Ligações perigosas Estudo diz que a radiação emitida por telefones celulares pode causar desde câncer até catarata




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14|novembro|2002

Os efeitos da radiação eletromagnética emitida pelos sistemas de telefonia celular sobre a saúde humana foram um dos temas discutidos na reunião do CONSEMA - Conselho Estadual do Meio Ambiente - na última quarta-feira (13/11). Estima-se que existam, no Estado de São Paulo, 14 mil estações radiobase de telefonia celular, cujas instalações são regulamentadas pela Lei 10.995, de 2001, cabendo a fiscalização à Secretaria Estadual da Saúde. De acordo com essa lei, as antenas deverão estar, no mínimo, a 30 metros de distância da divisa do imóvel onde estiver instalada e sua potência não poderá ultrapassar 435 microwatts por centímetro quadrado.

Segundo a gerente do Setor de Toxicologia Humana e Saúde Ambiental da CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, Nilda Fernícola, a Organização Mundial da Saúde, com base na bibliografia científica, concluiu que não há evidências de que a exposição a campos eletromagnéticos de baixo nível tenha conseqüências sobre a saúde. Recomenda, no entanto, a realização de novas pesquisas para aprofundar os conhecimentos sobre os efeitos biológicos das radiações.

Até pelo fato da agência americana FDA - Foods and Drugs Administration, que regula os setores de medicamentos e alimentação, ter manifestado recentemente não aceitar tal postura da OMS - a da falta de comprovação científica sobre os efeitos adversos que a exposição à radiação eletromagnética poderia causar - , ao enfatizar a necessidade de realização de novas pesquisas para se chegar a um diagnóstico mais confiável sobre a segurança na operação desses equipamentos.

O cientista Vitor Baranauskas, da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, que defendeu maiores investimentos governamentais em pesquisas epidemiológicas sobre as radiações por ondas eletromagnéticas, disse que "as antenas radiobase estão proliferando nas cidades, sem qualquer critério paisagístico ou de engenharia".

Em contraponto, Everaldo Gomes Ferreira, gerente regional da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, afirmou que "somos bombardeados com radiações de todos os tipos e, até agora, não há estudos que confirmem danos à saúde das pessoas". Assegurou que a agência tem tomado todo o cuidado necessário estabelecendo limites de freqüência das ondas eletromagnéticas.

:: Riscos à saúde ::

O sistema de telefonia celular é responsável pela emissão de ondas eletromagnéticas de 10 MHz a 300 GHz. Alguns pesquisadores estabelecem uma correlação entre a exposição a esse tipo de radiação e o surgimento de alguns tipos de doenças, em especial o câncer, enquanto outros, simplesmente, negam qualquer possibilidade de que isso ocorra, apontando total falta de consenso sobre o assunto.

Entre os possíveis danos associados aos efeitos térmicos da radiação emitida pelos aparelhos celulares e as antenas de transmissão, estão a exaustão, choque térmico, estresse, queda no desempenho de tarefas, pressão cardíaca, alterações em funções neurais e neuromusculares e ocorrência de catarata. Embora ainda não exista consenso acerca do tema, vários estudos sugerem que esta radiação possa interferir nas ondas cerebrais, alterando a pressão sangüínea, reduzindo respostas imunológicas e provocando enxaqueca, insônia, síndrome de fadiga com prejuízo da memória de curto prazo e epilepsia.

:: Limitação da exposição ::

O Conselho Diretor da ANATEL adotou, em 15 de julho de 1999, como referência provisória para avaliação da exposição humana a campos eletromagnéticos de radiofreqüência provenientes de estações transmissoras de serviços de telecomunicações, os limites propostos pela Comissão Contra Radiações Não Ionizantes - ICNIRP. Esses limites constam da publicação "Guidelines for Limiting Exposure to TimeVarying Electric, Magnetic, and Electromagnetic Fields", traduzida para o português pelo Grupo de Trabalho de Efeitos Biológicos da Associação Brasileira de Compatibilidade Eletromagnética - ABRICEM.

Paralelamente, alguns municípios brasileiros já estão adotando medidas próprias para reduzir os possíveis efeitos desse tipo de poluição ambiental. Cidades como Porto Alegre, Chapecó, Juiz de Fora, Lajeado, Maringá, Belo Horizonte e Campinas, estabeleceram critérios próprios para instalação de estações radiobase. Porto Alegre, por exemplo, veda a instalação de antenas em determinados locais, estabelece limites de potência e determina controle das radiações pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Campinas estabelece limites de densidade de potência para instalação de antena transmissora, controle por parte da Secretaria Municipal da Saúde, distância mínima em relação à divisa de imóvel vizinho, exigência de laudo radiométrico e exigência de alvará sanitário para entrada em operação das antenas transmissoras.

