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LUZ NA MENTE

Jorge Hessen


2014

LUZ NA MENTE
Jorge Hessen

Data da publicação: 21 de fevereiro de 2014

CAPA: Cláudia Rezende Barbeiro

REVISÃO: Eunice de Oliveira Cazetta

PUBLICAÇÃO: EVOC – Editora Virtual O Consolador

Rua Senador Souza Naves, 2245

CEP 86015-430

Fone: (43) 3343-2000

www.oconsolador.com

Londrina – Estado do Paraná

Dados internacionais de catalogação na publicação

Bibliotecária responsável Maria Luiza Perez CRB9/703







Hessen, Jorge.

H773f


Luz na mente / Jorge Hessen ; revisão Eunice de Oliveira Cazetta ; capa Cláudia Rezende Barbeiro . - Londrina, PR : EVOC, 2014.

78 p.




11113113 p.
















1. Mediunidade (Espiritismo). 2. Espiritismo. 3. Depressão. 4. Experiência quase-morte I. Cazetta, Eunice de Oliveira. II. Barbeiro, Cláudia Rezende. III.Título.











CDD 133.9

19.ed.


Explicação preliminar
A primeira edição desta obra foi publicada em 2002 pela Editora Cultural Espírita Edicel.

Estando esgotados os exemplares da mencionada edição, Jorge Hessen decidiu autorizar uma nova edição da obra, na forma digital, pela EVOC – Editora Virtual O Consolador, de Londrina-PR, o que fazemos nesta oportunidade, esperando que ela possa alcançar os leitores que não puderam até o momento usufruir de sua leitura.

Jorge Hessen, com vistas à edição original, escreveu o seguinte texto:

“Estas reflexões, seguramente, nortearão os passos de muitos que, do ponto de vista doutrinário, se atolaram nos tóxicos dos conceitos equivocados e manobrados pelos inimigos da luz.

Esta obra é uma contribuição sem maiores pretensões que não a de levar ao provável leitor algumas ilustrações temáticas, cujo teor se consubstancia em uma porta escancarada para se adentrar os lídimos postulados kardecianos.”
*
Agradecemos a Jorge Hessen a permissão que nos foi concedida, fato que beneficiará um número incalculável de pessoas que buscam nas páginas espíritas uma orientação segura para bem poderem se conduzir na vida.

Aproveitamos também a oportunidade para cumprimentar o autor pela excelência da obra que ora editamos, não só pela temática examinada, mas sobretudo pela forma com que o fez.
Astolfo O. de Oliveira Filho
Londrina, 21 de fevereiro de 2014

Índice
Apresentação do Autor / 6

Prefácio / 8

O Jovem e Sua Relação Consigo Mesmo / 10

Depressão, Flagelo do Mundo Moderno / 13

Deus Existe, Graças a Deus! / 16

Experiências de Quase-Morte / 18

Não Podemos Abrir Mão Dessa Verdade... / 23

Apelo ao Bom Senso na Prática Mediúnica / 26

Kardec Permaneceu / 28

Além do Universo Existe um Poder Pensante / 30

Carta Explicativa Sobre Fantasias Mediúnicas / 32

Mediunismo / 34

Desregramento Sexual e a Síndrome do Século / 36

As Ingerências nas Bases Cristãs / 38

Caminho Para um Mundo Melhor / 40

Em Busca do Próximo / 43

O Inferno em Chamas! / 45

Evangelho - Código do Supremo Poder / 49

Juventude e o Velho Conceito de Felicidade / 51

A Juventude do Pós-Guerra / 54

A Justiça Divina Ante a Palingenesia / 58

Fatos que Comprovam a Reencarnação / 61

Falando Sobre Psicometria / 64

Vida na Terra Veio do Espaço / 66

O Natalício do Mestre / 68

Espiritismo: A Sublime Mensagem / 72

Absolvição Anulada / 74

Oração Para Uma Filha Especial / 77

Apresentação do autor
Jorge Luiz Hessen nasceu no antigo Estado da Guanabara, atual Rio Janeiro, no dia 18 de agosto de 1951. Vive a vida inerente àqueles que vieram ao mundo a fim de despertar para um projeto mais alto, acima dos prazeres da Terra. Teve uma infância pobre, de pais separados, com mais dois irmãos. Na juventude teve seu primeiro contato com fatos da mediunidade através de uma incorporação de seu irmão mais novo. Ficou impressionado, pois sabia que o irmão seria incapaz de dissimular um fenômeno de tal magnitude. Aquele episódio o levaria, mais tarde, a chegar às portas dos princípios codificados por Allan Kardec.

