu sentido geral? A palavra "por que" pode tener para o adulto dois significados nitidamente distintos: a finalidade ("por que toma você este camino?" Ou a causa eficiente ("por que caem os corpos?". Tudo parece indicar, em cambio, que os "por que" da primeira infância apresentam uma significação indiferenciada, a metade de camino entre a finalidade e a causa, embora sempre implicam as duas coisas de uma vez. "Por qué rueda?", pergunta, por exemplo, um menino de seis anos à pessoa que se ocupa dele: y señala uma bola que, em uma terraço ligeiramente inclinada, dirige-se para a pessoa que se halla al final do pendente; então lhe responde: "Porque há um pendente", o qual é una respuesta unicamente causal, mas o menino, não satisfeito com esta explicação, acrescenta una segunda pergunta: "E sabe que você está aí abaixo?" Não cabe dúvida de que não terá que tomar al pé da letra esta reacción:el menino não disposto certamente conscientiza humana alguma a la bola, e embora exista, como teremos ocasião de ver, uma espécie de "animismo" infantil, no puede interpretar-se esta frase com um sentido tão grosseiramente antropomórfico. Entretanto, a explicação mecânica não tem satisfeito ao menino, porque ele se imagina o movimento como necesariamente orientado para um fim e, portanto, como confusamente intencional e dirigido: por conseguinte, o que queria conhecer o menino era, de uma vez, a causa e a finalidade del movimiento da bola, e por isso este exemplo é tão representativo dos "por que" iniciais.

É mais, uma das razões que fazem que freqüentemente os "por que' infantis sejam tão difíceis de interpretar para a consciência adulta, e que explicam nossas dificuldades para responder satisfactoriamente a quão pequenos esperam de nós a luz, é que uma fracción importante desse tipo de perguntas se refere a fenômenos ou acontecimentos que no comportan precisamente nenhum "por que", posto que são fortuitos. Assim é como o mismo niño de seis anos cuja reação ante o movimento acabamos de ver, surpreende-se de que haya em cima de Genebra dois Salève, sendo assim não há dois Cervin em cima de Zermatt:

"por que há dois Saléve?" Outro dia, pergunta: "por que o lago de Genebra não chega hasta Berna?" Não sabendo como interpretar estas estranhas questões, perguntamos a otros niños da mesma idade o que tivessem respondido eles a seu companheiro. A resposta, para los pequeños, foi coisa sencillisima: Há um Grande Saléve para as grandes excursões e las personas maiores e um Pequeno Saléve para os pequenos passeios e para os meninos, e se o lago de Genebra não chega até a Berna, é porque cada cidade deve ter seu lago. Dito de otro modo, não existe o azar na natureza, já que tudo está "feito para" os homens e los niños, segundo um plano estabelecido e sábio cujo centro é o ser humano. O "por que" se propone averiguar, pois, a "razão de ser" das coisas, quer dizer, uma razão de uma vez causal y finalista, e precisamente porque terá que ter uma razão para cada coisa, o menino tropeça con los fenomenais fortuitos e faz perguntas a seu respeito.

Em uma palavra, a análise de como o menino pequeno faz as perguntas demonstra ya claramente o caráter ainda egocêntrico de seu pensamento, neste novo terreno de la representación mesma do mundo, por oposição ao da organização do universo prático:

tudo se desenvolve, pois, como se os esquemas práticos fossem transferidos ao novo plano y se prolongassem, não só em forma de finalismo, como acabamos de ver, mas também em las formas seguintes.

O animismo infantil é a tendência a conceber as coisas como vivas e dotadas de intenções.

É vivo, ao princípio, todo objeto que exerce uma atividade, sendo esta essencialmente relativa a la utilidade para o homem: o abajur que ilumina, o fogão que esquenta, a lua que brilha.

Mais tarde, a vida está reservada aos móveis e, por ultimo, aos corpos que parecen moverse por si mesmos como os astros e o vento. À vida está ligada, por outra parte, la consciencia, não uma consciencia idêntica a dos homens, mas sim o mínimo de saber e de intencionalidad necessários às coisas para levar a cabo suas ações e, sobre tudo, para moverse ou dirigir-se para os objetivos que têm atribuídos. Assim, por exemplo, as nuvens saben que avançam, porque trazem a chuva e principalmente a noite (a noite é uma grande nuvem negra que cobre todo o céu quando chega a hora de deitar-se). Mais tarde, só o movimiento espontáneo está dotado de consciencia. Por exemplo, as nuvens não sabem já nada "porque el viento as leva", mas, por isso ao vento se refere, terá que precisar: não sabe nada como nosotros "porque não é uma pessoa", mas "sabe que sopra, porque ele é quem sopra! Los astros são particularmente inteligentes: a lua nos segue durante nossos passeios e volta atrás cuando empreendemos o caminho de volta. Um surdo-mudo, estudado pelo W. James,  pensava inclusive que a lua o denunciava quando roubava algo de noite, e chegou em sus reflexiones até a perguntar-se se não teriam relação com sua própria mãe, morta pouco antes.

Quanto aos meninos normais, quase todos se acreditam acompanhados por ela, e este egocentrismo lhes impede de pensar no que faria a lua em presença de paseantes que avanzaran em sentido contrário um de outro: depois dos sete anos, pelo contrário, esta pregunta basta para lhes levar a opinião de que os movimentos da lua sãoaparentes cuando seu disco nos segue.

