Ligações perigosas Estudo diz que a radiação emitida por telefones celulares pode causar desde câncer até catarata




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Software para evaluar la contaminación electromagnética producida por las estaciones base de la telefonía móvil y sus posibles efectos sobre la salud: impacto ambiental, ingeniería eléctrica, auditoría medioambiental y gestión ambiental en general.

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Antenas de baja ganancia:

La densidad de potencia en cada punto del espacio la mediremos en microWatios por centímetro cuadrado, uW/cm2, como hemos indicado. Al aumentar la potencia de emisión de la antena, aumentaremos dicha densidad de potencia en los alrededores de la torre. La potencia de emisión de cada antena dependerá del número de conversaciones que la antena mantenga simultáneamente. Dependiendo de la potencia a la que esté trabajando en ese momento la antena y del punto en que nos coloquemos con respecto a la torre estaremos recibiendo una densidad de potencia u otra. Si nos quedamos quietos en un punto, y aumentamos la potencia de emisión de la antena, la densidad de potencia que recibimos aumentará también.

 



Software RADIA: Mapa de la densidad de potencia radiada por una antena de varilla situada a 5m de altura.

 

Los diagramas de radiación de dos tipos diferentes de antenas son muy distintos. Las de baja ganancia emiten simétricamente alrededor de la torre y las de alta ganancia emiten con mayor intensidad en una dirección determinada (como un foco de luz). En dichos diagramas representaremos la densidad de potencia en los alrededores de la antena. Una de las maneras de representarlos es dibujando líneas de densidad de potencia constante (líneas que unen puntos que están recibiendo la misma densidad de potencia en uW/cm2) indicando sus valores.

La potencia a la que está trabajando la antena dependerá del número de conversaciones que mantenga en ese momento. Se puede expresar de diversas maneras. Nosotros usaremos la potencia radiada efectiva (ERP= Effective Radiated Power) en Watios, Watios (ERP). Es la potencia equivalente emitida por una antena dipolar ideal que coincide con la potencia radiada en la máxima dirección de emisión de la antena. También se usa la potencia isótropa radiada efectiva (P.I.R.E. o también EIRP), en cuyo caso comparamos con un radiador isótropo ideal en vez de una antena dipolar. Son fácilmente relacionables como veremos más adelante.

 



 

Representaremos mediante líneas de color negro unos ejes circulares que nos indiquen las diferentes direcciones espaciales alrededor de la antena. La antena estará situada en el punto central de los ejes circulares de color negro. Los diferentes círculos concéntricos nos indicarán la distancia a la que nos encontramos del punto dónde está situada la antena. Las líneas de densidad de potencia constante aumentarán de valor a medida que nos acerquemos al foco de emisión de la antena. Para una antena de baja ganancia (de varilla) del tipo usado por la mayoría de las estaciones base de telefonía celular, el diagrama de radiación tiene esta forma:




 

Aquí la antena la estamos viendo de lado y estaría situada en el centro de los ejes circulares de color negro. Hay dos círculos de 20 y 30 metros. La dirección 0 grados apunta hacia el cielo, la de 900 hacia nuestra derecha, la de 2700 hacia nuestra izquierda y la de 1800 hacia el suelo. Las líneas azules son líneas de densidad de potencia constante a 1 y 10 uW/cm2.

Si la misma antena del dibujo anterior, la vemos desde arriba tendremos el siguiente dibujo. Aquí los dos ejes que van de –12 a 12 metros representan un plano paralelo al suelo. La antena estaría situada en el punto (0,0). La densidad de potencia alrededor de la antena estaría evaluada a la altura a la que se encuentra en un plano paralelo al suelo.

 

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Com o crescimento dos usuários de telefones celulares, é natural que surjam dúvidas sobre saúde e segurança no uso diário de tais aparelhos. Em 1997, o número de aparelhos no mundo girava em torno de 150 milhões e nos dias atuais pode-se observar números em torno de 1 bilhão. O aumento dos usuários implica na melhoria da cobertura dos sistemas, com um respectivo crescimento do número de antenas instaladas em torres e postes, gerando uma maior atenção e questionamento por parte da sociedade.
Estudos procuram garantir o bem estar da população mundial, apontando limites seguros para exposição às ondas eletromagnéticas dos celulares e das ERB's (Estações Rádio Base), mas é importante verificar qual a fonte de tais estudos, afinal uma parte dos boatos sobre malefícios acabam tendo origem em trabalhos científicos não compreendidos, ou não reconhecidos, sendo a maioria deles impossíveis de serem reproduzidos por outros pesquisadores. 