Ao término das discussões no CONSEMA sobre esse polêmico assunto, sem dados científicos conclusivos acerca dos eventuais danos que as antenas retransmissoras e os próprios aparelhos celulares possam estar causando ao ser humano, os conselheiros presentes decidiram recomendar à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, após a explanação dos pesquisadores convidados, a realização de um seminário com a participação de representantes da área de saúde, das universidades, institutos de pesquisa, setor de telecomunicações e da sociedade civil, para esclarecer todas as dúvidas. E propor, caso necessário, novos padrões e medidas destinadas a resguardar a saúde e qualidade de vida da população paulista contra quaisquer ameaças significativas.

:: Setor têxtil ::

Na mesma reunião, os conselheiros decidiram submeter à apreciação da Comissão Especial de Recursos Hídricos e Saneamento, os resultados da discussão realizada pela Câmara Ambiental do Setor Têxtil sobre a contaminação por percloroetileno e tetracloroetileno provocada pela indústria têxtil no Estado.

As propostas que serão levadas ao plenário do Conselho deverão orientar o setor têxtil na aplicação contínua de estratégias ambientais, estimulando a adoção de medidas preventivas para a redução da poluição por produtos químicos na fonte, bem como desperdícios de insumos dentro do processo industrial.

Essa estratégia foi acertada, recentemente, entre o presidente da CETESB, Fernando Rei, e o presidente da ABIT - Associação Brasileira da Indústria Têxtil, Paulo Skaf, durante lançamento do programa Produção Mais Limpa, em Americana.

Texto: Renato Alonso



Seção: Tutoriais Telefonia Celular

 




Repetidor Celular Indoor: Fundamentos

 

Os projetos de rádio freqüência de uma rede celular são feitos atentando-se para alguns fundamentos importantes, que são abordados a seguir.

 

Tipo de ambiente

 

Os ambientes para a realização de um projeto de RF podem ser divididos em 3 tipos:

  • Urbano densamente populoso (grandes centros);

  • Suburbano (poucos edifícios, em sua grande maioria residências);

  • Rural (poucas casas).

Nos grandes centros os projetos são baseados, além das premissas de cobertura, em alguns pontos como demanda de tráfego e melhoria da qualidade de voz e dados, pois como os locais são na sua maioria ocupados por grandes edifícios algumas áreas de sombra podem existir levando a projetos de menor proporção, ou seja, projetos de repetidores para resolução de problemas pontuais de cobertura e/ou qualidade de voz e dados.

 

Grandes centros e aglomerados de edifícios levam a quedas bruscas de níveis de sinal. Abaixo seguem alguns tipos de materiais e em quanto os mesmos atenuam a propagação das ondas eletromagnéticas:

 

Tabela 1: Atenuação devida a edificação e seus materiais.




Edificação

Atenuação (dB) / Material

Galpão em área aberta

De: 0,4 (madeira)
Até: 29 (ferro corrugado / janela de metal)

Casa em região suburbana

De: 3 (madeira)
Até: 12 (cobertura sobre folha metálica isolante)

Edifício comercial em região suburbana

13 (vários)

Edifício comercial em região urbana

De: 11 (vários)
Até: 19 (concreto e vidro)

 

Logo com base nessas atenuações descritas acima, nem sempre os projetos ditos “outdoors” conseguem prover um serviço de boa qualidade dentro de edifícios comerciais, Shoppings centers, Restaurantes, Clientes corporativos, entre outros casos; fazem parte dos projetos que são o alvo deste estudo, os projetos de repetidores celulares da Rede GSM.

 

Terminologia

 

Abaixo serão definidos alguns termos que utilizaremos nas próximas seções para melhor entendimento:

 

Bandas atuais do GSM

 

A operação do GSM foi dividida em três faixas de freqüências:

 

DCS 1800MHz

de 1710MHz a 1785MHz  - Uplink

de 1805MHz a 1880MHz - Downlink 

GSM 900MHz

de 880MHz a 915MHz - Uplink

de 925MHz a 960MHz - Downlink

PCS 1900MHz

de 1850MHz a 1910MHz - Uplink

de 1930MHz a 1990MHz - Downlink




Tabela 2: Faixas de freqüências GSM.

 

Repetidor de Banda Seletiva

 

Um repetidor é dito de banda seletiva quando o mesmo apresenta a propriedade de repetir uma banda de freqüências previamente definidas, sem definição exata de quais ERB’s o mesmo irá repetir.