É evidente que semelhante animismo resulta de uma assimilação das coisas a propia actividad, ao igual ao finalismo que vimos mais acima. Mas assim como o egocentrismo sensorio-motor do lactante resulta de uma indiferenciación entre o eu e o mundo exterior, e no de uma hipertrofia narcisista da conscientiza do eu, assim também o animismo e o finalismo expresan uma confusão ou indisociación entre o mundo interior ou subjetivo e o universo físico, y no uma primazia da realidade psíquica interna. Em efeito, se o menino pequeno animar los cuerpos inertes, materializa em troca a vida da alma: o pensamento é para ele uma voz, la voz que está na boca ou "uma vocecilla que está detrás", e essa voz é "vento" (cf. os términos antiguos de "anima", "psyche", "ruach", etc.). Os sonhos são imagens, em geral algo inquietantes, que enviam as luzes noturnas ('a lua, os faróis) ou o ar mesmo, e que enchem la habitación. Ou, mais tarde, são concebidos como algo procedente de nós, mas siguen siendo imagens, que estão em nossa cabeça quando estamos acordados e que saem de ella para posar-se em cima da cama ou na habitação logo que dormimos. Cuando uno se vá a si mesmo em sonhos, é que se desdobra: a gente está na cama, olhando o sueño, pero também está "no sonho", a titulo de dobro imaterial ou de imagem. Não acreditam, por nuestra parte, que estas consciências entre o pensamento infantil e o pensamento primitivo (mais adiante teremos que ver o parecido com a física grega) devam-se a nenhum tipo de herencia: a permanência das leis do desenvolvimento mental basta para explicar estas coincidencias, e como todos os homens, incluídos os "primitivos", começaram por ser niños, o pensamento do menino precede ao de nossos mais longínquos antepassados tanto como al nuestro.

Com o finalismo e o deste modo cabe relacionar o artificialismo ou crença de que as coisas han sido construídas pelo homem, ou por uma atividade divina análoga à forma de fabricación humana. Isto em nada contradiz ao do mesmo modo, na mente dos pequenos, já que, según ellos, os bebês mesmos são, de uma vez, um pouco construído e perfeitamente vivo. Todo o universo está feito desta forma: as montanhas "crescem" porque se plantaram as pedras después de as fabricar; os lagos foram escavados e, até muito tarde, o menino se imagina que las ciudades existiram antes que seus lagos, etc., etc.

Por último, toda a casualidade, que se desenvolve durante a primeira infância, participa de esos mismos caracteres de indiferenciación entre o psíquico e o físico e de egocentrismo intelectual.

As leis naturais acessíveis ao menino se confundem com as leis morais e o determinismo con la obrigação: os navios flutuam porque têm que flutuar, e a lua não ilumina mais que por la noche "porque não é ela quem manda". O movimento é concebido como um estado transitorio que tende para uma meta que lhe põe fim: as correntes fluem porque têm impulso para ir aos lagos, mas esse impulso não lhes permite voltar a subir à montanha. A noção de fuerza, em particular, dá lugar a curiosas observações: ativa e substancial, quer dizer, ligada a cada corpo e intransmisible, explica, como na física do Aristóteles, o movimento dos corpos pela união de um disparador externo e de uma força interior, ambos os necessários: por ejemplo, as nuvens as leva o vento, mas elas mesmas fazem vento ao avançar. Esta explicación, que recorda o famoso esquema peripatético do movimento dos projéteis, la extiende o menino também a estes últimos: se uma bola não cair em seguida ao chão quando una mano a tira, é que a levou o vento que faz a mão ao deslocar-se e também o que la própria bola faz refluir atrás de si ao mover-se. Assim também a água dos arroios é movida por o impulso que tomam em contato com os calhaus por cima dos quais tem que pasar, etc.

Podemos ver, em soma, até que ponto são coerentes entre si dentro de seu prelogismo las diversas manifestações deste pensamento incipiente. Consistem todas elas em una asimilación deformadora da realidade à atividade própria: os movimentos estão dirigidos hacia um objetivo, porque os movimentos próprios assim estão orientados; a força é ativa y sustancial porque assim é a força muscular; a realidade é animada e viva, as leis naturais se equiparan à obediência, em uma palavra, tudo está calcado sobre o modelo do eu. Estos esquemas de assimilação egocêntrica, aos quais se dá rédea solta no jogo simbólico y que dominam ainda até tal extremo o pensamento verbal, não são, sem embargo, susceptibles de acomodações mais precisas em certas situações experimentais? Isto é lo que vamos ver agora a propósito do desenvolvimento dos mecanismos intuitivos

C. A intuição

Há uma coisa que surpreende no pensamento do menino pequeno: o sujeito afirma constantemente e não demonstra jamais. Assinalemos, por outra parte, que esta ausência de la prueba deriva naturalmente dos caracteres sociais da conduta dessa idade, quer dizer, del egocentrismo concebido como indiferenciación entre o ponto de vista próprio e o de los demás. Em efeito, as provas se aduzem sempre ante e para outras pessoas, enquanto que, al principio, a gente mesmo se crie o que diz sem necessidade de
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