Uma visão rápida do espectro de freqüências e suas aplicações

A OMS (Organização Mundial da Saúde - http:www.who.int/peh-emf) tem um extenso banco de dados com evidências cientificas sobre possíveis efeitos de campos eletromagnéticos à saúde. Vale ressaltar que esses estudos também vão estar relacionados com outras transmissões de ondas eletromagnéticas e não somente com sistemas móveis. Afinal, a sociedade vive exposta a uma série de fontes de ondas eletromagnéticas no dia a dia, entre elas podemos rapidamente destacar: linhas de transmissão de energia elétrica, radiodifusão sonora (AM e FM), radioamador, TV, fornos de microondas, lâmpadas, a luz do sol, etc..

A OMS afirma que nenhum dos recentes trabalhos científicos concluiu que a exposição a campos de radiofreqüência (RF) de telefones celulares ou por suas ERB's, cause quaisquer conseqüências adversas à saúde. 

É importante destacar que uma ERB apresenta potências na ordem de 50 Watts e fontes como transmissores de TV e rádio (AM/FM) chegam a potências da ordem de 500 quilowatts, ou seja, uma potência dez mil vezes maior. Em São Paulo, na Avenida Paulista, onde é verificada a maior concentração de emissoras TV ou rádio, o impacto desta potência pode ser sentido pelos vizinhos das torres de transmissão que geralmente observam interferências em seus aparelhos eletrônicos. 



Figura 1 - Espectro eletromagnético (baseada na OMS).

Na figura 1, pode-se observar que os campos eletromagnéticos são classificados em ionizantes e não-ionizantes, sendo o primeiro tipo extremamente nocivo a saúde quando utilizado sem o devido controle, geralmente aplicável à área de instrumentação médica, como por exemplo raio-X, que pode quebrar ligações químicas e danificar o material genético das células, ocasionando doenças como o câncer. O segundo tipo apresenta freqüências mais baixas que a luz, podendo ser encontrado em praticamente todas as aplicações da área de telecomunicações, não possuindo condições para quebrar ligações químicas.
A interação dos campos não-ionizantes com os seres vivos gera efeito térmico através do aquecimento dos tecidos, resultado da absorção da energia. Para o corpo humano essa absorção varia com a freqüência do campo eletromagnético.

 
Os limites para telefones celulares e as principais dúvidas


Diretrizes internacionais regulam a exposição às ondas eletromagnéticas, como pode ser observado na C95.1 adotada pelo ANSI ("American National Standards Institute") e também pelas recomendações do CENELEC ("Comitté Européen de Normalisation Eletrotechnique"), que aplicam valores padrão que garantam uma margem substancial de segurança, com o objetivo de proteger todas as pessoas, independente da idade ou da condição de saúde. Os telefones celulares são fabricados atendendo esse limite padrão.

O padrão de exposição dos telefones celulares emprega uma unidade de medição conhecida como Nível de Absorção Especifica ( SAR - "Specific Absorption Rate"). A Resolução 303, de julho de 2002, publicada pela ANATEL, segue as diretrizes internacionais e adota o valor de 2 W/kg, na faixa de freqüência dos aparelhos utilizados no Brasil, independente da tecnologia.

Os telefones celulares são certificados na potência máxima, atendendo o valor máximo de 2W/kg, porém, durante o uso, o valor da potência que os mesmos podem estar trabalhando costuma situar-se abaixo do máximo. Isso ocorre porque o aparelho celular opera com vários níveis de potência, sendo o valor máximo encontrado somente quando o aparelho está longe de uma ERB e o sinal está muito fraco, quanto mais perto de uma ERB menor a potência utilizada pelo telefone.

Outra pergunta que as pessoas sempre fazem é sobre os fones de ouvido, pois esses são muito populares entre os usuários de telefones celulares, graças à flexibilidade que proporcionam. Todos os testes feitos pela indústria e por laboratórios independentes demonstram que o SAR produzido quando se usa o fone de ouvido em sua posição normal é significativamente menor daquele produzido sem o fone.