Aos 20 anos de idade ingressou, por concurso, no serviço público, onde até hoje permanece. Foi durante 5 anos diretor do INMETRO no Estado de Mato Grosso. Executou serviços profissionais junto à Universidade de Brasília, durante 4 anos, na condição de coordenador de provas práticas de concursos públicos realizados pelo CESP.

Consorciou-se com Maria Eleusa aos 26 anos de idade. É pai de quatro filhos, sendo uma das filhas (a mais velha) portadora de lesão cerebral. Na maturidade da vida teve oportunidade de fazer cursos superiores. Possui a Licenciatura de História e Geografia pelo UniCEUB (Centro Universitário de Brasília).

Sua vida espírita nesses mais de 30 anos de Doutrina perfez conteúdos de muitas faculdades. Participou da fundação de alguns centros espíritas em Brasília e Cuiabá-MT, onde teve publicado, em 1991, o livro "Praeiro - Peregrino da Terra do Pantanal". Começou seu trabalho de divulgação ainda jovem em todo DF. Engajou como articulista espírita, tornando-se sólido esse fato em Cuiabá, quando publicava "Luz na Mente", um periódico que veio satisfazer o seu ideal na Divulgação Espírita.

Foi redator e diretor do Jornal "União da Federação Espírita" do DF. Vinculado a vários órgãos divulgadores da Doutrina Espírita, a exemplo de "Reformador" da FEB, "O Espírita" do DF, "O Médium" de Juiz de Fora/MG e palestrante nos mais diferentes lugares de DF, tem a oportunidade de levar a mensagem espírita às cidades próximas de Brasília, como Anápolis, Cidade Ocidental e outras.

Sua diretriz inabalável continua sendo o compromisso de fidelidade a Jesus e a Kardec.
Maria Eleusa de Castro (esposa de Jorge Hessen)

Prefácio
Na busca de encontrar incentivo para a formação destas páginas, vi-me transportado pelo processo intuitivo à cata de subidos recursos doutrinários.

Move-me a certeza de que a vontade é uma das grandes potências humanas e, nesse escopo da publicação do livro, foi tão intenso o desejo de materializá-lo que de um jeito ou de outro consegui atrair formas indispensáveis para a expressão do ideal, pelo que agradeço à Editora Cultural Espírita Edicel Ltda.

Esta obra é mais uma despretensiosa contribuição para o movimento espírita nacional. Espero seja do agrado de todos que a lerem. A propósito, recordo que conceitos e ideias individuais têm os seus limites de repercussão. Aliás, todos os sistemas filosóficos humanos, tanto de Aristóteles, Tomás de Aquino, Descartes, Dalton, como os dos nossos contemporâneos, são influenciados pelas opiniões, tendências, preconceitos e sentimentos conjunturais e, claro, não são completos. Porém, em nenhuma época da própria História o homem pôde subtrair-se aos gigantescos problemas de ordem da essencialidade do ser, da vida e da natural e misteriosa fatalidade biológica que denominamos morte. Quando uma nova fonte de seguros e arrojados esclarecimentos surge, não há como desconsiderá-la, sob pena de o homem continuar perambulando debaixo do guante da ignorância.

Estas reflexões, seguramente, nortearão os passos de muitos que, do ponto de vista doutrinário, se atolaram nos tóxicos dos conceitos equivocados e manobrados pelos inimigos da luz.

Esta é uma contribuição, repito, sem maiores pretensões que não a de levar ao provável leitor algumas ilustrações temáticas cujo teor se consubstancia em uma porta escancarada para se adentrar nos lídimos postulados kardecianos. Aos que ainda caminham sem norte, sem rumo, sem eixo; que não têm estabilidade no campo emotivo e se embrenham na crise que lhes devora as entranhas, ofertamos os estudos aqui registrados, destacando que, nas grandes questões sociológicas, sabemos da influência do Espiritismo, e nosso intuito é colaborar com todos no domínio do conhecimento dos códigos cristãos onde vigem justiça e amor em cuja base se edificará uma sociedade mais feliz no futuro.
Jorge Hessen
Brasília (DF)