 

Exemplo: Se o repetidor for da operadora TIM o mesmo será configurado para que repita as freqüências:

  • Downlink: 1835 – 1850MHz;

  • Up-Link: 1740 – 1755MHz.

A potência de saída deste equipamento será limitada pela quantidade de portadoras que o mesmo estará repetindo, ou seja, quanto mais portadoras menor será a potência de saída.

 

O equipamento normalmente vem configurado para repetir sinais de ERB’s que tenham no mínimo um nível de chegada de -90dBm.

 





Figura 5: Repetidores de Banda Seletiva.

 

Repetidor de Canal Seletivo

 

Já neste caso o equipamento tem como característica repetir o sinal da ERB que melhor convém ao projetista, ou seja, pode ser escolhido tanto o melhor servidor quanto o segundo melhor ou outros. A grande vantagem deste tipo de equipamento é o ganho de potência, já que repetirá poucas freqüências, e o poder de escolher a ERB com a melhor qualidade de sinal para seu projeto.

 



Figura 6: Repetidor Canal Seletivo.

 

BTS Doadora

 

A BTS definida como doadora será a ERB que fornecerá para o repetidor o sinal que posteriormente será repetido, ou seja, trata-se do sinal de uma ERB outdoor que chega a localidade onde será feito o projeto indoor, e que será coletado por uma antena e levado até o equipamento.

 

Link Budget

 

É o cálculo teórico feito para sabermos quanto de potência teremos em nossas antenas, a fim de analisarmos se será suficiente ou não para provimento de cobertura no ambiente em questão, ou seja, o link budget fornece a máxima perda de percurso permitida.

 

São levados em consideração fatores como: nível de sinal de entrada, ganho da antena coletora, ganho do equipamento, ganho da antena que emitirá o sinal, perda em conectores e jumpers, perda em elementos passivos como splitters, tappers, entre outros, e perdas nos cabos que irão levar o sinal do equipamento até as antenas.

 

Com relação aos elementos passivos temos:

  • Splitters 1:2, splitters 1:3, splitters 1:4, ou seja, elementos que dividem o sinal em 2, 3 ou 4 vezes e cada um com sua perda característica;

  • Tappers dividem o sinal de forma diferenciada, ou seja, podem definir para onde será a maior ou a menor perda;

  • Cabos: são usado alguns tipos de cabos que são definidos pelas suas bitolas. Os mais usados em instalações de projetos GSM são: cabo de 1/2’’, cabo de 7/8’’, cabo de 1.5/8’’ e cabo de 1.1/4’’, sendo que cada um tem as suas respectivas perdas características.

Isolação

 

É a diferença entre a potência recebida e transmitida pelo equipamento repetidor. Deve ser respeitada a diferença mínima de 15 dB de isolação, isto é, deve-se evitar que a antena coletora do sinal do repetidor fique próxima das antenas que irradiarão o sinal amplificado de modo a evitar a realimentação do sistema.

 

Repetidores

 

Atualmente o mercado oferece basicamente três tipos de equipamentos repetidores: Baixa Potência (13dBm), Média Potência (27dBm) e Alta Potência (< 30dBm). Os equipamentos de baixa e média potência são repetidores de banda seletiva, ou seja, irão repetir toda banda previamente definida pela operadora que irá adquiri-lo; Já o equipamento de alta potência pode ser encontrado como banda Seletiva ou Canal seletivo.

 

Abaixo segue quadro comparativo com as vantagens e desvantagens dos equipamentos de banda seletiva e canal seletivo bem como suas aplicações:

 

Equipamento

Tipo de
Repetidor


Vantagens

Desvantagens

Aplicações

Baixa Potência

Banda seletiva

Utilização frequency hopping

Potência limitada pela quantidade de portadoras que serão repetidas

Pequenos estabelecimentos, projetos até 3 antenas.

Média Potência

Banda seletiva

Utilização frequency hopping

Potência limitada pela quantidade de portadoras que serão repetidas

Médios estabelecimentos, projetos entre 4 e 10 antenas.

Alta
Potência

Banda seletiva

Utilização frequency hopping

Potência limitada pela quantidade de portadoras que serão repetidas

Grandes estabelecimentos, projetos entre 10 e 20 antenas.

Canal seletivo

Alta potência

Não utilização no frequency hopping

Grandes estabelecimentos, projetos entre 10 e 20 antenas.

 

Como mostrado acima, os equipamentos de banda seletiva e canal seletivo têm suas potências limitadas pelo número de portadoras que serão repetidas, ou seja, quanto maior for o número de portadoras, menor será a potência de saída.

 
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