Sobre uso de celulares em postos de gasolina, o relatório "Exponent Failure Analysis Associates"
(http://www.wow-com.com/consumer/issues/health/articles.cfm?ID=1040), publicado em 1999 nos EUA, concluiu que "o uso de telefones celulares em postos de gasolina, sob condições normais de operação, apresenta um risco insignificante", e que a probabilidade de tal incidente, sob quaisquer condições, "é muito remota". "Os automóveis, que têm várias fontes potenciais de combustão, possuem um maior risco de causar combustão", afirmou o relatório. "Finalmente, outras fontes potenciais de combustão estão presentes, como a descarga estática entre uma pessoa e um veículo". 

Uma análise do centro de Estudos de Compatibilidade Eletromagnética Sem Fio, da Universidade de Oklahoma, encontrou uma conclusão similar, em agosto de 2001. De acordo com essa análise, as pesquisas sobre esses assuntos "não forneceram qualquer evidência sugerindo que os telefones celulares apresentam riscos em postos de gasolina".
A opinião desses especialistas também se apóia no fato de que não houve, no mundo, nenhum incidente em postos de gasolina causados pelo uso de telefone celular, sendo esses usados a mais de uma década pela população mundial.

 

Os limites para as Estações Rádio Base - ERB's

Para os níveis de exposição associados à irradiação das ERB's, na Resolução 303, vamos observar o valor de densidade de potência, expresso pela fórmula f / 200, onde f é a freqüência em MHz, definido pela ICNIRP ("International Commission on Non-Ionizing Radiation Protection"). Desta forma, devemos encontrar valores iguais ou menores que 4,35 W/ m2, para medidas ao redor de uma estação operando em 870 MHz, e valores iguais ou menores que 9 W/ m2 , para estações operando em 1,8GHz. Essas medidas devem ser realizadas onde possam residir ou passar pessoas.
Utilizando os valores acima, pode-se concluir que uma distância mínima de seis metros da frente de uma antena nas faixas de operação dos sistemas móveis, é suficiente para garantir medidas que não gerem malefícios à saúde. Essa distância está considerando um indivíduo no mesmo nível que a antena, ou seja, podendo ver à frente da antena a seis metros desta.
Uma antena instalada em uma torre ou poste (ERB), vai estar entre 10 a 50 metros de altura, portanto, a única forma de um indivíduo estar a seis metros do centro da antena e com visada direta (em sua frente), seria em um apartamento próximo, que nesse caso precisaria estar afastado desta distância mínima. As pessoas podem andar na área interna reservada a operadora e até tocar na torre da ERB que vão estar recebendo uma densidade de potência muito menor que os limites especificados pela ICNIRP. 

 



Figura 2- As ondas eletromagnéticas (sinal) e suas direções

Quando a antena é colocada no topo de um prédio, as ondas eletromagnéticas enviadas por ela vão ser sempre direcionadas para frente, para alcançar os telefones celulares que estejam nas ruas próximas ao edifício. Como as antenas possuem esse direcionamento da energia, a quantidade de energia irradiada para baixo (na direção dos telhados) passa a ser praticamente nula, reduzindo a distância mínima em alguns centímetros na direção do telhado, não resultando em riscos para pessoas que estejam no último andar. 
No caso de antenas de micro-células em operação nas fachadas de prédios, as distâncias passam a ser de alguns centímetros, pois a potência transmitida por esse tipo de antena é dez vezes menor, quando comparada a uma ERB. 
Quando a aplicação passa a ser "indoor", ou seja, pequenas antenas para sistemas móveis dentro de lojas, prédios, etc... a potência transmitida passa a ser cinqüenta vezes menor que a potência de uma ERB. Portanto, pouquíssimos centímetros são suficientes para garantir segurança. 

As competências relacionadas 

Avaliações técnicas, operacionais e civis, vão permitir a implantação das ERB's em cidades e municípios, garantindo a segurança e o bem estar da população. Essas avaliações passam a ser de competência da ANATEL, quando os aspectos são relacionados com a prestação do serviço e das prefeituras, governos estaduais e federais, quando são relacionadas com aspectos civis.