O Jovem e Sua Relação Consigo Mesmo
O primeiro problema que se apresenta ao pensamento do jovem é o próprio pensamento, ou, antes, o processo de análise que possa traçar um perfil aproximado da própria personalidade. Há, nesse contexto, toda uma reação, muitas vezes inconsciente, de apreensivas dúvidas e sempre muita insegurança nos momentos decisivos. Foi dito por alguém que querer é poder. Essa sentença goza, há muito tempo, de foros de provérbio consumado, mas exprimirá de fato uma verdade? A nosso ver, empregaríamos o verbo saber em lugar do verbo querer e diríamos, então: saber é poder. Se analisarmos com tranquilidade veremos que, de fato, aquele que sabe pode, porém o que ignora não pode, ainda que queira. Nessa linha de raciocínio vejamos que o Cristo expressou um pensamento que se acopla perfeitamente: "Sabereis a Verdade e vos tornareis livres". Libertos de quê? Eis a questão. Ora, sendo a juventude o sinônimo de quem pode e a velhice de quem sabe, nada mais razoável do que a juventude buscar o relevo de seus ideais nos adultos. Porém, nesse afã, o jovem encontrará adultos inescrupu­losos, ambiciosos, calculistas – ex-jovens sem ideais – e isso muitas vezes o deixará desanimado, esfrian­do-lhe o entusiasmo e o idealismo; contudo, não deve arrefecer o ânimo, porque também encontrará adul­tos idealistas, compreensivos, honestos. Um fato é real: quando o jovem deixa de seguir os bons exem­plos dos homens honestos e idealistas e se abate na amargura, a sociedade terrena sofre um prejuízo irreparável, isso porque a melhora do mundo de­pende invariavelmente das novas gerações.

A propósito do poderio do saber da juventude para o processo de autobusca, recordemos que o mestre Sócrates, em uma Grécia repleta de artistas, pensadores e políticos, se considerava sem nenhu­ma especialização que o destacasse na sociedade, estava ciente de sua insipiência, por isso expressou uma conclusão de foro íntimo que a sua sabedoria só podia ser aquela de saber que nada sabia. Em sua opi­nião, essa percepção da própria ignorância era o iní­cio da consciência de si mesmo, condição indispen­sável para o eclodir da verdadeira sabedoria.

O jovem precisa assestar seus instrumentos de aferição sobre suas potencialidades e suas linhas limítrofes com as exigências das experiências na so­ciedade. Cabe lembrar, também, que essa consciên­cia de si mesmo precisa ser alavancada pela educa­ção cultivada pela inteligência com o aperfeiçoamen­to do campo íntimo. Esse desiderato não será conseguido tão só à força de instrução, que se imponha de fora para dentro, porém com a adesão da vonta­de seletiva que, sem constrangimentos de qualquer natureza, poderá libertar o centro das emoções, aí plasmando a face da alma, transformando o cére­bro em energia superior, projetando reflexos de be­leza e grandeza moral.

A vida se constitui em uma luta constante, por isso não se pode esquecer que ninguém vive no vá­cuo. O jovem deve ser um ente social e isso implica nas relações entre tudo o que faz e as outras pesso­as. O seu comportamento se reflete nelas e o delas nele. Quer por sintomas neuróticos ou respostas "normais", os seres se interagem permanentemente. A saúde mental, assim como os distúrbios emo­cionais, tem uma relação muito estreita e direta com as pessoas que o cercam. Levada essa situação para o âmbito doméstico, o jovem tem os laços de eleva­ção e alegria que já conseguiu tecer, por intermédio do amor sagradamente vivido, ou ainda as algemas de constrangimento e aversão, nos quais recolhe, de volta, os clichês inquietantes que plasma na memó­ria do destino que necessita desfazer à custa de tra­balho de autodescobrimento. Desta forma, o jovem deve compreender que estados mórbidos não levam a nada e deve reprogramar seu comportamento, re­conhecendo a tendência natural de uma queda, cer­to também que se erguerá, sem necessidade de tro­peçar na aflitiva neurose depressiva em face do com­plexo de culpa. Destarte, empreenderá esforços no sentido de manter o ideal elevado, compartilhando, também, sua conquista com o conjunto da sociedade, aceitando os seus limites, perdoando os próprios erros para mais facilmente praticar o perdão em relação aos demais. Nesse ponto urge a juventude entender o poder do sacrifício. O dicionário define essa palavra como uma "renúncia em favor de outrem". Explica ainda os sinônimos abnegação e desprendimento. Sacrificar-se aqui no sentido mais exato, dentro da proposta apresentada, significa um posicionamento compatível com a boa lógica da alegria de viver. E, para encerrar esse ensaio teórico, invoco o grande Alexis Carrel quando assevera: "O importante não é acrescentar anos à sua vida, mas vida aos seus anos".

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