 



Figura 3 – Distribuição correta das competências para garantir segurança

 

Conclusões

O aumento no uso de telefones móveis geram dúvidas na sociedade em relação à sua segurança, sendo grande parte destas dúvidas relacionadas a problemas de acesso a informações especializadas de instituições sérias como a OMS e ANATEL. Portanto, a divulgação destas informações na sociedade passa a ser de grande importância para evitarmos confusões que podem gerar um atraso em nossa sociedade com a não utilização dos benefícios que a comunicação móvel pode oferecer.



(*) O autor: Marilson Duarte Soares (marilson.duarte@siemens.com.br):  
Graduado em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense (UFF) em 1995, tem pós-graduação em Análise de Sistemas pela PUC/RJ em 1997, pós-graduação em Administração Industrial pela USP em 2000 e MBA em Conhecimento Tecnologia e Inovação na USP em 2002. Na UFF foi monitor das disciplinas de Eletromagnetismo e Eletrônica em 1993-1994 respectivamente, e depois atuou como professor de Eletrônica Digital na Escola de Engenharia UFF em 1996-1997, trabalhou em pesquisa no CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) em 1994 com Ressonância Magnética Nuclear.     Estagiou na Petrobrás na área de projetos de radioenlaces para área de abastecimento em 1993-1994, e na INOVAX na área de desenvolvimento de hardware e software para CPA em 1994-1995. Trabalhou na INOVAX Ltda como Engenheiro de Desenvolvimento nos anos de 1995 até 1997, tendo iniciado seus trabalhos na SIEMENS Ltda no final de 1997 na área de Engenharia de Rádio onde passou a ocupar o cargo de Gerente de Engenharia a partir de 2000, atualmente trabalha na SIEMENS Ltda como Consultor de Tecnologias Móveis.

Radiações em Celulares

Tem havido recentemente especulações de que o uso de telefones celulares possa estimular o crescimento de tumores cerebrais na região da cabeça próxima à antena.

(Fischetti, M., The Cellular Phone Scare, IEEE Spectrum, 43-47 June 1993)

Comprovações recentes atestam transformações de células quando imersas em um intenso campo eletromagnético. Essas transformações podem evoluir a ponto de causar degenerações, tornando-se possíveis focos de leucemia e câncer.

Embora invisíveis, as radiações fazem parte do nosso cotidiano, mergulhados que estamos num campo imenso, repleto de ondas vindas de todos os cantos, não só do planeta mas também do Universo. O problema, ou seja, o risco para o ser humano, é justamente a intensidade dessas radiações, e lembrando a lei que rege a relação entre energia e distância, (energia proporcional ao inverso do quadrado da distância), veremos que no celular, apesar da baixa potência envolvida, a proximidade da antena faz com que um lado da cabeça receba diretamente essas radiações, expondo o usuário a um risco imprevisto. Basta lembrar que o processo de cozimento dos alimentos nos fornos de microondas se baseia nestas radiações, se bem que de muito maior intensidade, mas ninguém pode prever as conseqüências de uma prolongada exposição a esse campo eletromagnético. Está comprovado que, após 10 minutos de uso do celular, a temperatura craniana sobe de 2 a 3 graus centígrados.

As termo-fotografias abaixo mostram a temperatura da cabeça sem e com o uso de um telefone celular.

  

A maneira mais eficiente de se proteger dessas radiações dos telefones celulares é, sem dúvida, a instalação, quando possível, de uma antena externa. Ao transferir toda a potência de transmissão para essa antena, estrategicamente localizada longe do aparelho, além de propiciar uma comunicação de muito melhor qualidade, estaremos poupando o usuário de radiações que podem ser perigosas. O Kit Veicular SoluCell é especialmente indicado para esta função.

Além dessa solução, existe ainda a possibilidade de se usar protetores contra radiação fixos ao aparelho, que são dispositivos cerâmicos absorvedores de ondas eletromagnéticas.

Há um método, desenvolvido pelo cientista japonês Y. Omura e denominado "Bi-digital O-Ring test", que é capaz de mostrar uma diminuição considerável (no mínimo 70 %) dos efeitos nocivos ao homem quando da instalação de uma antena externa no aparelho celular, e que também demonstra a proteção exercida pelos absorvedores. Links:





Efeitos da radiação de telefonia celular
preocupam os membros do CONSEMA



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